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24 de abril de 2015

Circuitos de GT no Google – parte VI

Desembarcando agora em uma postagem mista de 6 locações reais do Gran Turismo via Google Maps. Não se perca, já passou por aqui a primeira, segunda, terceira, quarta e a quinta parte com um total combinado até o fim desta postagem de 36 circuitos.

Chamonix

Chamonix real

A pista de condição especial surgiu no Gran Turismo 4, se manteve com o mesmo traçado misto de asfalto e neve no GTPSP e então se tornou totalmente de neve com um novo traçado no GT5 em diante. Ambos os traçados do jogo são ficcionais, mas o local existe de verdade e foi palco dos jogos olímpicos de inverno de 1924.

No caso da versão dos Gran Turismo 5 e 6 ela recebeu variações de traçado leste e oeste e também uma variação curta (Chamonix Mini). Acima minha única volta disponível no canal no momento desta postagem, a bordo do improvável Hiunday de rali. E claro, há também um drift improvável nessa pista:

Por fim, Chamonix tem um easter-egg que é o balão, algo já falado aqui.

Balão de Chamonix

Infineon Raceway

Infineon Raceway - Sonoma - 2 traçados

Esta pista atualmente se chama Sonoma Circuit, se fez presente apenas no Gran Turismo 4 e no GT PSP, com dois traçados no complexo Sears Point (a saber, as variações são “sport” e “stock”). Não tenho vídeos meus correndo nela no GT4 ainda, mas apareceu em uma volta em outro jogo, o Ferrari Challenge Trofeo Pirelli com a (presente no GT5 e GT6) Ferrari F430:

Mas é claro que iria compartilhar a versão do PS2 no GT4:

Você provavelmente quer ver o circuito real, que no mesmo caso da minha volta com a F430, também perdemos de correr ali, porém agora com a Nascar:

Curiosamente Infineon tem uma pista de arrancada ao centro que não é usada no jogo.

Infineon Raceway

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy com variação de moto de 2005.

Fuji Speedway

Fuji Speedway 2015

Apresentada na série no Gran Turismo 4 Prologue com o traçado dos anos 1990, teve seu ápice dentro da série na versão final do 4 com traçados de 1980s, 1990s e duas variantes de 2005 (que são o mapa acima). Também se fez presente no GTPSP. Os traçados que perdemos no GT5 em diante:

Já que nos Gran Turismo 5 e 6 ela recebeu apenas a versão mais moderna com o traçado F (em verde no mapa acima) e o GT (com a chicane substituída pelo traçado amarelo na parte mais abaixo do mapa).

Melhor que isso apenas vendo o comparativo entre a versão real e a virtual.

Fuji Speedway está localizada em Shizuoka no Japão. Uma última curiosidade é que Fuji está catalogada como apta a receber o Visualizador de GPS do GT6 (via “Sports Drive Logger” – o CAN-ECU da Toyota equipado no GT86), então, se for dar uma volta de verdade por lá lembre-se de salvar as informações com um pendrive e ver no jogo depois.

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy no traçado de 2005.

El Capitan

El Capitan real

Apresentado unicamente no GT4 e presente no GTPSP, El Capitan poderia estar presente sem modificações atualmente, dada a alta qualidade da pista. O circuito é fictício, mas o local existe de verdade, fica no Parque Nacional Yosemite nos EUA. Juntamente com El Capitan temos, no mesmo local, as igualmente fictícias pistas de Cathedral Rocks I e II, que são traçados de rali.

No GT4 ela é o local das 200 milhas de El Capitan, o melhor modo de obter o MINOLTA Toyota 88C-V Race Car ’89 e então avançar sobre outras provas de resistência dentro do jogo. Curiosamente, a formação rochosa que aparece na pista, como se vê acima, existe de verdade. Fiz uma volta no PS2 gravada para o canal a bordo do Dodge Viper (em HD!):

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Circuit Ricardo Tormo

Circuit Ricardo Tormo

Localizado em Valência, na Espanha, originalmente é um circuito do Tourist Trophy, mas apareceu no Gran Turismo do PSP. Só isso seria o suficiente para o fazer figurar a lista, mas eis que algumas cópias modificadas (hackeadas) do Gran Turismo 4 foram rearranjadas para incluir o traçado do Tourist Trophy em seu set de pistas também. Abaixo uma volta no “Gran Turismo de moto” para reconhecimento do traçado:

E, claro, se tratando de uma pista real, não poderia deixar de colocar o traçado fora das telas:

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Spa-Francorchamps

Spa-Francorchamps

spa-courseFamoso pela Eau-Rouge, adorada pista palco da F1 como GP da Bélgica, Spa foi apresentada na série via DLC do GT5, sendo lançada em 18 de outubro de 2011. Vem no pacote de pistas do GT6, onde recebeu alteração climática e ciclo dia/noite.

E eu espero que nunca mais saia da série. Faltou uma prova de 24 horas nela, ou ao menos uma de 1000km, como existe de verdade e por onde passaram carros como Ford GT40 Mk.I, Sauber-Mercedes C9, Audi R8, Peugeot 908 HDi FAP e Audi R18, entre outros. Eu, por minha vez, encarei a pista na chuva para uma volta narrada a bordo de um RUF:

Mas você pode preferir ver a volta real no circuito:

Ou, quem sabe, ver como seria com um F1:

Ou essa recuperada inacreditável de reflexo para evitar um acidente nas mãos de Dino Zamparelli a bordo de um Formula 2:

Mas por falar da curva mais famosa do circuito, ela aparece no GT2 de forma muito discreta num teste de licença (que devidamente mexido com gameshark permitiu correr ali):

Lexus LF LC GT VGT em Spa

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Continua na parte VII

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16 de abril de 2015

Circuitos de GT no Google – parte V

Dando continuidade com a postagem da semana passada de locações reais do Gran Turismo via Google Maps, mais 6 pistas saem da tela do jogo para o mundo real (ou o contrário disso, enfim). Fique ligado, já tivemos a primeira, segunda, terceira e quarta parte. Até agora, ao todo, foram 30 locais visitados.

Mazda Raceway Laguna Seca

Laguna Seca

Sem dúvida, uma das pistas que mais gosto, está presente na série desde o GT2 e ao lado de Seattle (já vista aqui na primeira parte) era uma das minhas pistas favorita. Impossível não reconhecera icônica Corkscrew, ou Saca-rolhas se preferir em português. Entre o Gran Turismo 2 e o 5 havia prova de resistência de 200 milhas (90 voltas) nela, infelizmente se perdeu a série de provas de resistência no GT6. Entre meus vídeos, o mais recente foi a duríssima prova de nível experiente a bordo do Nissan 350z Concept LM Race Car.

Mas fiz também um pouco mais hard no passado a bordo do Prowler com o painel do jogo e traçado desligado (não repare as mancadas, eu era mais novato com o volante nessa época e muito menos habilidoso dentro do jogo que hoje).

