Essa prova foi realizada no Gran Turismo 5 em paralelo com a prova real em La Sarthe, nos dias 11 e 12 de junho de 2011. Inicialmente este vídeo era para ser sem o áudio, com o tempo passando sem cortes, daí a despreocupação em gravar um áudio limpo. Porém, ouvindo os trechos dessas primeiras 13 horas de prova, considerei mais válido editar com o áudio original como forma de recordar aqueles felizes e cansativos dias de provas de 24 horas contínuas, sem a possibilidade de pausar e salvar. Reconheço que naquela altura me seria impossível completar sozinho a prova sem esse recurso recente.
No volante virtual do Mazda 787B, em uma comemoração minha pelos 20 anos do feito da vitória do rotor em 1991, Guto e eu nos alternamos no comando tentando seguir ao máximo as regras, como não guiar mais do que 4 horas contínuas, não pausar e passar o controle apenas no momento do pit.
Resumi da melhor forma que pude os arquivos gravados com a câmera dele em 1080P.
A atualização do Gran Turismo era a recém lançada 1.10. O carro ganhou um ajuste que não foi pensado para uma prova com tanta chuva, foram cerca de 17 horas ao todo, concluindo a corrida do mesmo modo que o início, debaixo d’água. A volta mais rápida foi feita pelo Guto. Na segunda metade da prova o cansaço nos derrubou, segurei até onde pude para que ele se recuperasse e acabou restando ao Guto levar o carro mais próximo do final enquanto eu fiquei fora de combate, vencido pelo sono.
Foi uma memória feliz da segunda corrida em Le Mans, de um final de semana gelado em Bento Gonçalves. Talvez não tenha sido tão emocionante quanto a primeira com o Audi R10 TDi, mas válida do mesmo modo.
Acredito que a descrição que coloquei no vídeo resume a postagem toda…
Eu antes perguntei quem tem medo do escuro. Bom, se você possui, não deve assistir ao vídeo abaixo de uma volta quase completa em Nürburgring 24h.
Seguir a linha tracejada é muito mais difícil do que parece. O vídeo é dedicado ao amigo Márcio Karkling, que queria ver o carrinho voar grudado no chão a 300 por hora no escuro, aí está.
Fechei 9h de prova até o momento desta postagem. Agora, estou em segundo lugar, não resisti e caí algumas voltas depois deste vídeo, mas estou segurando como posso até clarear novamente a pista e retomar o ritmo, o Audi R10 TDi está correndo muito e com muita regularidade, diferente de mim que estou ganhando tempo nos dois primeiros setores e perdendo essa vantagem nos outros dois setores finais (quem fez a escola AMG vai entender a divisão em 4 partes).
Se eu estou mantendo tempo com ele, como fui ultrapassado? Minha estratégia castiga mais os pneus, pois não tenho como saber onde termina a borda da pista, isso me força a retomar e freiar mais, além de não dar aceleração total em trechos cegos (pra não rodar fora da pista). Isso faz os pneus de corrida duro resistirem apenas 2 voltas, mesmo, enquanto o R10 está completando 5 voltas. Naturalmente o pit dele é muito mais longo (por causa do combustível) e a diferença que sobra nos deixa um pouco emparelhados, com vantagem dele no escuro. Assim, ele tem conseguido abrir 10 por volta completada… em 15 voltas ele abriu máximos 2 minutos (e na parada dele cai pra 40s, retomando o avanço até ter que parar de novo).
Anteriormente, no meu blog, dei início da prova de 24h em Nürburgring. Pois bem, cheguei a marca das 6 horas de prova (25%), ainda estou em primeiro, segurando como posso uma margem de meros 2 minutos sobre o segundo colocado. Como minha estratégia prevê uma parada pra troca de pneus em cada 2 voltas (uma volta quando saio do pit e entro nele no final da volta seguinte já), perco cerca de 30s, aos quais tenho tentado recuperar na pista. E claro, quando a coisa está apertando, com 1m20s de vantagem, o segundo tem que fazer uma parada longa que o joga na casa dos 3 minutos, assim se seguindo.
