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17 de janeiro de 2015

Diário de um piloto – segunda temporada

Essa semana saiu o segundo episódio da segunda temporada da série, no episódio 11 foi feito um compacto com todos os episódios, nesta semana comecei falando dos editores de pista, retomando o assunto sobre os traçados criados pelo jogador, porque acredito que isto seja uma das novas tendências para uma renovação da franquia e também uma forma de se burlar, porque não, direitos para se ter versões amadoras desenvolvidas a partir do jogo de traçados famosos de circuitos reais que não estão no jogo.

Seria o fim do “queremos tal pista”, porque certamente haveria alguém para criar.

Compacto de episódios

Retomando agora em 2015 a série do meu Diário como jogador de games de corrida, o primeiro episódio é um compacto dos 10 primeiros episódios. E dele, semanalmente, todas as sextas-feiras novos episódios estarão no ar.

Neste episódio há desde o meu chute de como deveria ser a homenagem ao Senna, algumas tiradas com os Vision, com o consumo de espaço do HD, a dica de ajuste de rotação do G27 pelo volante, um pouco de Route X em busca da platina, o troféu de salto gigantesco na lua… enfim, um apanhado geral.

Editores de pista

Desde sempre o sonho dos jogadores de corrida é poder criar seus próprios traçados de pista com liberdade. Gran Turismo 5 foi o único da série a permitir isso, dando ao jogador a chance de ter traçados únicos baseado em uma série de ambientes e uma pequena quantidade de opções. Mas esse desejo já se fez presente ainda no primeiro PlayStation, então, onde foi que as desenvolvedoras erraram?

Apresento neste episódio o criador de pistas do Motor Racer 2, um jogo de motos com um modo de criação simplesmente épico para consoles e apresentado em 1998, o mesmo ano do primeiro GT.

Sigo falando do Projeto Vision, que entre o episódio 10 e este teve 3 novos carros, e de novidades do novo Ford GT e dos boatos do Gran Turismo 7.

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7 de janeiro de 2015

Route X – Underground Test Track

Em dezembro de 2013 fiz praticamente uma prova de resistência na Route X. O motivo era queimar os mais de 12 mil quilômetros para obter a platina do GT6, planejadamente, no dia 01/01/2014 às 00:10. E rolou, como se viu no segundo episódio do Diário de um piloto. De tanto rodar em tantos horários diferentes e pelo traçado ser simplesmente duas longas retas interligadas, eu comecei a observar o entorno da pista. Me parecia natural naqueles dias que haviam dois traçados distintos a julgar pelo elevado que corta a pista. Mas depois disso acabei deixando de lado e nunca mais voltei meus olhos para esse circuito original do GT5.

E isto ficou assim até eu ver em algum lugar do Facebook ao qual simplesmente não consigo mais achar o link para postar aqui — o Face é meio ruim de localizar informações, especialmente quando você participa de muitos grupos do mesmo assunto (GT) e usa o celular — com informações sobre a Route X. Reconheço, de fato, informações que vão além do que eu iria postar anteriormente (que não publiquei por ser mais especulativo). O ponto central do link era que alguém decodificou alguns arquivos e encontrou imagens de um segundo traçado da gigantesca Rota X. Arrisco que seja até maior que o original em seus 30km. O que se descobriu escondido dentro do GT6 não era a pista, em si, mas o planos de fundo que são usados nos menus dela durante o carregamento. E o que se vê é impressionante. Isso e o mapa dela que eu fui atrás de espiar na oval e fechou certinho. Ela existe, apenas não é acessível. Aliás, a pista toda ao que parece está ali, bem diante de nós.

As imagens de fundo começam pelo que todos conhecemos, está escuro, mas esta é a parte elevada. É possível ver discretamente abaixo a passagem da oval, paralelo, o que me faz pensar que pode ser o trecho de reta ainda:

GT6 Route X - Underground Test Track 1
Este trecho todos conhecemos

É claro que essa pista já existe, ela apareceu antes do GT6 sair num teaser do então novíssimo Acura NSX Concept. Então, esses dados existem desde antes do GT6, mas por alguma razão ainda não foram disponibilizados. Abaixo, um trecho que é impossível ver de fora, um dos túneis. Mais abaixo posiciono no mapa onde eu acredito que esse trecho fique.

GT6 Route X - Underground Test Track 2

O que se vê é uma pista de teste extrema em todos os sentidos, não apenas pela longa reta que ajuda a atingir a velocidade máxima, mas também auxilia em testes extremos de peso aerodinâmico e manobrabilidade em altíssima velocidade. A chance de testar um downforce tão absurdamente grande que se poderia permitir levar carro a literalmente andar de ponta cabeça e dar um looping num túnel fechado ou andar de lado numa parede.

GT6 Route X - Underground Test Track 3

E é claro, em aderência lateral, de modo a se poder testar o deslocamento em uma curva, num teste extremo para a suspensão do carro. O que me faz pensar que ela foi abandonada por quem sabe ser irreal demais, quase um traçado de hotwheels devido ao exagero.

