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24 de março de 2015

Circuitos de GT no Google – parte II

Continuando a série de postagens sobre as pistas de GT baseadas em locais reais com o auxílio das imagens do Google (se perdeu a primeira parte, veja aqui), ainda com foco em pistas que não estão no Gran Turismo 6, mas que tenham locação real.

Hong Kong

Hong Kong\

Com um traçado fiel dentro dos limites da cidade, Hong Kong é um circuito urbano que apareceu em GT4 Prologue e se manteva no Gran Turismo 4 (PS2), fica situado no distrito Tsim Sha Tsui em (como o nome sugere) Hong Kong, China. E é possível dar uma volta real nele:

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Citta Di Aria

Cittá Di Aria

Um circuito urbano apertado, estreito situado na cidade italiana de Assis. Possivelmente um dos circuitos mais desafiadores já feitos e que seria um pesadelo no GT5 e GT6 com carros como o Red Bull X. Por ser uma pista que demanda extrema atenção e não possuir margem de erro, especialmente nos trechos mais estreitos, se torna um local de quase impossível ultrapassagem, devido a natureza técnica do circuito. Citta Di Aria se fez presente no Gran Turismo 4 Prologue, se mantendo no GT4 e tendo sua última aparição na série no GT PSP.

Você pode dar uma volta real nela com este vídeo feito com o Google Earth:

E ver também ela no GT4, em uma volta minha com o BMW 2002:

Tourist Trophy Ela, ainda, se fez presente fora do Gran Turismo no Tourist Trophy!

Costa di Amalfi

Costa Di Amalfi

Eu sei o que você está pensando, esse traçado não é o de Costa Di Amalfi, então o que você tem em mente em sua memória é algo como no mapa abaixo:

Costa di Amalfi GT4 pista

Mas calma, há uma boa razão para isso! O traçado de rua que existe no GT4 na verdade não existe no mundo real, porém, nessa mesma região onde ela é baseada se vê a costa do Mediterrâneo, tal como no jogo. Embora seja uma pista do GT4, ela tem um dos visuais mais belos em um traçado da série. Costa di Amalfi aparece também no GT PSP, além do Gran Turismo 4 (e também no Prologue, onde estreou). Ela poderia voltar como no mapa, um hillclimb.

 Costa di Amalfi GT4

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Grindelwald

Grindelwald

Uma das minhas pistas favoritas do GT2 (ao lado de Seattle e Laguna Seca), Grindelwald é uma das queridinhas do jogo do PlayStation 1 que simplesmente foi esquecida na série. O traçado no mapa está um pouco diferente porque na realidade este é um circuito ficcional, baseado no local real de uma cidade na Suíça, daí a pouca precisão entre o que existe de verdade e o que está no jogo. Deu saudade de ver o circuito?

Apenas por curiosidade, Grindelwald fica a apenas alguns quilômetros das trilhas de Eiger Nordwand. A pista suíça aparece apenas uma vez na série, no Gran Turismo 2.

Rome Night

Rome Night

Assim como Grindelwald, Rome Night é um circuito original do segundo Gran Turismo que também é baseado em uma locação real, mas que não tem um traçado tão preciso. Pode ser que a dinâmica da pista fosse ficar menos veloz e a Polyphony optou por modificar o traçado para obter uma experiência de condução diferente.

Ficou tão diferente que teve que ter o mapa do GT2 junto para dar uma visão mais clara do traçado. Curiosamente uma pequena parte desse traçado é pego pela Rome Circuit presente desde o GT5, ficando entre a Rome Circuit do GT2 (e GT3) e este circuito noturno.

Possivelmente foi abandonada porque aparece apenas na licença S-9 do GT2 (primeiro vídeo acima com o Alfa Romeo 155) e, fora disso, em eventos do arcade (quando se obtém a carteira S) ou nos gerados randomicamente.

Seoul Central

Seould

Na série o circuito da cidade de Seoul, como o nome sugere, é situado no centro da cidade da Coreia do Sul. O traçado real está diferente, faltando o grande círculo de retorno porque Seoul passou por algumas reformas e isso incluiu uma extensão do tal do Namdaemun, que acabou pegando parte da pista. Se este circuito voltasse no GT7 seria com este aspecto acima, “amputado” em relação ao do GT4.