Mazda Furai

Em termos de incidente, Laguna Seca é o “cemitério” do Mazda Furai, que se incendiou durante a gravação do Top Gear. Você pode conferir uma bela volta nessa pista lendária aqui com um improvável F1 da Ferrari (algo que nunca havia me ocorrido, confesso, possível no GT5):

Não daria ainda pra falar de Laguna Seca sem falar de um episódio de Top Gear UK no GT4:

E possivelmente o final mais emocionante possível com essa corrida:

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Tsukuba

Tsukuba

Surgiu no Gran Turismo 4 Prologue, recebeu versão molhada (wet) exclusivamente no GT4, que lhe rendeu um evento de condição especial, e se manteve desde então na série. No caso do traçado molhado, GT4 rendeu belas imagens com reflexos que se perderam na série. Em GT5 ela estava em 2 das provas de resistência, as 4 horas do Roadster (para o MX-5 Miata) e as 9 horas de Tsukuba, mas como no Gran Turismo 5 não havia progressão de tempo, se tornava realmente monótono pra completar as 9 horas de corrida. No Tourist Trophy após o Dunlop tem uma chicane como variação para corrida de motos.

Tsukuba wet - troppoimigliori

Mais recentemente fiz a supervolta nela a bordo de um Cappuccino EA11R com o mínimo de assistência (linha de condução e ABS em 1), mas forçando o carro a fazer o ouro praticamente stock, com um insano ganho de potência ao limite da prova (400PP) graças a melhorias no motor e redução de peso do capô, mas mantendo toda a suspensão e transmissão originais do modelo, o que tornou um tanto desafiante a condução do pequeno Suzuki com o volante Logitech G27 usando o câmbio H. O maior problema nessa prova eram os pneus Normal Duro (o pior composto do jogo), que gerava falta de aderência na saída de curvas, algo complicado a se lidar.

Para ver a volta real, não poderia escolher outro vídeo que se não o de Keiichi Tsuchiya no Arta NSX do JGTC quebrando o recorde da pista em 2004. O nome pode não ser familiar pra muitos, mas o cara é um Senna no Japão. Ainda mais que isso, Tsuchiya é famoso também por conta de um certo Toyota AE86 Sprinter Trueno, popularmente chamado de “Hachi-Roku”, conhecido por provas de touge (corrida na montanha) que atendeu como consultor do Initial D, cujo personagem principal (Takumi Fujiwara) é o personagem que o descreveria. É, estamos falando de uma volta rápida com o rei do drift (por usar essa técnica em provas que não eram de drift)!

O recorde pode tentar ser buscado no Gran Turismo com um modelo bastante parecido da Arta, mas em stock durante algumas voltas vi que é algo realmente duro a ser batido. E hoje o recorde é ainda menor, de 46s935, a bordo de um Formula Nippon.

Tsukuba wet - Rohrl-fan

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy, com variações.

Circuito de la Sierra

La Sierra

Aqui temos um caso curioso. O Circuito de la Sierra existe em grande parte, com certa proximidade com o mundo real, porém olhando no mapa há dois pontos que simplesmente não existem (estão marcados em amarelo). Este circuito está na região de Andalucia na Espanha, que fica próximo a Ronda, que é um local do Photo Travel. Por conta disso, mesmo sendo baseado em uma locação real, ele aparece como circuito original! Entre minhas voltas estão a do GT-R Nismo:

Mas se você quiser ver todas as provas do desafio de tempo nesse circuito, elas estão aqui. E também falei disso no episódio 10 do Diário de um Piloto.

Possivelmente um dos maiores circuitos já apresentados, Circuito de la Sierra tem 27km, pouco mais do que Nürburgring 24h, pouco menos que a Special Stage Route X. Nos presenteou com um novo modo de jogo, o rali de tempo com ultrapassagens e checkpoints.

Sierra

Goodwood Festival of Speed

Goodwood

Diferentemente da maioria das pistas apresentadas aqui na série, Goodwood é nova no Gran Turismo, veio no 6, e é totalmente real. Com 1.867m ela começa no rodapé e vai subindo. A região do Reino Unido tem várias curiosidades, como uma pista de corrida (esta ausente no GT), o hill climb que é onde ocorre o Festival of Speed presente no jogo e que teve a presença de muitos carros legais pra quem é apaixonado por automobilismo.

O Red Bull em Goodwood

E, é claro, no canal tem todas as provas de Goodwood, com os prêmios e tudo. Abaixo a volta com o X2010 Prototype, o último carro do desafio que vai se abrindo no decorrer do jogo.

Eles possuem um canal próprio no Youtube, caso queira dar uma olhada. Vale a pena. Pra quem quiser espiar alguns dos melhores momentos de 2014:

Historicamente a proposta do Goodwood Festival of Speed é genial! Fundado em 1993 por Lord March (o “mesmo” que lhe envia o convite no jogo), foi feito com a intenção de atrair a corrida motorizada e volta ao estado de Goodwood, mas não dependendo do circuito de corrida local (ausente na série, como disse), ele criou um evento seleto em sua própria terra com uma seleção pequena de participantes com carros históricos. Ironicamente o primeiro evento foi no mesmo dia das 24h de Le Mans, algo que agora é atento, além do calendário da Formula 1 (tornando o evento de Goodwood de data móvel). No ano seguinte o evento aumentou de um para dois dias. Em 1996 foi adicionado o terceiro dia e, em 2010, um quarto dia foi incluso para amostra dos motores, se iniciando na quinta-feira.

London

London

Aproveitando a estadia no Reino Unido, não tão distante de Goodwood está o traçado urbano de Londres que, obviamente, é real. O pequeno circuito London apareceu no GT5 Prologue e se manteve nos consoles de mesa desde então. No circuito se passa por locais conhecidos da cidade, como  a rua Piccadilly Circus ou a Trafalgar Square (ponto mais ao sul, com 2 losangos na imagem acima, que na realidade são dois chafarizes), que ficam no centro da cidade.

GT5 - London City Course

Já atendi volta narrada a pedido nessa pista.

Que também é palco de uma carteira do GT6:

Curiosamente como não tem pit-stop, é impossível reabastecer ou trocar pneus durante uma prova. Caso esteja curioso sobre como ver a versão real, não encontrei uma volta como em outras pistas citadinas, mas achei isto:

Toscana

Toscana

A última pista da quinta parte das pistas reais não é uma pista, mas uma locação. Assim como Eiger, Matterhorn, as Special Stage Route, Grand Canyon (estas vistas aqui), Costa de Amalfi, Grindelwald e Rome Night (vistas aqui), as pistas de Toscana se baseiam no local, mas não existem de verdade.

E eu naturalmente já corri diversas vezes nela, mas de volta narrada até o momento nela só tenho publicado esta (também com o Lancer):

F430 do RobsonB entrando com pé embaixo

Ela também dá as caras nas Curiosidades de Gran Turismo, com os carros sub-standard.

RobsonB correndo com a F430

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Continua na parte VI

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8 de abril de 2015

Circuitos de GT no Google – parte IV

Mudando um pouco a linha nessa semana, peguei a rota para circuitos reais no lugar de pistas baseadas em locais reais. Não viu que estamos na parte 4 e perdeu as anteriores, não se preocupe, elas aqui, aqui e aqui. Nelas estão circuitos e locais de pistas que não estão no GT6, que era o ponto principal. Agora, vamos elevar o nível!