Spillway

E essa imagem acima, da saída do túnel, que tem nada menos que 2 anos (de muito antes do GT6 – que completou 1 ano e 1 mês já). Note que muito dessa pista já estava pronto ainda naquela época, se não toda ela. Qual a novidade agora então? Em novembro passado alguém abriu o GT.VOL (um arquivo de dados do jogo) que, entre outras informações, contem as imagens que ficam de fundo durante o carregamento da pista (logo que passa a segunda bandeira no loading). E ela está lá, junto com as outras. E além das imagens há o traçado do mapa.

GT6 Route X - Underground Test Track 4

Vale relembrar a postagem de janeiro de 2013, aquela do teaser do NSX, porque além da Rota X com túnel, havia ainda a inédita Willow Springs (presente no GT6) e uma saudosista Seattle Circuit (ainda desaparecida), além de outras imagens de cenário que nunca deram as caras na série desde então. O traçado é ainda mais interessante, pois sugere um looping como o de Cape Ring e trechos com curvas diversas. A diferença, claro, é a escala. É insanamente grande, tudo projetado para alta velocidade.

GT6 Route X - Underground Test Track 5

Repare na quebrada reta logo no começo da volta (na reta menor, depois da maior curva de retorno da história), aquele desnível existe de verdade na pista oval se você fosse pegar o caminho para o elevado, como se pode conferir abaixo.

O que se vê da oval

Partindo com a câmera do jogo, tentar fazer o máximo de fotos possíveis desse traçado adicional. A começar pelo ponto onde seria a troca de pista para pegar o retorno elevado.

Route X - Saída de pista

Avançando um pouco se vê o ponto que tem a divisão da pista, de onde se começa a subir, exatamente na marca dos 2400m.

Route X - elevado

Olhando de cima da subida da reta do traçado oval, o gigantesco retorno em relação a sua dimensão no mapa.

Route X - elevado 4

Seguido da extensão, num dos trechos mais óbvios desse segundo traçado.

Route X - elevado 2

E terminando, até onde se consegue ver, em um paredão escavado de onde se tem uma curva que ao que tudo indica em aquela inclinação enorme também, ao melhor estilo da lendária Red Rock Valley de Gran Turismo 2.

Route X - elevado 3

Deste ponto fiz a volta para conferir onde a pista se aproximava do ponto de retorno pro começo… e está ali, o ponto onde o concreto se aproxima da pista, exatamente antes do ponto do túnel, na altura do quilometro 8500 na reta de retorno.

Route X - contorno do tunel

E após (ou antes, se estiver fazendo a volta normal na Route X oval) do túnel o ponto onde a pista se afasta para o 360°.

Route X - retorno

A curva de looping 360° é uma estrutura gigantesca no mapa, quase como um estádio.

Route X - ring 2

Mas infelizmente é impossível ver qualquer coisa de seu interior, do mesmo modo que todo o trecho de curvas anteriores.

Route X - ring

Interessante, embora exagerado, é o jogo que curvas após o looping, em que se andaria de lado na parede já mirando a outra, que é quase um 360° para a reta de retorno.

Route X - retorno 2

Uma vista mais abrangente permite ver bem isso. E note que o zoom nem estava muito grande, devido as dimensões dessa panorâmica.

Route X - miolo

Acredito que essa seria uma das curvas mais divertidas e, sem dúvidas, muito melhor que o oval sem sal da Route X.

Route X - balão

Pense a insanidade de fazer a curva antes da reta com uma inclinação muito maior, sem falar na força G gerada em alta velocidade, já que é uma curva muito mais fechada.

Route X - balão de retorno

Aqui, com zoom, dá pra ver as 6 pistas e um ângulo impossível com o carro se projetando quase de ponta cabeça.

Route X - balão de retorno zoom

E o desafio seria entrar e sair dessas curvas extremas, já que elas tem pontos de corte. Nos de entrada até não é tanto o problema, já que vindo rápido você estaria jogado no lado oposto desses cortes, mas nas saídas certamente seria um desafio, especialmente nessa curva anterior de 180°

Route X - balão de retorno zoom começo

E é por tudo isso que eu acredito que a Route X Underground Test Track teria sido a pista mais incrível do GT5, melhor que as insossas Route X oval e Special Stage Route 7 (SSR7).

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30 de novembro de 2014

Progresso de GT6

Depois de, em 2012, ter o progresso de 100% no antecessor GT5, agora em menos de um ano e sem pressa alguma eis que completei o 6 de ponta a ponta. Lembrando que a primeira coisa que completei no jogo com ouro foram as carteiras. As licenças do Gran Turismo sempre foram desafiantes, mas como em tudo do sexto jogo, aqui elas são mais tranquilas de serem completadas, sendo a Super mais fácil que se tem notícia… tirando, quem sabe, S-4 e S-5 no controle, dado que são carros pesados, mas nada tão impossível.