Além da quarta edição da série, ele também se fez presente no GT PSP, como um dos circuitos urbanos mais simples já apresentados na série.

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Continua
Continua na parte III

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17 de março de 2015

Circuitos de GT no Google – parte I

O Nick Nagano fez uma coisa que eu mesmo adoraria ter feito, mas não vejo razão em não usar o excelente material coletado por ele, complementando o conteúdo e criando uma postagem aqui. Isso e ir acompanhando as novidades que ele postar e criar minhas próprias coletas. Como sabemos, muitos circuitos são reais, como Nürburgring Nordschleife ou Spa-Francorchamps e outros são citadinos criados pela Polyphony baseado em locais reais. Tão práticos que podem ser reincorporados na mesma semana em que o criador de pistas baseado em coleta de dados por gps sair, tornando o traçado dessas pistas instantaneamente ligados ao GT novamente como outrora – menos a R246 abaixo, porque ela está presente no GT6 e não precisa voltar a parte.

Tokyo R246

Tokyo Route 246

A primeira imagem, sem alterações no mapa, coincide exatamente com a versão do jogo, presente desde o Gran Turismo 3: A-Spec, mas no mundo real.

Gran Turismo 5 - Honda S2000 em Tokyo R246

Circuito urbano técnico, cheio de subidas e descidas, Tokyo R246 (Akasaka) nunca mais saiu da série desde então. Conhecida não só pela sua velocidade, mas pela descida antes do retorno ser extremamente estreita em relação a média de provas da série. Fica no entorno da real Route 246. Mas melhor do que ler sobre a R246 é dar uma volta de NSX nela no mundo real:

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Rome Circuit

Rome Circuit

Presente nos Gran Turismo 2 e 3, não estranhe o trajeto oposto que passa pelo Coliseu de Rome Circuit, pois se essa variante fosse colocada no GT6, certamente ela seria assim agora, por causa dos limites atuais das ruas da cidade. E em rosa está a Rome Circuit que temos nos Gran Turismo 5 e 6. Há ainda um terceiro mapa que é Rome Night, presente no GT2.

Rome Circuit é outro circuito urbano baseado, óbvio, nas ruas de Roma, Itália. Melhor que isso, assim como a R246, só dando uma volta no traçado do atual no mundo real.

Opera Paris

Opera Paris GT4

Presente no Gran Turismo 4 e no GT do PSP, Opera Paris é um trajeto que segue fielmente respeitando os limites da cidade real. Não achei um vídeo que mostrasse esse circuito no mundo real, mas pra quem quer se situar, tem este:

George V Paris

George V Paris GT4

O outro circuito urbano baseado em Paris, mas noturno. Circuito com muitas curvas fechadas e estreitas, de difícil ultrapassagem salvo a dedução da linha de condução da IA. Normalmente serve de local para rallies em tarmac (asfalto), onde apenas dois carros podem competir por vez.

Ao que tudo indica George V Paris e Opera Paris são conectadas pela longa avenida Champs-Élysées. Caso não se recorde desta pista:

Seattle Circuit

Seattle Circuit

Uma das minhas favoritas de todos os tempos, Seattle surgiu no Gran Turismo 2 e sumiu após o GT4  nos consoles de mesa e GT PSP na cronologia. Não estranhe o traçado, ainda é a Seattle! Por que ela está tão diferente? Porque naquela parte ali onde fica o Century Field tudo foi reformado, onde antes tinha um trilho e uma área espaçosa que permitia ter o trajeto conhecido da pista, agora não há mais. Outra parte que foi reformada foi a via, que você já vinha mergulhando por baixo dela. Agora, não mais. Se Seattle Circuit voltar pro Gran Turismo 6 ou 7, ela será algo próximo disso, com um formato com um “8”.

Seattle Circuit - GT5

Este circuito urbano também deus as caras no PlayStaion 2 como único circuito do demo Gran Turismo 2000, o precursor do GT3. Havia, ainda, uma variante curta presente apenas no Gran Turismo 2.