Daytona International

Daytona

Sem dúvidas, icônico. Veio para a série no 5 juntamente com os carros da Nascar em dois formatos, o oval (em verde) e o de rua (pegando as entradas em amarelo), que tem uma primeira curva terrível quando se joga sem o traçado e sem indicador de marchas, é palco de uma sazonal de 24 minutos em que usei um outro “lendário”, o DeltaWing.

Ela também figurou uma outra volta narrada, com um Mazda RX-8. Tanto o road course quanto o oval de Daytona foram apresentados no Gran Turismo 5 Prologue e na versão final do 5, pulando o do PSP e voltando no 6, ou seja, desde o 5 Prologue no console de mesa. Circuito rápido, mesmo a versão road acaba necessitando de carros com uma boa velocidade final para obter sucesso. Caso do ainda ausente na série C7.R na pista real, caso queira comparar:

Indianápolis

Indianapolis

Ainda dentro dos EUA, temos a outra oval, famosa pelas 500 milhas, essa famosa pista sem inclinação é a meia-irmã mais velha de Daytona no jogo (na vida real, 50 anos), por assim dizer, já que tem uma história parecida, com o toque de estar apenas no Gran Turismo 5 e no 6, a tornando uma pista um pouco mais rara na série, embora seja famosa de sobra para se sobressair. Em verde temos o traçado oval e em amarelo o traçado road.

Corvette C7 Stingray em Indianápolis

O primeiro vídeo com ela foi justamente o da minha primeira prova com o Logitech G27 já em sua mais famosa prova, disponível apenas no GT5, as 500 milhas de Indianápolis:

Apesar dos percalços no andamento da gravação em 2012, deu pra ver que foi uma prova tranquila pra treinar com o volante. A pista também foi palco de teste quando em 01.12.2012 saiu como dlc gratuito o Corvette C7 test prototype, em uma série de testes contra outros Corvettes do jogo. E o vídeo mais famoso do canal com esta pista é o troféu de 3 voltas milagrosas no GT6:

Mas não são só provas de velocidade em si, há provas de drift também:

E, claro, como não poderia deixar de ser, há provas com carros da Nascar:

Corvette C2 Stingray em Indianápolis

Mas poderia muito bem ser um carro da F1, como podemos ver no circuito real para comparar, aqui:

Suzuka

Suzuka

Essa pista é figura carimbada em se tratando de Gran Turismo. Apareceu no GT4 e desde então está presente na série, com um traçado atualizado de 2014 no GT6. Com um traçado técnico, foi criada pela Honda em 1962 num raro circuito em formato de “8”, em que a pista cruza sobre si mesma.

002 NSX em Suzuka
Curiosidade de GT4, quer ver mais pesquise aqui no blog

Em termos de prova de longa duração, a pista era palco dos 1000km de Suzuka, baseada na prova real e indisponível no GT6. Ela já tirou a vida de vários pilotos e feriu muitos outros, o mais recente até o momento foi o de Jules Bianchi (cautela ao assistir, é uma cena forte):

Em termos de corridas memoráveis, como esquecer o recente Streamline?! Uma das voltas mais difíceis que já fiz, com um compacto das 4 horas persistindo duramente até extrair o ouro do bólido pré-segunda guerra Audi Auto Union V16 Type C Streamline de 1937 na super volta. No fim, um ouro mítico, com um tempo que beira um conto ou história de pescador, usando o DualShock3 para ir ao limite do velho carro quebrador de recordes.

Também tem o traçado menor (onde tem o corte em amarelo), em que dei uma volta narrada com a Stratos:

E é impossível pensar em Suzuka e não pensar no mestre Ayrton Senna guiando o NSX no mundo real:

Foi palco de um troféu também, o Explorador (o mais visto com essa pista no canal):

Gran Turismo 5 - Suzuka Circuit

E de mim, bom, me aconteceu um bug bizarro com a Formula GT durante os 1000km:

Por fim, claro, Suzuka é um dos terrores pra platina de GT5, por conta do Desafio X com o Red Bull X2010 do Vettel.

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Monza

Monza

Inaugurou presença na série no GT5 e se manteve no 6, mas é tão familiar de quem gosta de corridas que parece que sempre esteve na série.

É outra pista que dá as caras com o Vettel no GT5 (a terceira é Nürburgring).

O vídeo mais acessado do canal em que ela aparece é o do troféu de Vitória de marca única:

Claro, eu passei meus apertos nela também, ainda na época da GGT correndo online na GT300:

Pra ser melhor só a bordo de um Porsche GT3 no mundo real:

No Gran Turismo 6 recebeu uma versão com o traçado dos anos 1980, com menos áreas de escape e um traçado um pouco diferente por conta do DLC do Senna:

La Sarthe

La Sarthe

Oh, Le Mans. Famosa prova de 24 horas que demora 24 horas no Gran Turismo 5, a fiz 2x – você pode ler mais sobre isso aqui no blog. É um dos vídeos mais vistos do canal:

Tem um vídeo esquecido com um recorde meu usando o X2010 Prototype numa sazonal de La Sarthe ainda no GT5, que completei sem grande dificuldade, mas sem abusar muito do carro, usando o Logitech G27 com o tempo de 2:24.346 – o vídeo está em velocidade normal.

Mas a história de Le Mans é antiga e não é a toa que ela é a prova mais famosa do mundo, voltando aos anos 1920, o Automobile Club de l’Ouest (ACO, quem ainda hoje organiza o evento) criou uma competição que melhorasse tecnicamente de modo a favorecer o desenvolvimento do automóvel e suas tecnologias.

R89C em Le Mans

Em 1922 o clube anuncia a criação de um novo tipo de competição na Sarthe, uma prova de resistência, onde equipes de dois Pilotos (como fiz com o amigo Guto em 2011) por carro se alternam durante dia e noite. A primeira edição ocorreu entre 26 e 27 de maio de 1923 (a caminho dos 100 anos) num circuito perto da cidade de Le Mans, no departamento da Sarthe (daí o La Sarthe do GT), com 33 concorrentes inscritos.

Circuit de la Sarthe 2009 RobsonB GGT freios quentes

Atualmente as 24 Horas de Le Mans ocorrem em junho. E é claro que em se tratando do mundo real, eu jamais poderia deixar de mostrar a maravilhosa volta do 787B (e que aconteceu nos mesmos dias que eu corria as 24h do GT5 com o 787B):

Corri tantas vezes em Le Mans que até abusei da sorte correndo com o improvável Gillet Vertigo em uma das primeiras voltas narradas do canal:

Um fato curioso é que o GT tem a versão 2005 (vídeo abaixo) no GT4, onde ela inaugurou na série, recebendo atualização de traçado de 2009 no GT5 e a 2013 no GT6 (que tem todas essas variações, desde a 2005).

E é claro, ainda falando de 24 horas (que no GT6 são minutos, vai entender), ela figurou no Diário de um Piloto:

Finaleira pra prova!