 GT6 - Status

Não apenas fazer as carteiras com ouro, todas as provas e campeonatos, as pausas de café, corridas de marca e eventos especiais que vão de Goodwood ao Red Bull Challenge, com a adição da homenagem ao Ayrton Senna. Passei todas as provas, muitas delas no controle DualShock 3 para reforçar que este é de longe o mais fácil Gran Turismo já lançado. Embora com a atualização 1.12 eu tenha sentido na pele que jogar no controle ficou mais difícil, devido a demora do carro iniciar as manobras de curva.

Me faltava alguns eventos de pausa de café, o Red Bull Standard e Fan Car, além de um campeonato da Internacional A (o temível Kart 125 shift, que eu completei as provas separadamente, mas não havia ganho o campeonato até então). Num sábado inspirado encerrei o jogo. E o que me motivou a isso foi a comunidade:

GT6 - comunidade

Agora ela exibe o progresso do jogo. Minhas considerações sobre o Gran Turismo 6 se resumem em… gostoso de guiar. Quando tentei inicialmente o kart 125 shift era medonha a dificuldade, mas algo mudou e agora está mais fácil. Mesmo errando muito eu conseguia tomar a liderança, algo que não acontecia quando tentei ainda na versão 1.02 assim que comprei o jogo. Me impressionei também com o Desafio X, porque realmente foi um pesadelo no GT5 (algo que tirou a platina de muita, mas MUITA gente), dada a facilidade de pegar o Vettel e fazero ouro, que no meu caso saiu na primeira tentativa com o fan car. O que era impossível se tornou mediano no 6.

Tela final

Me parece que a PDI teve medo de tornar o 6 tão difícil quanto o 5 nessas provas ao p0nto de quase retirar todo o desafio. Então, ainda guardo mais orgulho dessa tela antiga acima do GT5 totalmente fechado do que de ter tido o 100% do GT6. Você, no meu lugar, certamente também o teria, afinal, se jogou e tirou o bronze pelo menos no Desafio X do 5 e foi até o mesmo do 6, sentiu um carro mais letárgico, menos potente e com uma margem de tempo pro ouro que não era generosa assim no 5, sem contar a ausência de penalizações, onde antes um resbalão na grama era fatal, agora é um atalho. Fiz no controle no GT6, passando o Vettel sem muito esforço.

Viper evento final Classe B GT6

Entretanto, depois disso tudo, posso dizer com segurança, o sexto título da série foi mais abrangente e divertido que o anterior. A variedade de provas, uma escalada gradual que permite concluir o jogo ignorando os carros de aniversário e, ao mesmo tempo, complicado por não presentear com carros a cada instante. Se o esquema de pagar para ter créditos foi um tiro na água, o jogo se mostra valoroso quando se desliga algumas coisas, se usa um bom volante e carros não tão apelões… meu caso com a víbora acima, que me deu o final curto do jogo contra carros maiores.

O Red Bull em Goodwood

E Goodwood foi uma adição muito bacana que torço não se perca mais. Se saiu melhor e mais interessante do que o Top Gear UK foi no 5, mesmo tendo sentido a perda daquela pista no jogo recente. O grupo de tv simplesmente era um dentre vários eventos especiais, longe do Goodwood, que se manteve presente a medida que o jogo progredia. Essa receita é sucesso e se for mantida no GT7, certamente deve agradar e manter o rodízio de eventos mais interessante. Ao invés de saturar o jogador, ela vai sendo rodada progressivamente.

Camiseta e boné GT6 do RobsonB

E, claro, assim como GT5, o 6 padeceu de atualizações intermináveis. Se agora, na 1.14, o jogo finalmente parece “pronto”, esse sentimento não era verdade pra quem o pegou em dezembro de 2013. O que se via lá era um jogo em meio passo, com muitas promessas e “pouca” coisa. Apenas relembrando, na 1.02 não havia desafio Red Bull, nem Visions e, o pior de tudo, não havia a homenagem ao Senna que estava estampada na capa. Não havia nem prazos, como hoje estamos com o recurso de criar pistas. Também não tinha ainda o registro de dados e o importantíssimo Visualizador de GPS (muito usando, não?!).

Menu Tributo Senna

Mas por falar em Ayrton Senna, esse é um item do jogo que vale uma nota, porque simplesmente ficou aquém do que poderia ser e se esperava.É legal, mas todos, sem dúvida, esperavam Mônaco, na chuva, com a McLaren vermelha e branca do Marlboro… ou a clamada Interlagos num desafio, nem que de kart. Mas nada disso aconteceu, ficamos confinados ao Lotus 98T e antecessores que já estão empoeirados no jogo. E o pior, devido as restrições contra bebidas e, ainda mais forte, contra cigarros, patrocinadores “populares” de eventos esportivos nos anos 1980, o que se vê são carros históricos deturpados, como aconteceu com o “Team Lotus Special”. Ignorar o Marlboro, JPS ou Martini é complicado quando se fala de carros quase lendários.

Lotus 97T

E por falar também em coisas lendárias e históricas, GT6 nos brindou com um um tanto entediante desafio na lua, usando um LRV para correr em baixa gravidade. Por mais que eu desgoste do desafio lunar, hei de reconhecer que foi algo novo e diferente na série. Muitas vezes reclamamos que não criam nada de novo para nós, jogadores, mas o GT6 renovou a série ao seu modo, expandindo para todos os lados, do kart a lua.