Contra o sol escurece um pouco, mas estava fácil guiar assim, bem claro…
Mencionei que o 2J não tem faróis? Não há nenhuma luz frontal. Uma das estratégias seria a de seguir algum adversário, esquece, quando me aproximo deles, o que acontece é que eles deixam de acelerar, me resta como opção correr, sem ver nada na pista. Ainda não estou no escuro absoluto, a pista está seca, há mais iluminação no entorno da pista do que eu imaginava (no escuro, qualquer vela é luz) com trailers e faróis de ambulância nos pontos mais críticos da prova. Isso é um alívio, pois onde você normalmente erraria sem poder ter posição na pista, você vê algo.
Parte do circuito escurece antes, aqui flagra do R34 já com faróis ligados (e eu também no 2J!)
Não vou mostrar fotos noturnas nessa postagem, aguardem o desdobramento da prova, mas pra encerrar essa etapa deixo com vocês o último suspiro de luz na pista:
Nem apareceu as estrelas ainda, dá pra ver as linhas brancas, tá claro! Pontualmente as 6 horas de prova…..
Curiosidades do momento: • Além do 2J, outro carro ótimo e pelado de luzes é o Toyota 7! • Embora sem faróis, você pode alternar no 2J luz alta (que não existe) e luz baixa (wtf?!) • O Chaparral 2J bate o Audi R10 TDi (conhecido meu das 24h de LeMans) em Nür • Sem faróis ocorrem umas manchas pretas absurdas no escurecer… • Depois de 5h a luz está como nas cenas vistas no final longo do jogo, é igual na grande reta! • Há alguma iluminação indireta nos trechos famosos, mas retas são totalmente escuras!
E assim, aos pedaços, vou avançando… se sobreviver a noite em primeiro, no amanhecer e dia seguinte eu recupero e concluo com vitória essa etapa. Minhas conclusões são a de que não vale a pena pegar o 2J, nessa configuração, contra esses carros e com este desempenho da IA, eu poderia ter vencido a prova com o Mazda Furai… tive receio, foi bobagem, agora a princípio já foi… a menos que eu perca a prova.
Final de semana passado foi legal e este promete. Do sábado a tarde até o domingo (04-05/06) a tarde tivemos, o Gutoe eu, a maratona de Le Mans no Gran Turismo 5. O último minuto da prova você vê no víde acima. Este final de semana (dias 11 e 12) estará acontecendo a prova de verdade das 24 horas de Le Mans. E, em paralelo a ela estaremos na nossa segunda etapa (das quatro que planejamos), com as 24 horas de Le Mans no circuito de La Sarthe do GT5, segunda etapa, no meu PS3. Ou seja, quando estivermos correndo no meu, será paralelo a prova real.
Jogando a simulação: regras
A fim de tornar a simulação ainda mais divertida estamos seguindo os moldes originais de Le Mans. Embora inicialmente não tivesse tantas regras sobre a condução, até os anos 80 a corrida era feita com apenas 2 pilotos. Hoje as equipes são de 3. E só iremos passar as chaves (o controle) durante a parada de pit-stop, enquanto o carro é reabastecido (o que é permitido nos regulamentos de Le Mans). O jogo transcorre praticamente sem pause (somente janta e almoço, do contrário nossas esposas nos matam).
Respeitando o regulamento como pilotos, não podemos guiar mais do que quatro horas consecutivas, e um de nós não poderá correr mais do que 14 horas no total. Tanto neste sábado quanto no anterior, a corrida começa às 15 horas, respeitando o padrão da corrida. Infelizmente o sincronismo fica um pouco errático porque lá é verão e nós estamos no inverno. A corrida anoitece depois e amanhece antes na tela. Mas ainda assim é melhor sincronizar nosso tempo com o do jogo. Quando for madrugada no jogo, aqui também será, a noite a corrida será a noite, de dia será de dia.