Teve tributo ao piloto Allan Simonsen, que perdeu a vida em Le Mans 2013, como parte das homenagens promovidas em alguns grupos de Automobilismo Virtual, segue a minha volta a bordo do Aston Martin DB9 ’06 no Gran Turismo 5.

E tem uma das minhas voltas que mais gostei, que realmente me orgulho, mas que não é das mais famosas do canal, foi com o Citroën by GT Race Car de 600PP, corrida com a visão de cockpit e sem traçado a noite.

Por fim não dá pra pensar em Le Mans e não lembrar do terrível acidente de 1955.

Top Gear Test Track

Top Gear Test Track

Presente apenas no Gran Turismo 5, a pista de teste baseada no aeródromo de Dunsfold Park em Surrey, Inglaterra, é palco do programa Top Gear para teste de velocidade e a estrela do quadro “Carro de preço razoável” que recebe famosos para dar uma volta com o mesmo carro, que naturalmente é um modelo barato.

Top Gear BBC - Jeremy POWEEERRR

Como ela passou para o Forza acabou não retornando no GT6, mas apresentou uma curiosidade única pela primeira vez na série: um cruzamento direto. Já que, assim como Suzuka, Top Gear Test Track é um “8” em que parte do traçado da pista cruza sobre si mesmo, mas diferentemente de Suzuka, que essa transposição ocorre por elevado, em Top Gear elas ocorrem no mesmo plano pela primeira vez na série.

db9 pisca alerta

Uma outra curiosidade no GT5 é que na introdução de Top Gear em eventos especiais, quando Stig usa o Aston Martin, este DB9 é o primeiro carro da série a mostrar o pisca alerta ligado. E como se diz, além de cuidar quem está a frente e atrás, em Top Gear tem que cuidar quem vem dos lados também – a menos que queira sofrer um acidente, ou no caso dos desafios, uma desqualificação por impacto.

Top Gear foi uma das pistas menos usadas da série, mas esteve presente no encerramento do serviço online do jogo, uma despedida merecida. Um fato curioso, assim como a Special Stage Route 7, esta pista não tinha boxes, o que impossibilitava reabastecer ou trocar os pneus.

sazonal final gt5 - tela com ouros

The Stig

Mesmo assim, sentimos sua falta The Stig.

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3 de abril de 2015

Carros Únicos de GT | Diário ep. 14

Este episódio trata de um tema polêmico entre os jogadores no que se trata ao volume de carros do Gran Turismo. No GT6 consta que temos 1199 carros, mas quantos destes são únicos?

O cálculo é um pouco difícil, porque por um lado é interessante ter todos os anos de cada modelo, se possível, incluindo suas variações regionais, mas por outro lado isso inflaciona o total de carros e o resultado é um número irreal do que de fato é oferecido dentro do jogo.

Partindo do princípio mais radical, cortei todos os modelos que são iguais esteticamente ou que tem uma pequena variação, mas que não justifique sua permanência no total.

Então, quantos carros tem no GT6?

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17 de janeiro de 2015

Diário de um piloto – segunda temporada

Essa semana saiu o segundo episódio da segunda temporada da série, no episódio 11 foi feito um compacto com todos os episódios, nesta semana comecei falando dos editores de pista, retomando o assunto sobre os traçados criados pelo jogador, porque acredito que isto seja uma das novas tendências para uma renovação da franquia e também uma forma de se burlar, porque não, direitos para se ter versões amadoras desenvolvidas a partir do jogo de traçados famosos de circuitos reais que não estão no jogo.

Seria o fim do “queremos tal pista”, porque certamente haveria alguém para criar.

Compacto de episódios

Retomando agora em 2015 a série do meu Diário como jogador de games de corrida, o primeiro episódio é um compacto dos 10 primeiros episódios. E dele, semanalmente, todas as sextas-feiras novos episódios estarão no ar.

Neste episódio há desde o meu chute de como deveria ser a homenagem ao Senna, algumas tiradas com os Vision, com o consumo de espaço do HD, a dica de ajuste de rotação do G27 pelo volante, um pouco de Route X em busca da platina, o troféu de salto gigantesco na lua… enfim, um apanhado geral.

Editores de pista

Desde sempre o sonho dos jogadores de corrida é poder criar seus próprios traçados de pista com liberdade. Gran Turismo 5 foi o único da série a permitir isso, dando ao jogador a chance de ter traçados únicos baseado em uma série de ambientes e uma pequena quantidade de opções. Mas esse desejo já se fez presente ainda no primeiro PlayStation, então, onde foi que as desenvolvedoras erraram?

Apresento neste episódio o criador de pistas do Motor Racer 2, um jogo de motos com um modo de criação simplesmente épico para consoles e apresentado em 1998, o mesmo ano do primeiro GT.

Sigo falando do Projeto Vision, que entre o episódio 10 e este teve 3 novos carros, e de novidades do novo Ford GT e dos boatos do Gran Turismo 7.

E não se esqueça de se inscrever no canal do Youtube! Isso e a página no Facebook.

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7 de janeiro de 2015

Route X – Underground Test Track

Em dezembro de 2013 fiz praticamente uma prova de resistência na Route X. O motivo era queimar os mais de 12 mil quilômetros para obter a platina do GT6, planejadamente, no dia 01/01/2014 às 00:10. E rolou, como se viu no segundo episódio do Diário de um piloto. De tanto rodar em tantos horários diferentes e pelo traçado ser simplesmente duas longas retas interligadas, eu comecei a observar o entorno da pista. Me parecia natural naqueles dias que haviam dois traçados distintos a julgar pelo elevado que corta a pista. Mas depois disso acabei deixando de lado e nunca mais voltei meus olhos para esse circuito original do GT5.

E isto ficou assim até eu ver em algum lugar do Facebook ao qual simplesmente não consigo mais achar o link para postar aqui — o Face é meio ruim de localizar informações, especialmente quando você participa de muitos grupos do mesmo assunto (GT) e usa o celular — com informações sobre a Route X. Reconheço, de fato, informações que vão além do que eu iria postar anteriormente (que não publiquei por ser mais especulativo). O ponto central do link era que alguém decodificou alguns arquivos e encontrou imagens de um segundo traçado da gigantesca Rota X. Arrisco que seja até maior que o original em seus 30km. O que se descobriu escondido dentro do GT6 não era a pista, em si, mas o planos de fundo que são usados nos menus dela durante o carregamento. E o que se vê é impressionante. Isso e o mapa dela que eu fui atrás de espiar na oval e fechou certinho. Ela existe, apenas não é acessível. Aliás, a pista toda ao que parece está ali, bem diante de nós.

As imagens de fundo começam pelo que todos conhecemos, está escuro, mas esta é a parte elevada. É possível ver discretamente abaixo a passagem da oval, paralelo, o que me faz pensar que pode ser o trecho de reta ainda:

GT6 Route X - Underground Test Track 1
Este trecho todos conhecemos

É claro que essa pista já existe, ela apareceu antes do GT6 sair num teaser do então novíssimo Acura NSX Concept. Então, esses dados existem desde antes do GT6, mas por alguma razão ainda não foram disponibilizados. Abaixo, um trecho que é impossível ver de fora, um dos túneis. Mais abaixo posiciono no mapa onde eu acredito que esse trecho fique.