GT6 Missão Lunar

Por um lado, teve seu ponto de destaque positivo, mas há baixas. Entre as que mais senti falta estavam o museu do GT5, que com o fim do suporte online se esgotou completamente e se perdeu “para sempre”. Bom, o conteúdo pode voltar no futuro, mas retomar o que existia se perdeu em definitivo, mesmo tendo o GT5 atualizado em mãos. Uma lástima.

museu (2)

E, pra quem curte desafios mais extremos, temos as corridas de 24 horas… bom, tínhamos. Elas se tornaram 24 minutos, o que no caso de Nürburgring beira o ridículo, já que isso dá coisa de 3 voltas… algo muito longe do que foi a pedreira do GT5, que antes de uma atualização sequer permitia parar a corrida em algum ponto, te obrigando a percorrer 24 horas direto. E isso me deu uma das minhas melhores lembranças na série, encarar junto ao amigo Guto essa parada não uma, mas 2x, algo que só seria ainda mais memorável se tivéssemos os volantes naquela altura.

DSC00814m

No 6 não temos esse desafio, a prova acelerada de menos de meia hora é o máximo de “resistência”, coisa que qualquer jogador habitual da série passa numa pegada só vários eventos desses, especialmente num fim de semana. Como tudo foi facilitado ao limite, pude até brincar para fazer a platina do GT exatamente na virada de ano, em menos pouco mais de uma semana com o jogo, mesmo trabalhando integralmente naquele período. E isso que fiz ela praticamente sem usar carros de aniversário – usei apenas 2, o Audi R18 e o Huayra, pra agilizar o processo.

R4-RobsonB com GT6 platinado

Em tempo corrido mesmo foi coisa de 2 dias, ou seja, em termos de tempo, duas provas do GT5 me consumiram mais tempo para alcançar essa platina que o jogo todo na edição seguinte. E o que levo disso, além dos bons momentos, da diversão, é que agora vou tentar correr um pouco mais online (algo que sempre pesou comigo por conta do acesso) e tentar correr com todos os carros do jogo. No GT5, não sei se disse alguma vez aqui, eu tentei fazer isso. Devo ter rodado com uns 500 carros do jogo, ao menos, por uma única vez no mínimo. No GT6 quero fazer as sazonais com carros improváveis, aqueles que ninguém escolhe. Já usei o popular “Uno”, a perua Volvo 240, a enorme Dodge Ram, o Camaro que está desde o primeiro GT contra carros do naipe do HSV-010… e eu quero mais nesses desafios. Então, não perca de vista o canal no Youtube. Certamente as próximas lembranças terão registros muito bons.

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11 de novembro de 2014

As miniaturas do RobsonB

Quem acompanha a série do Diário de um Piloto deve ter percebido ao fundo que há uma crescente coleção em pleno andamento.

Eis que entre as minhas várias metas para 2014 estava a de adquirir uma miniatura por mês de Hotwheels, mas não qualquer carrinho, apenas os que eu notasse que se enquadravam em modelos reais. Não cumpri bem a risca, mas tenho feito algum progresso e em se tratando desses carrinhos. Há ainda muita porcaria nas lojas, há muito modelo deturpado e há aqueles fantasiosos demais que eu passo batido, mas em meio a tanta variedade ainda há para aqueles que filtrarem um nicho de carros em uma minúscula escala que atendem ao objetivo de quem quer ter miniaturas de carros de produção reais sem firulas. E são ricamente detalhados, a cada ano que passa mais.

Isso veio de encontro com uma outra compra que certamente faz o seu gosto, sim, o gosto de quem lê espaço, afinal, amamos carros. Falo do livro 1001 carros para dirigir antes de morrer. Pois bem, de todos os meus carros (não são muitos… ainda) apenas um não estava no livro – o Mazda Furai, que irei pular por agora. Os demais todos estão no livro (com a breve exceção do Corvette C7), então se tornou algo realmente interessante para ver o mesmo carro escolhido nessa fina coleção por todos os lados e como o gosto geral se assemelha entre os que gostam. Comprei muitos desses carros muito antes do livro, então não o tinha por referência, mesmo assim batemos nos mesmos modelos. Vale lembrar também que como enorme fã de Gran Turismo, tento sempre priorizar os modelos que tem no jogo e que já corri – até mantendo em parte o mesmo espírito do livro. E é isso que quero compartilhar e incentivar você a fazer.

Dodge Viper ’03

Dodge Viper 03

Dodge Viper 03 - cima

Essa miniatura é muito antiga, reparem que nessa época ainda não se fazia o interior, então posso parafrasear o GT e dizer que essa é uma miniatura standard. O Viper é uma paixão antiga que eu tenho, sempre gostei muito (mesmo torcendo o nariz pro modelo novo). Gosto tanto, que ele só está atrás da Lamborghini Gallardo nos meus favoritos, logo acima do Mazda RX-8. Tenho outra miniatura dele, maior, escala 1:24, que por sinal é conversível e igual ao da foto do livro, mas não vem ao caso porque o conteúdo aqui é o dos Hotwheels mesmo. Mesmo sendo tão antigo, o modelo era muito bem trabalhado externamente. O coloquei primeiro aqui por ser o mais antigo que possuo. E ele é antigo na série também, está na capa do primeiro GT (o ’97 GTS, e também na retrogamer) e este da foto no GT4 em diante como um carro realmente difícil de lidar guiando com tudo off.