A primeira etapa
Começa assim, olhar sério, concentração total, nem vi tirar essa foto…
… depois de algumas horas o resultado é esse. Baterias a 50% e diminuindo…
Correndo com o Audi R10 do Guto, foi uma corrida dura. Começou chovendo, isso durou até o entardecer. A noite a pista deixou o carro com comportamento muito estranho, enquanto que o segundo lugar, piloto A. Zhu, num C60 Courage Hybrid baixou durante a noite a média de 3m40s pra 3m30s (e permeneceu o restante da corrida com essa média), lutávamos para manter o carro a 3m25s. Depois de 12 horas de prova os dois Vipers, seguido pelos demais carros, começaram a correr no meio da pista e, com a nossa aproximação eles simplesmente jogavam o carro pra cima.
…e o Guto pensou que iria escapar… teria mais fotos se eu soubesse APERTAR o disparador com vontade (essa foto já era a coisa de 16 horas de corrida já, deste ponto pra frente o cansaço foi o algoz)
As primeiras 12 horas nos permitiu abrir apenas 5 voltas sobre A. Zhu e 6 voltas sobre o terceiro colocado (um Bentley EXP Speed 8). O R10 que começou a prova com 703PP terminou em 693PP, com o marcador de óleo aceso.
Tive os dois momentos mais críticos da prova, já na manhã seguinte. O primeiro quando a BMW no traçado conseguiu se livrar de mim e não consegui ultrapassar ela nas duas chicanas juntas (que por sinal fazem parte das provas com o Skyline na carteira). O segundo foi um Viper que bateu no meu carro, me fazendo rodar e, quando o carro parecia sair do giro, essa mesma BMW deu uma segunda batida com toda velocidade na traseira do meu carro. O resultado foi alucinantemente rodoscópico. Jamais pensei que um carro pudesse girar tão rápido sobre si mesmo, fazendo zerinhos sem sair do lugar. Consegui também a volta mais baixa, com 3m14.347s.
Na madrugada mesmo… esse ponto as luzes da pista se apagam, os fogos param, o silêncio impera…
A alegria do tempo bom no amanhecer durou pouco, tão logo o sol parou de bater na cara (como aconteceu no entardecer), a chuva voltou. Foi assustador perder 2 voltas pro A. Zhu, que mantinha os mesmos 3m30s de média com chuva enquanto que eu troquei de pneus por de chuva, aumentando em 50s meu tempo, seguido duas voltas depois pelo intermediário e, mais duas voltas depois pelo de corrida macio. Estranhamente o carro conseguia manter os mesmos 3m30s na chuva com pneu macio. Porém, na chuva o pneu não esquentava de maneira alguma, o que dificultava as retomadas e frenagens, até eu ter a ideia de fazer como na F1, zigue-zagueando nas retas de leve pra forçar o aquecimento… deu resultado.
Amanhecer em La Sarthe, demora 2 horas nesse passo entre o céu clarear e o sol sair…
Hora de sol, ainda tímido, hora de pista um pouco molhada…
Nas últimas 4 horas de prova, pra relaxar, parou de chover e a pista estava ótima, com o ritmo dos demais caindo… fizemos mais voltas neles nessas horas que nas 20 anteriores quase. No vídeo narrei alguns destes fatos, com uma voz acabada. Felizmente nem o Guto e nem eu aparecemos no vídeo, pois segundo relatos, parecíamos zumbis……
Flagra do Viper no meio da pista jogando pra cima do nosso Audi R10
Lembranças da primeira etapa
Ficam para registro o estado deplorável que o carro ficou após 24 horas de corrida:
Detalhe pro amassão na esquerda, resultado de uma das muitas porradas que levamos na prova
O carro terminou a prova parecendo uma McLaren da F1, como bem observou o Guto
Pena que na garagem ele não fique assim… amassado.
A Segunda etapa
Le Mans, 1991, Mazda 787B nº55 vencedor… 20 anos depois, estou guiando essa máquina no Gran Turismo!
No meu PS3 a corrida será comemorativa. Em 2011 a Mazda comemora o 20º aniversário da vitória em Le Mans com seu motor rotativo. Foi a última prova do 787B e de uma luta que durou mais de uma década e meia aperfeiçoando o carro. Infelizmente após a vitória o motor rotativo foi banido pelo regulamento e o 787B só fará, este ano, uma apresentação histórica. Pela primeira vez desde 1991 ele estará correndo em Le Mans, mas não competindo. Bom, não lá, pois aqui ele será nosso carro por 24 horas consecutivas. Já o deixei preparado na semana passada ainda.