GT6 Route X - Underground Test Track 2

O que se vê é uma pista de teste extrema em todos os sentidos, não apenas pela longa reta que ajuda a atingir a velocidade máxima, mas também auxilia em testes extremos de peso aerodinâmico e manobrabilidade em altíssima velocidade. A chance de testar um downforce tão absurdamente grande que se poderia permitir levar carro a literalmente andar de ponta cabeça e dar um looping num túnel fechado ou andar de lado numa parede.

GT6 Route X - Underground Test Track 3

E é claro, em aderência lateral, de modo a se poder testar o deslocamento em uma curva, num teste extremo para a suspensão do carro. O que me faz pensar que ela foi abandonada por quem sabe ser irreal demais, quase um traçado de hotwheels devido ao exagero.

Spillway

E essa imagem acima, da saída do túnel, que tem nada menos que 2 anos (de muito antes do GT6 – que completou 1 ano e 1 mês já). Note que muito dessa pista já estava pronto ainda naquela época, se não toda ela. Qual a novidade agora então? Em novembro passado alguém abriu o GT.VOL (um arquivo de dados do jogo) que, entre outras informações, contem as imagens que ficam de fundo durante o carregamento da pista (logo que passa a segunda bandeira no loading). E ela está lá, junto com as outras. E além das imagens há o traçado do mapa.

GT6 Route X - Underground Test Track 4

Vale relembrar a postagem de janeiro de 2013, aquela do teaser do NSX, porque além da Rota X com túnel, havia ainda a inédita Willow Springs (presente no GT6) e uma saudosista Seattle Circuit (ainda desaparecida), além de outras imagens de cenário que nunca deram as caras na série desde então. O traçado é ainda mais interessante, pois sugere um looping como o de Cape Ring e trechos com curvas diversas. A diferença, claro, é a escala. É insanamente grande, tudo projetado para alta velocidade.

GT6 Route X - Underground Test Track 5

Repare na quebrada reta logo no começo da volta (na reta menor, depois da maior curva de retorno da história), aquele desnível existe de verdade na pista oval se você fosse pegar o caminho para o elevado, como se pode conferir abaixo.

O que se vê da oval

Partindo com a câmera do jogo, tentar fazer o máximo de fotos possíveis desse traçado adicional. A começar pelo ponto onde seria a troca de pista para pegar o retorno elevado.

Route X - Saída de pista

Avançando um pouco se vê o ponto que tem a divisão da pista, de onde se começa a subir, exatamente na marca dos 2400m.

Route X - elevado

Olhando de cima da subida da reta do traçado oval, o gigantesco retorno em relação a sua dimensão no mapa.

Route X - elevado 4

Seguido da extensão, num dos trechos mais óbvios desse segundo traçado.

Route X - elevado 2

E terminando, até onde se consegue ver, em um paredão escavado de onde se tem uma curva que ao que tudo indica em aquela inclinação enorme também, ao melhor estilo da lendária Red Rock Valley de Gran Turismo 2.

Route X - elevado 3

Deste ponto fiz a volta para conferir onde a pista se aproximava do ponto de retorno pro começo… e está ali, o ponto onde o concreto se aproxima da pista, exatamente antes do ponto do túnel, na altura do quilometro 8500 na reta de retorno.

Route X - contorno do tunel

E após (ou antes, se estiver fazendo a volta normal na Route X oval) do túnel o ponto onde a pista se afasta para o 360°.

Route X - retorno

A curva de looping 360° é uma estrutura gigantesca no mapa, quase como um estádio.

Route X - ring 2

Mas infelizmente é impossível ver qualquer coisa de seu interior, do mesmo modo que todo o trecho de curvas anteriores.

Route X - ring

Interessante, embora exagerado, é o jogo que curvas após o looping, em que se andaria de lado na parede já mirando a outra, que é quase um 360° para a reta de retorno.

Route X - retorno 2

Uma vista mais abrangente permite ver bem isso. E note que o zoom nem estava muito grande, devido as dimensões dessa panorâmica.

Route X - miolo

Acredito que essa seria uma das curvas mais divertidas e, sem dúvidas, muito melhor que o oval sem sal da Route X.

Route X - balão

Pense a insanidade de fazer a curva antes da reta com uma inclinação muito maior, sem falar na força G gerada em alta velocidade, já que é uma curva muito mais fechada.

Route X - balão de retorno

Aqui, com zoom, dá pra ver as 6 pistas e um ângulo impossível com o carro se projetando quase de ponta cabeça.

Route X - balão de retorno zoom

E o desafio seria entrar e sair dessas curvas extremas, já que elas tem pontos de corte. Nos de entrada até não é tanto o problema, já que vindo rápido você estaria jogado no lado oposto desses cortes, mas nas saídas certamente seria um desafio, especialmente nessa curva anterior de 180°

Route X - balão de retorno zoom começo

E é por tudo isso que eu acredito que a Route X Underground Test Track teria sido a pista mais incrível do GT5, melhor que as insossas Route X oval e Special Stage Route 7 (SSR7).

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30 de novembro de 2014

Progresso de GT6

Depois de, em 2012, ter o progresso de 100% no antecessor GT5, agora em menos de um ano e sem pressa alguma eis que completei o 6 de ponta a ponta. Lembrando que a primeira coisa que completei no jogo com ouro foram as carteiras. As licenças do Gran Turismo sempre foram desafiantes, mas como em tudo do sexto jogo, aqui elas são mais tranquilas de serem completadas, sendo a Super mais fácil que se tem notícia… tirando, quem sabe, S-4 e S-5 no controle, dado que são carros pesados, mas nada tão impossível.

 GT6 - Status

Não apenas fazer as carteiras com ouro, todas as provas e campeonatos, as pausas de café, corridas de marca e eventos especiais que vão de Goodwood ao Red Bull Challenge, com a adição da homenagem ao Ayrton Senna. Passei todas as provas, muitas delas no controle DualShock 3 para reforçar que este é de longe o mais fácil Gran Turismo já lançado. Embora com a atualização 1.12 eu tenha sentido na pele que jogar no controle ficou mais difícil, devido a demora do carro iniciar as manobras de curva.

Me faltava alguns eventos de pausa de café, o Red Bull Standard e Fan Car, além de um campeonato da Internacional A (o temível Kart 125 shift, que eu completei as provas separadamente, mas não havia ganho o campeonato até então). Num sábado inspirado encerrei o jogo. E o que me motivou a isso foi a comunidade:

GT6 - comunidade

Agora ela exibe o progresso do jogo. Minhas considerações sobre o Gran Turismo 6 se resumem em… gostoso de guiar. Quando tentei inicialmente o kart 125 shift era medonha a dificuldade, mas algo mudou e agora está mais fácil. Mesmo errando muito eu conseguia tomar a liderança, algo que não acontecia quando tentei ainda na versão 1.02 assim que comprei o jogo. Me impressionei também com o Desafio X, porque realmente foi um pesadelo no GT5 (algo que tirou a platina de muita, mas MUITA gente), dada a facilidade de pegar o Vettel e fazero ouro, que no meu caso saiu na primeira tentativa com o fan car. O que era impossível se tornou mediano no 6.