Viper evento final Classe B GT6

Viper esteve entre minhas lembranças dos 15 anos de GT. E também usei ele em sazonais. Esta miniatura apareceu no blog já, na macro derradeira. Por fim, foi a bordo de um Viper desses que completei a primeira parte do GT6 (o campeonato de evento final da Classe Internacional B – final curto – imagem acima).

Ford Mustang GT500

Ford Mustang GT500

A traseira não é alta, é que no livro a folha estava mais pra cima neste lado. Esse modelo é daquela coleção comemorativa dos 50 anos do Mustang, se trata do modelo de GT de 1969, o último ano dele, com interior e as janelas laterais abertas. Dá pra notar que as rodas imitam o desenho original e até a parte inferior do carro e parachoques mantém a linha. Faltou só os espelhos. Mesmo assim é uma miniatura muito rica de detalhes, como se pode perceber, por exemplo, na entrada de ar lateral ou na maçaneta da portam, ou do corte do capô.

Possivelmente é o Mustang mais bonito já feito, um dos mais icônicos. Este modelo que deu origem a reestilização de 2005 que vinha até agora como o Mustang atual, com uma das lanternas mais lindas já fabricadas (os 3 riscos verticais). Em definitivo, o carro era tão harmônico que o usaram de base e ainda é um sucesso. Este modelo veio depois do famosíssimo Mustang Shelby GT500 1967, popularmente chamado de Eleanor por conta do filme 60 segundos (que, aliás, seria presença garantia numa lista de filmes com carros).

Dodge Charger Daytona

Dodge Daytona - cima

Dodge Daytona angulo

Dodge Daytona

No livro escolheram o Plymouth  Road-Runner Superbird, mas citam o rival dele que era o Dodge Charger Daytona. Como se pode perceber era impressionantemente similar o desenh0 de ambos. Dá pra perceber em relação aos outros que tenho que esse é o maior hotwheels que possuo, um tanto mais comprido e com a asa o tornando um dos mais altos também. Não curti a roda traseira tão maior, mas mesmo assim o Daytona é conhecidíssimo, então estou feliz de ter pego este.

 

Corvette C7 Stingray

Corvette C7 Stingray - lado

Corvette C7 Stingray - traseira

Corvette C7 Stingray

Todos os Corvette estão no livro, menos o C7, quem sabe porque ele veio depois que o livro foi concluído e não daria tempo de incluir ele na lista final. mesmo assim, com esse histórico, levo fé que este (o melhor já feito e um dos meus favoritos) entraria na lista. Mesmo assim, são aí mais de um ano e meio para hoje que ele deu as caras no GT5 via DLC. Ele está também na capa do GT6. E há um ano eu falava do pré-lançamento do jogo, já com a capa final em que o Vette aparece, com direito a versão do PS3 com o jogo incluso.

Alfa Romeo 8C Competizione

Alfa Romeo 8C - cima

Alfa Romeo 8C

Esse senhor é o pesadelo de todos que jogaram o Tour do Gran Turismo 5 em busca do ouro – negócio tão difícil que mesmo um piloto do naipe do Lucas baixa menos de 2s como recorde, de tão apertado que é o tempo. Dentre as provas normais do GT5, uma das mais complicadas de fazer com perfeição. Destaco que o som dele está entre os melhores da série na minha modesta opinião. Detalhe da cor, dei alguma sorte em conseguir o mesmo tom de vermelho vivo. E ele tem interior, com todos os nuances de curva da lataria, como se pode perceber. Não é meu carro favorito, eu honestamente o evito e fiquei feliz com a vindo do TZ3 no GT6 para engavetar o 8C.

Toyota 2000GT ’67

Toyota 2000GT 67 - cima

Toyota 2000GT 67 - frente

Toyota 2000GT 67 - santo antonio

Toyota 2000GT 67

Primeiro esportivo japonês, carro feito para quebrar recordes de velocidade, o 2000GT é um dos carros mais injustiçados da série Gran Turismo, mesmo sendo japonês. A miniatura conta até com o Santo Antonio tubular na parte interna, além dos espelhos e o detalhe nas rodas e faróis dianteiros. É uma das miniaturas mais caprichadas que eu tenho, e ao mesmo tempo tem o valor de uma comum, mesmo com todo esse capricho. A história do 2000GT também é muito bonita, recomendo aos leitores do blog buscarem um pouco sobre este carro, porque ele é uma das raízes pelo qual conhecemos os carros japoneses de corrida. Sem ele, quem sabe não haveria Godzilla e, na Toyota, o Supra, ou pelo menos não como os conhecemos.