E naturalmente na próxima semana teremos um novo vídeo do final de mais esta etapa, um vídeo especial que estamos bolando para levar a vocês a sensação de passar 24 horas correndo, sem pausa…
Estratégia vitoriosa
Optamos por fazer um pit sem reabastecer, só pra trocar o pneu a cada 6 voltas e, nas 6 seguintes encher o tanque todo. Perigamos ficar sem combustível 2 vezes nessa, cada. Eu mesmo entrei no pit com o carro só no embalo… mas a estratégia se provou vencedora, na primeira parada perdiamos coisa de 35s sobre o tempo total, mas como tinhamos pneus melhores conseguiamos forçar um ritmo maior que o dos rivais. Como o IA estava guiando rápido e a máquina jogando os retardatários por cima, tiravamos a média dos dois pits na pista e abriamos volta quando o A. Zhu ia reabastecer. Por 20 horas foi isso que aconteceu…
As duas próximas (e últimas) etapas de 24 horas
Faltarão ainda duas corridas de 24 horas, a próxima etapa só acontecerá duas semanas depois, juntamente com a prova real de Nurbürgring, o chamado “Inferno Verde”. O maior problema para estas etapas está em conseguir um bom carro, que seja confortável. O Audi R10 em Le Mans não era o mais rápido, mas era consistênte e confortável. A confiabilidade de direção do carro superou o fato dos oponentes serem mais possantes, com velocidade final e aceleração maiores. Em Nur temos de achar um carro assim, mas que se sobressaia nas 3 seções de alta velocidade.
Este é um blog de Gran Turismo 5, né? Sim, porque só falo de GT5… então, pra quem ainda me visita, é porque curte o jogo, pra vocês 8, mais do mesmo! E pra começar a primeira postagem da semana descontraído, lembra do esquema do C-Spec? (dica do Guto da G-Tech) Então, consistência é a chave, no C-Spec dá pra ganhar até o troféu do Cronômetro Humano sem mover um dedo:
E eu preocupado em fazer o tempo quando posso deixar um elástico fazer isso por mim…
E pra quem tá se puxando sempre que pode pra bater o tempo do ouro, deve dar uma boa risada ou ficar como eu, que frito de raiva quando me acontece isso:
Consegui!! Consegui!!… ahh, não.. não consegui não… mas QUASE consegui… foi quase… m$%¨&*da!
E parece cada dia mais comum… MEH! Mas o que me leva a falar de mais do mesmo é que estou fazendo o B-Spec de 24 horas… coragem, determinação e inverno são palavras de ordem para deixar ligado o console por 24 horas. Primeira parada, Le Mans. Fazer as 24 horas em La Sarthe parece legal, pois bem, nem bem entrei e quem aparece? Chuva… aí tu olha a chuva, inofensiva como ela é e pensa que o piloto B-Spec vai correr em um local assim:
Entardecendo debaixo d’água… legal, legal…
Só que são 24 horas… se estava entardecendo pouco menos de 4 horas de corrida, o que é que vem a seguir??? A noite, claro, aí tu espia ele correr e se depara com algo assim:
Ainda tá claro… dá pra ver o realce lá na frente
E dali um pouco tu espia mais uma vez… e o céu escureceu:
Vi tudo…
Os trechos mais iluminados ficam escuros… e os menos iluminados ficam escuros também… e chove, mas tá tão escuro que mal se vê a chuva… Le Mans é mesmo fora de série… confesso que eu queria ter feito essa prova no A-Spec, mas não sei de onde eu tiraria exatas 24 horas sem interrupções, eu teria de acordar, ir pro Play e correr até o dia seguinte, onde capotaria de sono… ou teria de estar em pelo menos 2, cada um fazendo 12 horas… o problema é encarar as coisas assim:
Você encararia correr em Le Mans de verdade, a noite, cravando mais de 400 por hora debaixo de chuva? O que achei mais legal no GT5 que até a visão do piloto dentro do carro embaça…
Freios quentes, curvas depois de retas super-aquecem os discos…
Ontem a noite estava correndo o Tour da Lamborghini Murciélago LP-670, a prova que anoitece em Toscana, de curvas traiçoeiras… o mais perto que consegui foi chegar 330ms atrás do primeiro colocado. Como pode ser tão fácil sair em último, com mais de 20 segundos de vantagem pro primeiro e obter a prata (metade da corrida), mas ser tão impossível obter o ouro já perto do final…
Até aqui é fácil… o propblema é a metade final…
Até memorizei o tempo pra alguns checkpoints para ver se melhoro ou pioro… começa em 18.800s a diferença, na parte final da reta tem que estar em 8.600s e logo antes da parte de zigue-zague no final em 4s… ainda assim, não consegui sucesso, o máximo que consegui foram algumas belas imagens e deixar os discos de freio vermelhos de calor…
Acostumar com as derrapagens faz parte do percurso…
Lembram do post do conceitual (e colorido, vá lá) DualShock 4?