Tela final

Me parece que a PDI teve medo de tornar o 6 tão difícil quanto o 5 nessas provas ao p0nto de quase retirar todo o desafio. Então, ainda guardo mais orgulho dessa tela antiga acima do GT5 totalmente fechado do que de ter tido o 100% do GT6. Você, no meu lugar, certamente também o teria, afinal, se jogou e tirou o bronze pelo menos no Desafio X do 5 e foi até o mesmo do 6, sentiu um carro mais letárgico, menos potente e com uma margem de tempo pro ouro que não era generosa assim no 5, sem contar a ausência de penalizações, onde antes um resbalão na grama era fatal, agora é um atalho. Fiz no controle no GT6, passando o Vettel sem muito esforço.

Viper evento final Classe B GT6

Entretanto, depois disso tudo, posso dizer com segurança, o sexto título da série foi mais abrangente e divertido que o anterior. A variedade de provas, uma escalada gradual que permite concluir o jogo ignorando os carros de aniversário e, ao mesmo tempo, complicado por não presentear com carros a cada instante. Se o esquema de pagar para ter créditos foi um tiro na água, o jogo se mostra valoroso quando se desliga algumas coisas, se usa um bom volante e carros não tão apelões… meu caso com a víbora acima, que me deu o final curto do jogo contra carros maiores.

O Red Bull em Goodwood

E Goodwood foi uma adição muito bacana que torço não se perca mais. Se saiu melhor e mais interessante do que o Top Gear UK foi no 5, mesmo tendo sentido a perda daquela pista no jogo recente. O grupo de tv simplesmente era um dentre vários eventos especiais, longe do Goodwood, que se manteve presente a medida que o jogo progredia. Essa receita é sucesso e se for mantida no GT7, certamente deve agradar e manter o rodízio de eventos mais interessante. Ao invés de saturar o jogador, ela vai sendo rodada progressivamente.

Camiseta e boné GT6 do RobsonB

E, claro, assim como GT5, o 6 padeceu de atualizações intermináveis. Se agora, na 1.14, o jogo finalmente parece “pronto”, esse sentimento não era verdade pra quem o pegou em dezembro de 2013. O que se via lá era um jogo em meio passo, com muitas promessas e “pouca” coisa. Apenas relembrando, na 1.02 não havia desafio Red Bull, nem Visions e, o pior de tudo, não havia a homenagem ao Senna que estava estampada na capa. Não havia nem prazos, como hoje estamos com o recurso de criar pistas. Também não tinha ainda o registro de dados e o importantíssimo Visualizador de GPS (muito usando, não?!).

Menu Tributo Senna

Mas por falar em Ayrton Senna, esse é um item do jogo que vale uma nota, porque simplesmente ficou aquém do que poderia ser e se esperava.É legal, mas todos, sem dúvida, esperavam Mônaco, na chuva, com a McLaren vermelha e branca do Marlboro… ou a clamada Interlagos num desafio, nem que de kart. Mas nada disso aconteceu, ficamos confinados ao Lotus 98T e antecessores que já estão empoeirados no jogo. E o pior, devido as restrições contra bebidas e, ainda mais forte, contra cigarros, patrocinadores “populares” de eventos esportivos nos anos 1980, o que se vê são carros históricos deturpados, como aconteceu com o “Team Lotus Special”. Ignorar o Marlboro, JPS ou Martini é complicado quando se fala de carros quase lendários.

Lotus 97T

E por falar também em coisas lendárias e históricas, GT6 nos brindou com um um tanto entediante desafio na lua, usando um LRV para correr em baixa gravidade. Por mais que eu desgoste do desafio lunar, hei de reconhecer que foi algo novo e diferente na série. Muitas vezes reclamamos que não criam nada de novo para nós, jogadores, mas o GT6 renovou a série ao seu modo, expandindo para todos os lados, do kart a lua.

GT6 Missão Lunar

Por um lado, teve seu ponto de destaque positivo, mas há baixas. Entre as que mais senti falta estavam o museu do GT5, que com o fim do suporte online se esgotou completamente e se perdeu “para sempre”. Bom, o conteúdo pode voltar no futuro, mas retomar o que existia se perdeu em definitivo, mesmo tendo o GT5 atualizado em mãos. Uma lástima.

museu (2)

E, pra quem curte desafios mais extremos, temos as corridas de 24 horas… bom, tínhamos. Elas se tornaram 24 minutos, o que no caso de Nürburgring beira o ridículo, já que isso dá coisa de 3 voltas… algo muito longe do que foi a pedreira do GT5, que antes de uma atualização sequer permitia parar a corrida em algum ponto, te obrigando a percorrer 24 horas direto. E isso me deu uma das minhas melhores lembranças na série, encarar junto ao amigo Guto essa parada não uma, mas 2x, algo que só seria ainda mais memorável se tivéssemos os volantes naquela altura.

DSC00814m

No 6 não temos esse desafio, a prova acelerada de menos de meia hora é o máximo de “resistência”, coisa que qualquer jogador habitual da série passa numa pegada só vários eventos desses, especialmente num fim de semana. Como tudo foi facilitado ao limite, pude até brincar para fazer a platina do GT exatamente na virada de ano, em menos pouco mais de uma semana com o jogo, mesmo trabalhando integralmente naquele período. E isso que fiz ela praticamente sem usar carros de aniversário – usei apenas 2, o Audi R18 e o Huayra, pra agilizar o processo.

R4-RobsonB com GT6 platinado

Em tempo corrido mesmo foi coisa de 2 dias, ou seja, em termos de tempo, duas provas do GT5 me consumiram mais tempo para alcançar essa platina que o jogo todo na edição seguinte. E o que levo disso, além dos bons momentos, da diversão, é que agora vou tentar correr um pouco mais online (algo que sempre pesou comigo por conta do acesso) e tentar correr com todos os carros do jogo. No GT5, não sei se disse alguma vez aqui, eu tentei fazer isso. Devo ter rodado com uns 500 carros do jogo, ao menos, por uma única vez no mínimo. No GT6 quero fazer as sazonais com carros improváveis, aqueles que ninguém escolhe. Já usei o popular “Uno”, a perua Volvo 240, a enorme Dodge Ram, o Camaro que está desde o primeiro GT contra carros do naipe do HSV-010… e eu quero mais nesses desafios. Então, não perca de vista o canal no Youtube. Certamente as próximas lembranças terão registros muito bons.

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11 de novembro de 2014

As miniaturas do RobsonB

Quem acompanha a série do Diário de um Piloto deve ter percebido ao fundo que há uma crescente coleção em pleno andamento.