Ferrari Dino 246 GT

Ferrari Dino 246 - cima

Ferrari Dino 246

A Ferrari que no começo não era vista como uma. Este é o únic0 modelo premium que tenho (sem sacanagem ou trocadilho com o jogo desta vez). Além do fato dela vir com teto targa,  ela recebeu um tratamento extra em relação aos demais modelos “comuns” da hotwheels. Este conta com rodas especiais, pneus de borracha com ranhura, limpador de plástico, pintura adicional no parachoque e nos faróis. É uma peça muito pequena, que exige um olhar mais cuidadoso, porque mesmo assim a pintura está ali, com o nome e todos os demais detalhes.

O que a torna especial e porque insisti em comprar ela, mesmo custando um pouco mais? Ela foi rejeitada no começo, por ser a primeira Ferrari com motor central e usar um motor pequeno, V6. Inicialmente ela deveria ser 1.5L, mas no fim aumentou a cilindrada e rendia 180cv. E ela foi destaque no anúncio do GT6, com reflexos e tudo mais a mostra, um belo modelo por conta dos paralamas mais salientes.

Ferrari Enzo

Ferrari Enzo - cima

Ferrari Enzo

Este não é um hotwheels, como se pode perceber. É o único modelo que tenho em metal. E eu adoro o aspecto envelhecido, meio fumê, que cada detalhe recebeu, em contraste com o polimento do metal nas áreas lisas. E eu nem mesmo sou o maior fã da Enzo ou de Ferrari… historicamente feita em homenagem ao dono da empresa, me parece um design atemporal, limpo e muito orgânico. Deu as caras no GT do PSP.

Ford GT

Ford GT - cima

Ford GT

Este modelo é um tanto maior, um dos mais vistos nos vídeos ao lado da P400 (abaixo). O Ford GT é muito mais detalhado justamente por ser maior. Atenção as rodas e entradas de ar, além da pintura. Aliás, em se tratando de listras, minha combinação favorita é essa, branco com azul. (de preferência invertido, o azul com listras brancas).

Ford GT teve vários momentos de destaque, sendo o maior deles a abertura no GT4. Ele também tem versões especiais do próprio GT, como o Spec II, que por sinal é um ótimo carro, que vale muito a pena ter na garagem. Fora que é a releitura do clássico GT40.

Lamborghini Miura P400

Lamborghini Miura - cima

Lamborghini Miura

 Se existe um carro antigo que não fosse um protótipo de corrida que era apelão no GT5, este era a Miura P400. Ela andava na frente da Murcielago no jogo, um verdadeiro absurdo, mesmo sendo um super carro, com motor grande e muito leve. Aliás, em muito se atribui a P400 o título de primeiro super carro, com seu motor transversal de 350cv iniciais, incomum para a época.

Teve seu momento de maior prestígio no pré-lançamento do GT5, com imagens de alta resolução mostrando a riqueza de detalhes do modelo, especialmente dos faróis, isto graças ao troféu Gran Turismo de 2008 no Pebble Beach Concours d’Elegance. E é um modelo feito pela Bertone, que infelizmente fechou as portas neste ano. Ela foi o último modelo antes da Lamboghini tomar sua forma final, no meu ponto de vista, com a Countach — que foi a sucessora da P400.

A Miura ainda foi escolhida num top-10 num programa da Discovery como o carro mais bonito de todos os tempos, graças as formas femininas, especialmente pelo detalhe dos faróis.

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9 de setembro de 2014

Recordes de Lucas_Raptors

Sabe quando tu tem uma coisa por fazer, você quer fazer, mas o tempo sempre te aperta e acaba te fazendo empurrar pra outro momento?! Bom, foi o que aconteceu com essa série de recordes feitas pelo Lucas, que capturei e acabei perdendo em meio aos tantos arquivos de captura que tenho aqui e estou colocando em ordem neste agosto passado. Eis que organizando reencontrei esse material de qualidade e pensei comigo mesmo “nunca é tarde para publicar bons vídeos de GT5″.

Licença A-8

Uma licença que soa simples e você repete algumas dezenas de vezes até pegar a manhã. Mas ele faz parecer fácil com o tempo de 13.783s.

Alaska 302A com Subaru

Esta é a melhor volta na sazonal contra-relógio da pista do Alaska de Gran Turismo 5. Não valia usar carros de corrida e tinham de ter 500PP ou menos. Mesmo assim foi uma volta muito rápida, com o baixo tempo de 1m21.497s.

Deep Forest no Corvette C6 Z06

Numa sazonal contra-relógio realizada em Deep Forest Raceway para carros que não fossem modelos de corrida com limite de 580PP ou menos, ele usou um Corvette com pneus desportivos duros. O tempo? 1m17.243s!

Godzilla em Eifel 208A

Na prova sazonal contra-relógio da pista Eifel 208A com o Nissan GT-R Black Edition afinado (GT Academy) com 580PP e pneus desportivos macio ele bateu 1m47.422s.

GT-R ’09 em Madrid

Já na prova sazonal contra-relógio na pista Madrid Circuit do Gran Turismo 5 correndo com Nissan GT-R Spec-V ’09 limitado a 550PP e pneus conforto macio ou inferiores. A volta suave, de condução limpa, resultou no tempo de 1m26.758s.