Bom, apagando os leds, ele passaria para algo assim:
Soa mais natural, não? agora iamgine isso acendendo e apagando luzes. Ainda acredito que a primeira empresa que lançar o analógico 3D irá reinventar esse sistema de controle… com UM dedo ter acesso a 3 eixos seria demais. E se esse dedo ainda tivesse função de toque no botão (retirar e colocar o dedo acionando um touch)… imaginei um jogo de tiro, em que o usuário controla o personagem com o analógico normalmente, mas para mirar bastaria pressionar um pouco mais o botão… a sensibilidade de pressão ajustável, reconhece o usuário, colocando e tirando a arma de sua visão… e ao tirar o dedo do botão e colocar novamente, ele recarregaria a arma. Isso é UMA das possibilidades de um analógico 3D com touch.
Em um jogo de corrida, esse botão touch ser usado para, por exemplo, ao se dar 2 toques, largar o nitro e através do seu pressionamento, suave, ser usado para acionar a embreagem (coisa inexistente hoje), enquanto que pros lados contola o volante e os gatilho L2 e R2 controla a aceleração e freio, deixando também no analógico direito essa mesma função para jogadores “old-school”. O botão anlógico poderia acender na hora da troca de marcha, servindo ainda como shift light, (recurso também inexistente em controle), enquanto que o botão de círculo (freio de mão, normalmente), poderia piscar para sinalizar a necessidade de redução de marchas… da embreagem, ainda, pensei que ao ser pressionada, mudaria a função dos gatilhos/analógico direito. Ao ser acionada, corta a aceleração e poderia ser feita no analógico em simulação ao movimento real de um carro (em “L”, “I”, “_|” ou demais movimentos) ou em forma de borboleta pelos gatilhos (este mais próximo do que temos hoje).
E pra quem tem curiosidade sobre o PhotoShop envolvido, essa é a imagem original:
A carcaça do DualShock 2 pirata que vi por aí… disto me surgiu um DualShock 4………
Poucos são os carros no Gran Turismo 4 (e demais da série) que tu pega “de fábrica” e que são parrudos o bastante para vencer provas com facilidade mesmo com pneu sport:medium (também de fábrica)…
Este carro, ano ‘61, com mais de 300 cavalos, cotado como 1 dos 5 mais belos já feitos na história é um vencedor das pistas. Na classic cup européia do GT4 tive um embate histórico contra a Mercedes Gullwing ‘54. A “asa de gaivota” SL 300, que é tão clássica, que sua releitura é a substituta da SLR McLaren, a que está na capa do GT5, MB SLS. Agora não me recordo BEM ao certo, mas acho que se ganha este carro ao correr com o Vanquish na One-Maker Race da Jaguar (as provas dentro da marca)… prova, por sinal, mais complicada por causa do tipo de pneu e da potência do carro, como um todo.
E para alegrar o dia… mesmo com pouco tempo, conseguir chegar a 65% do Gran Turismo 4. Espero chegar nos 100% antes do GT5 sair (e a Sony tem me ajudado, adiando o jogo).