Eis que entre as minhas várias metas para 2014 estava a de adquirir uma miniatura por mês de Hotwheels, mas não qualquer carrinho, apenas os que eu notasse que se enquadravam em modelos reais. Não cumpri bem a risca, mas tenho feito algum progresso e em se tratando desses carrinhos. Há ainda muita porcaria nas lojas, há muito modelo deturpado e há aqueles fantasiosos demais que eu passo batido, mas em meio a tanta variedade ainda há para aqueles que filtrarem um nicho de carros em uma minúscula escala que atendem ao objetivo de quem quer ter miniaturas de carros de produção reais sem firulas. E são ricamente detalhados, a cada ano que passa mais.

Isso veio de encontro com uma outra compra que certamente faz o seu gosto, sim, o gosto de quem lê espaço, afinal, amamos carros. Falo do livro 1001 carros para dirigir antes de morrer. Pois bem, de todos os meus carros (não são muitos… ainda) apenas um não estava no livro – o Mazda Furai, que irei pular por agora. Os demais todos estão no livro (com a breve exceção do Corvette C7), então se tornou algo realmente interessante para ver o mesmo carro escolhido nessa fina coleção por todos os lados e como o gosto geral se assemelha entre os que gostam. Comprei muitos desses carros muito antes do livro, então não o tinha por referência, mesmo assim batemos nos mesmos modelos. Vale lembrar também que como enorme fã de Gran Turismo, tento sempre priorizar os modelos que tem no jogo e que já corri – até mantendo em parte o mesmo espírito do livro. E é isso que quero compartilhar e incentivar você a fazer.

Dodge Viper ’03

Dodge Viper 03

Dodge Viper 03 - cima

Essa miniatura é muito antiga, reparem que nessa época ainda não se fazia o interior, então posso parafrasear o GT e dizer que essa é uma miniatura standard. O Viper é uma paixão antiga que eu tenho, sempre gostei muito (mesmo torcendo o nariz pro modelo novo). Gosto tanto, que ele só está atrás da Lamborghini Gallardo nos meus favoritos, logo acima do Mazda RX-8. Tenho outra miniatura dele, maior, escala 1:24, que por sinal é conversível e igual ao da foto do livro, mas não vem ao caso porque o conteúdo aqui é o dos Hotwheels mesmo. Mesmo sendo tão antigo, o modelo era muito bem trabalhado externamente. O coloquei primeiro aqui por ser o mais antigo que possuo. E ele é antigo na série também, está na capa do primeiro GT (o ’97 GTS, e também na retrogamer) e este da foto no GT4 em diante como um carro realmente difícil de lidar guiando com tudo off.

Viper evento final Classe B GT6

Viper esteve entre minhas lembranças dos 15 anos de GT. E também usei ele em sazonais. Esta miniatura apareceu no blog já, na macro derradeira. Por fim, foi a bordo de um Viper desses que completei a primeira parte do GT6 (o campeonato de evento final da Classe Internacional B – final curto – imagem acima).

Ford Mustang GT500

Ford Mustang GT500

A traseira não é alta, é que no livro a folha estava mais pra cima neste lado. Esse modelo é daquela coleção comemorativa dos 50 anos do Mustang, se trata do modelo de GT de 1969, o último ano dele, com interior e as janelas laterais abertas. Dá pra notar que as rodas imitam o desenho original e até a parte inferior do carro e parachoques mantém a linha. Faltou só os espelhos. Mesmo assim é uma miniatura muito rica de detalhes, como se pode perceber, por exemplo, na entrada de ar lateral ou na maçaneta da portam, ou do corte do capô.

Possivelmente é o Mustang mais bonito já feito, um dos mais icônicos. Este modelo que deu origem a reestilização de 2005 que vinha até agora como o Mustang atual, com uma das lanternas mais lindas já fabricadas (os 3 riscos verticais). Em definitivo, o carro era tão harmônico que o usaram de base e ainda é um sucesso. Este modelo veio depois do famosíssimo Mustang Shelby GT500 1967, popularmente chamado de Eleanor por conta do filme 60 segundos (que, aliás, seria presença garantia numa lista de filmes com carros).

Dodge Charger Daytona

Dodge Daytona - cima

Dodge Daytona angulo

Dodge Daytona

No livro escolheram o Plymouth  Road-Runner Superbird, mas citam o rival dele que era o Dodge Charger Daytona. Como se pode perceber era impressionantemente similar o desenh0 de ambos. Dá pra perceber em relação aos outros que tenho que esse é o maior hotwheels que possuo, um tanto mais comprido e com a asa o tornando um dos mais altos também. Não curti a roda traseira tão maior, mas mesmo assim o Daytona é conhecidíssimo, então estou feliz de ter pego este.

 

Corvette C7 Stingray

Corvette C7 Stingray - lado

Corvette C7 Stingray - traseira

Corvette C7 Stingray

Todos os Corvette estão no livro, menos o C7, quem sabe porque ele veio depois que o livro foi concluído e não daria tempo de incluir ele na lista final. mesmo assim, com esse histórico, levo fé que este (o melhor já feito e um dos meus favoritos) entraria na lista. Mesmo assim, são aí mais de um ano e meio para hoje que ele deu as caras no GT5 via DLC. Ele está também na capa do GT6. E há um ano eu falava do pré-lançamento do jogo, já com a capa final em que o Vette aparece, com direito a versão do PS3 com o jogo incluso.

Alfa Romeo 8C Competizione

Alfa Romeo 8C - cima

Alfa Romeo 8C

Esse senhor é o pesadelo de todos que jogaram o Tour do Gran Turismo 5 em busca do ouro – negócio tão difícil que mesmo um piloto do naipe do Lucas baixa menos de 2s como recorde, de tão apertado que é o tempo. Dentre as provas normais do GT5, uma das mais complicadas de fazer com perfeição. Destaco que o som dele está entre os melhores da série na minha modesta opinião. Detalhe da cor, dei alguma sorte em conseguir o mesmo tom de vermelho vivo. E ele tem interior, com todos os nuances de curva da lataria, como se pode perceber. Não é meu carro favorito, eu honestamente o evito e fiquei feliz com a vindo do TZ3 no GT6 para engavetar o 8C.

Toyota 2000GT ’67

Toyota 2000GT 67 - cima

Toyota 2000GT 67 - frente

Toyota 2000GT 67 - santo antonio

Toyota 2000GT 67

Primeiro esportivo japonês, carro feito para quebrar recordes de velocidade, o 2000GT é um dos carros mais injustiçados da série Gran Turismo, mesmo sendo japonês. A miniatura conta até com o Santo Antonio tubular na parte interna, além dos espelhos e o detalhe nas rodas e faróis dianteiros. É uma das miniaturas mais caprichadas que eu tenho, e ao mesmo tempo tem o valor de uma comum, mesmo com todo esse capricho. A história do 2000GT também é muito bonita, recomendo aos leitores do blog buscarem um pouco sobre este carro, porque ele é uma das raízes pelo qual conhecemos os carros japoneses de corrida. Sem ele, quem sabe não haveria Godzilla e, na Toyota, o Supra, ou pelo menos não como os conhecemos.