No Tour do 8C Competizione

Esta é uma das provas mais difíceis do GT5, pelo menos se o objetivo era tirar o ouro na prova do Tour que tem como carro um Alfa Romeo 8C Competizione na pista de Eiger. Neste vídeo o replay do recorde do Lucas da equipe Raptors com o tempo de 1m15.349s, até parece fácil, mas quebrar o tempo com este carro, nessa pista, com essa configuração exige algum treino até se acostumar com o 8C. Eu peguei um pouco de desgosto por este carro justamente por conta desse desafio.

De qualquer modo, foi uma volta bem executada, com maestria, e mesmo assim não faz sombra com a minha favorita feita por ele. A minha volta foi, sem dúvida emocionante, mas assistir ao último vídeo vai fazer você querer jogar Gran Turismo, com toda certeza, porque é uma volta no…

Inferno Verde com C7 Test Prototype

Em dezembro de 2012 o então novo Corvette C7 estava presente com a versão de teste final no GT5 e recebeu uma sazonal especial só para ele, bem ali, no fim de ano mesmo. O desafio consistia em dar uma volta em Nürburgring abaixo do tempo de 7m50s, com o carro totalmente stock, sem ajustes, de modo que apenas a habilidade e domínio de pista fossem o diferencial para obter o ouro e, além dele, tempos baixos. Na minha volta, que usemos como referência, foi o limite pro ouro, 7m49s, na volta dele se vê um momento magistral, de verdade, em que há o uso total da pista, em sua largura, às vezes tirando duas rodas do asfalto, com pé no metal o maior tempo possível, de ponta a ponta, resultando em uma volta de apenas 7m22s, algo muito abaixo do tempo do ouro. Honestamente, de todos os replays que já vi do Lucas, acho que somente o do Desafio X em Monza, onde ele guia com câmbio manual H o carro e faz ouro supera o que se pode ver neste vídeo:

Confesso que tenho saudades do GT5, porque o joguei muito mais do que ando rodando no 6. E é neste vídeo que percebo que a imersão de luz do GT5 era superior a do GT6, basta reparar o estouro de luz na coluna do carro conforme amanhece.

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Feliz aniversário (18 de agosto) – parte II

Eu disse que sempre ganhava um AE-86, bom, achei o vídeo do aniversário de 2013 aqui… e não foi um Toyota que ganhei!

E eu de quebra consegui a façanha de gravar sem o áudio, porque estava usando o Pulse Elite, mas eis o que acontecia no Gran Turismo 5 ao logar no dia do seu aniversário. Você ganhava um bilhete de carro do mesmo ano que você nasceu! (felizmente uma das boas coisas que foi mantida no GT6).

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2 de setembro de 2014

Então, hack na sazonal?

Como vencer sendo um péssimo piloto? Usando hack, é claro… este vídeo é a prova de que você pode ser um péssimo piloto e vencer tendo um carro **um pouco** acima da média… okay, neste caso, muito acima da média. E quando digo muito, quero dizer muito mesmo. Mesmo com uma direção insegura e uma volta desajeitada o rapaz consegue bater o melhor tempo. Melhor que isso, ele tem um Formula GT que pode vencer o quarto de milha, porque pega 475 km/h em apenas 400m. Uma verdadeira insanidade. E mesmo esse carro alienígena não o tornou um piloto melhor ou mais respeitado… assista e tire sua conclusão.

O preceito, entretanto, não é algo novo e já foi muito pior que isso, porque no GT5 isso, o uso de hack, era ainda mais bizarro do que o visto no vídeo acima, afinal havia pessoas que faziam uma volta em Le Mans em menos de um único segundo! E isso não é um palpite meu, eu gravei isso no ano passado:

Então, é claro que esses caras merecem meu mais profundo desprezo como fã de jogos de corrida, porque não há um pingo de habilidade de direção envolvida nisso. Hacks?! Tô fora.

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29 de agosto de 2014

Uma outra volta de Corvette C7…

O tempo não era o agora, mas sim o dezembro de 2012. O mundo não acabou naquele instante e GT5 era o que havia de mais moderno na série, havia recebido uma atualização rara que incluia o Corvette C7 Test Prototype, algo que seria a mula do C7 em versão de teste quase definitiva. Essa semana postei uma volta de desafio em Nürburgring 24h com Vette C7 Stingray 2014, pois bem, vamos recuar um pouco no tempo, para uma época que eu nem tinha placa de captura nem nada, mas já fazia finais emocionantes, daqueles de ficar na ponta dos dedos do pé na expectativa de “será que vai dar certo?”. Uma volta com o Test Prototype em Nur, direto da sazonal de 2012:

Foi ou não foi emocionante? Tinha apenas alguns meses que eu estava com o G27 quando fiz este vídeo.

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15 de junho de 2014

Diário de um piloto #3, #4 e LeMans!

Quebrando o cronograma dos episódios, a série chegou ao quarto episódio com um terceiro episódio editado várias vezes em razão de alterações das informações da PolyPhony.

A ampla trilogia do episódio 3

Não era intencional gerar 3 partes do terceiro episódio, mas acabou sendo a forma que encontrei para organizar e tornar mais fácil de assistir. A primeira parte relata somente o roadmap para todos os troféus do jogo, com algumas cutscenes do momento da minha conquista que estão em outros vídeos de como fazer ouro nos troféus de GT6. Se tornou maior do que eu esperava para passar todos os troféus e seguir com o vídeo, então decidi dividir o episódio 3 inicialmente em 2 partes, deixando a primeira para isso que eu havia prometido no episódio 2 da série. Todos os troféus de GT6:

A segunda parte do episódio 3 é o normal da série, vou falando sobre  as novidades do Gran Turismo 6, do DLC do Senna e dos diversos Vision (era só a BMW, então saiu o Mitsubishi e a Volkswagen liberou o seu Golf achatado GTI) que surgiram em apenas duas semanas, que foi o tempo a mais que demorou para sair o episódio. Foi bastante repicado, sendo editado 4x, então ao invés de descartar tudo e gravar do zero, optei por deixar o conteúdo que já tinha e ir atualizando conforme necessário, de forma a rir de mim mesmo pelas informações invertidas ao longo desse tempo. Explico um pouco mais a fundo este episódio, foi gravado inicialmente quando não havia previsão de lançamento do Senna, então tínhamos uma data e esperei chegar no dia, então atrasou tudo e deixei 2 dias para ver se saia…. não saiu e gravei mais um pouco, para no dia seguinte sair o conteúdo, que só fui gravar uns dias depois, porque preferi fazer os troféus do Senna…

Com a DLC do Senna, veio dois troféus extras que não estavam na primeira parte desse episódio monstro, então naturalmente fiz a parte 3 para complementar isso:

E isso finda o terceiro episódio, entre troféus, Senna e alguns Vision GT.

Episódio 4: Le Mans

Superei os atrasos das últimas semanas na criação desses vídeos e me superei, larguei o terceiro episódio seguido na mesma semana (foram os Ep 3 partes II e III e o Ep 4 em questão de 48 horas). Mas a pressa tinha motivo especial, nesse fim de semana rolou a prova de Le Mans, com uma grande expectativa, tivemos o retorno da Porsche na LMP1 (longe do GT), havia a Toyota com o TS-040 (quem não se recorda do TS-020 desde o GT2) e o sempre favorito carro da Audi, o R18 e-tron quattro (presente no GT6).

Se no Diário eu relatei a diferença de completar as 24 horas em La Sarthe no GT5 e no GT6, dada a diferença de tempo, no mundo real muito mais que acompanhar a classe LMP1 e o R18 (meu favorito na prova, mais exatamente o #1, com o brasileiro Lucas Di Grassi), este ano também acompanhei um pouco a corrida do Corvette Racing Team brigando com a Ferrari 458 na classe LMGTE Pro. Ferraris, por sinal, que aprontaram suas ferrarices… prova que a Toyota merecia levar, mas na ponta, acompanhando o Audi #2 ficar mais de 23 minutos no pit em reparos, sendo ultrapassado pelo irmão #1 e pelo Porsche (que abandonou a prova na 23ª hora) que seguia relativamente de perto. Mesmo assim ele, o número #2, venceu com 3 voltas de vantagem. Menos emocionante que 2011, quando corremos simultâneo, mas mais emocionante que no ano passado.

Vitória da Audi em 2014

Ano passado, por sinal, que foi trágico com a morte do piloto Allan Simonsen na saída da Tertre Rouge e rendeu vários tributos em homenagem ao piloto do Aston Martin. Como parte das homenagens promovidas em alguns grupos de Automobilismo Virtual, também fiz minha volta a bordo do Aston Martin DB9 ’06 no Gran Turismo 5, com carro stock, assistências desligadas, sem traçado, câmbio manual usando as borboletas, pneus desportivos duros e com volta válida. Meu tempo 4:46.180.

Com tudo isso, ficam apenas duas certezas: a de que Le Mans é uma das melhores provas do mundo (mesmo com a cobertura NULA por parte da tv brasileira, mesmo tendo o Bruno Senna e o Di Grassi correndo, este último no pódio, proeza que tem tempo que não víamos por parte de um brasileiro) e a de que ano que vem certamente será ainda melhor. Que venha Le Mans 2015!

Anteriormente…

Completei a prova no GT5 com o amigo Luiz Augusto duas vezes, uma com o Audi R10 (até aqui a Audi já ganhou), que gravamos a premiação:

Vez seguinte, repetindo o esforço e comemorando os 20 anos da única vitória japonesa com o motor rotativo da Mazda a bordo do 787B, o vídeo das primeiras horas da prova:

E, em breve, os 24 minutos de Le Mans no GT6 publicados no canal do YouTube, ao qual comentei no episódio #4 do Diário.

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  • Arthur Felipe: Os pilotos deveriam ter respeitado a linha branca da saída dos boxes.
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  • Vitor Correia: Triste mesmo, não é a toa que estão mexendo em muita coisa para o GT7, principalmente o...
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