Ferrari Dino 246 GT

Ferrari Dino 246 - cima

Ferrari Dino 246

A Ferrari que no começo não era vista como uma. Este é o únic0 modelo premium que tenho (sem sacanagem ou trocadilho com o jogo desta vez). Além do fato dela vir com teto targa,  ela recebeu um tratamento extra em relação aos demais modelos “comuns” da hotwheels. Este conta com rodas especiais, pneus de borracha com ranhura, limpador de plástico, pintura adicional no parachoque e nos faróis. É uma peça muito pequena, que exige um olhar mais cuidadoso, porque mesmo assim a pintura está ali, com o nome e todos os demais detalhes.

O que a torna especial e porque insisti em comprar ela, mesmo custando um pouco mais? Ela foi rejeitada no começo, por ser a primeira Ferrari com motor central e usar um motor pequeno, V6. Inicialmente ela deveria ser 1.5L, mas no fim aumentou a cilindrada e rendia 180cv. E ela foi destaque no anúncio do GT6, com reflexos e tudo mais a mostra, um belo modelo por conta dos paralamas mais salientes.

Ferrari Enzo

Ferrari Enzo - cima

Ferrari Enzo

Este não é um hotwheels, como se pode perceber. É o único modelo que tenho em metal. E eu adoro o aspecto envelhecido, meio fumê, que cada detalhe recebeu, em contraste com o polimento do metal nas áreas lisas. E eu nem mesmo sou o maior fã da Enzo ou de Ferrari… historicamente feita em homenagem ao dono da empresa, me parece um design atemporal, limpo e muito orgânico. Deu as caras no GT do PSP.

Ford GT

Ford GT - cima

Ford GT

Este modelo é um tanto maior, um dos mais vistos nos vídeos ao lado da P400 (abaixo). O Ford GT é muito mais detalhado justamente por ser maior. Atenção as rodas e entradas de ar, além da pintura. Aliás, em se tratando de listras, minha combinação favorita é essa, branco com azul. (de preferência invertido, o azul com listras brancas).

Ford GT teve vários momentos de destaque, sendo o maior deles a abertura no GT4. Ele também tem versões especiais do próprio GT, como o Spec II, que por sinal é um ótimo carro, que vale muito a pena ter na garagem. Fora que é a releitura do clássico GT40.

Lamborghini Miura P400

Lamborghini Miura - cima

Lamborghini Miura

 Se existe um carro antigo que não fosse um protótipo de corrida que era apelão no GT5, este era a Miura P400. Ela andava na frente da Murcielago no jogo, um verdadeiro absurdo, mesmo sendo um super carro, com motor grande e muito leve. Aliás, em muito se atribui a P400 o título de primeiro super carro, com seu motor transversal de 350cv iniciais, incomum para a época.

Teve seu momento de maior prestígio no pré-lançamento do GT5, com imagens de alta resolução mostrando a riqueza de detalhes do modelo, especialmente dos faróis, isto graças ao troféu Gran Turismo de 2008 no Pebble Beach Concours d’Elegance. E é um modelo feito pela Bertone, que infelizmente fechou as portas neste ano. Ela foi o último modelo antes da Lamboghini tomar sua forma final, no meu ponto de vista, com a Countach — que foi a sucessora da P400.

A Miura ainda foi escolhida num top-10 num programa da Discovery como o carro mais bonito de todos os tempos, graças as formas femininas, especialmente pelo detalhe dos faróis.

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9 de setembro de 2014

Recordes de Lucas_Raptors

Sabe quando tu tem uma coisa por fazer, você quer fazer, mas o tempo sempre te aperta e acaba te fazendo empurrar pra outro momento?! Bom, foi o que aconteceu com essa série de recordes feitas pelo Lucas, que capturei e acabei perdendo em meio aos tantos arquivos de captura que tenho aqui e estou colocando em ordem neste agosto passado. Eis que organizando reencontrei esse material de qualidade e pensei comigo mesmo “nunca é tarde para publicar bons vídeos de GT5″.

Licença A-8

Uma licença que soa simples e você repete algumas dezenas de vezes até pegar a manhã. Mas ele faz parecer fácil com o tempo de 13.783s.

Alaska 302A com Subaru

Esta é a melhor volta na sazonal contra-relógio da pista do Alaska de Gran Turismo 5. Não valia usar carros de corrida e tinham de ter 500PP ou menos. Mesmo assim foi uma volta muito rápida, com o baixo tempo de 1m21.497s.

Deep Forest no Corvette C6 Z06

Numa sazonal contra-relógio realizada em Deep Forest Raceway para carros que não fossem modelos de corrida com limite de 580PP ou menos, ele usou um Corvette com pneus desportivos duros. O tempo? 1m17.243s!

Godzilla em Eifel 208A

Na prova sazonal contra-relógio da pista Eifel 208A com o Nissan GT-R Black Edition afinado (GT Academy) com 580PP e pneus desportivos macio ele bateu 1m47.422s.

GT-R ’09 em Madrid

Já na prova sazonal contra-relógio na pista Madrid Circuit do Gran Turismo 5 correndo com Nissan GT-R Spec-V ’09 limitado a 550PP e pneus conforto macio ou inferiores. A volta suave, de condução limpa, resultou no tempo de 1m26.758s.

No Tour do 8C Competizione

Esta é uma das provas mais difíceis do GT5, pelo menos se o objetivo era tirar o ouro na prova do Tour que tem como carro um Alfa Romeo 8C Competizione na pista de Eiger. Neste vídeo o replay do recorde do Lucas da equipe Raptors com o tempo de 1m15.349s, até parece fácil, mas quebrar o tempo com este carro, nessa pista, com essa configuração exige algum treino até se acostumar com o 8C. Eu peguei um pouco de desgosto por este carro justamente por conta desse desafio.

De qualquer modo, foi uma volta bem executada, com maestria, e mesmo assim não faz sombra com a minha favorita feita por ele. A minha volta foi, sem dúvida emocionante, mas assistir ao último vídeo vai fazer você querer jogar Gran Turismo, com toda certeza, porque é uma volta no…

Inferno Verde com C7 Test Prototype

Em dezembro de 2012 o então novo Corvette C7 estava presente com a versão de teste final no GT5 e recebeu uma sazonal especial só para ele, bem ali, no fim de ano mesmo. O desafio consistia em dar uma volta em Nürburgring abaixo do tempo de 7m50s, com o carro totalmente stock, sem ajustes, de modo que apenas a habilidade e domínio de pista fossem o diferencial para obter o ouro e, além dele, tempos baixos. Na minha volta, que usemos como referência, foi o limite pro ouro, 7m49s, na volta dele se vê um momento magistral, de verdade, em que há o uso total da pista, em sua largura, às vezes tirando duas rodas do asfalto, com pé no metal o maior tempo possível, de ponta a ponta, resultando em uma volta de apenas 7m22s, algo muito abaixo do tempo do ouro. Honestamente, de todos os replays que já vi do Lucas, acho que somente o do Desafio X em Monza, onde ele guia com câmbio manual H o carro e faz ouro supera o que se pode ver neste vídeo:

Confesso que tenho saudades do GT5, porque o joguei muito mais do que ando rodando no 6. E é neste vídeo que percebo que a imersão de luz do GT5 era superior a do GT6, basta reparar o estouro de luz na coluna do carro conforme amanhece.

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