Seattle Circuit - GT5

Em partes é por isso que ela pode não ter retornado ainda desde aquele vídeo de 2013 do NSX Concept, por “problemas de trajeto”, já que o antigo não coincide mais com o que temos na vida real. Mesmo assim, seria ótimo ter Seattle de volta.

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

New York

New York

Este circuito fica em Nova Iorque, bem próximo do famoso Central park, e aparece apenas no Gran Turismo 4 (final e Prologue) e no Gran Turismo PSP. Como o nome sugere está em Nova Iorque e cruza a Sétima avenida e a Broadway, passando pela 56ª, 57ª, 58ª e 59ª rua passando pela 5ª e 6ª avenida. Os destaques são a reta de 1,4km cruzando a Broadway seguidas de uma série de curvas cotovelo de 90 graus. Embora não apareça nos Gran Turismo 5 e 6, as duas retas do circuito aparecem na franquia Forza Motorsport:

Mas se quiser no Gran Turismo:

Tourist Trophy Também presente no Tourist Trophy.

Daqui uns dias, mais sobre as pistas de GT na parte II.

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17 de janeiro de 2015

Diário de um piloto – segunda temporada

Essa semana saiu o segundo episódio da segunda temporada da série, no episódio 11 foi feito um compacto com todos os episódios, nesta semana comecei falando dos editores de pista, retomando o assunto sobre os traçados criados pelo jogador, porque acredito que isto seja uma das novas tendências para uma renovação da franquia e também uma forma de se burlar, porque não, direitos para se ter versões amadoras desenvolvidas a partir do jogo de traçados famosos de circuitos reais que não estão no jogo.

Seria o fim do “queremos tal pista”, porque certamente haveria alguém para criar.

Compacto de episódios

Retomando agora em 2015 a série do meu Diário como jogador de games de corrida, o primeiro episódio é um compacto dos 10 primeiros episódios. E dele, semanalmente, todas as sextas-feiras novos episódios estarão no ar.

Neste episódio há desde o meu chute de como deveria ser a homenagem ao Senna, algumas tiradas com os Vision, com o consumo de espaço do HD, a dica de ajuste de rotação do G27 pelo volante, um pouco de Route X em busca da platina, o troféu de salto gigantesco na lua… enfim, um apanhado geral.

Editores de pista

Desde sempre o sonho dos jogadores de corrida é poder criar seus próprios traçados de pista com liberdade. Gran Turismo 5 foi o único da série a permitir isso, dando ao jogador a chance de ter traçados únicos baseado em uma série de ambientes e uma pequena quantidade de opções. Mas esse desejo já se fez presente ainda no primeiro PlayStation, então, onde foi que as desenvolvedoras erraram?

Apresento neste episódio o criador de pistas do Motor Racer 2, um jogo de motos com um modo de criação simplesmente épico para consoles e apresentado em 1998, o mesmo ano do primeiro GT.

Sigo falando do Projeto Vision, que entre o episódio 10 e este teve 3 novos carros, e de novidades do novo Ford GT e dos boatos do Gran Turismo 7.

E não se esqueça de se inscrever no canal do Youtube! Isso e a página no Facebook.

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7 de janeiro de 2015

Route X – Underground Test Track

Em dezembro de 2013 fiz praticamente uma prova de resistência na Route X. O motivo era queimar os mais de 12 mil quilômetros para obter a platina do GT6, planejadamente, no dia 01/01/2014 às 00:10. E rolou, como se viu no segundo episódio do Diário de um piloto. De tanto rodar em tantos horários diferentes e pelo traçado ser simplesmente duas longas retas interligadas, eu comecei a observar o entorno da pista. Me parecia natural naqueles dias que haviam dois traçados distintos a julgar pelo elevado que corta a pista. Mas depois disso acabei deixando de lado e nunca mais voltei meus olhos para esse circuito original do GT5.

E isto ficou assim até eu ver em algum lugar do Facebook ao qual simplesmente não consigo mais achar o link para postar aqui — o Face é meio ruim de localizar informações, especialmente quando você participa de muitos grupos do mesmo assunto (GT) e usa o celular — com informações sobre a Route X. Reconheço, de fato, informações que vão além do que eu iria postar anteriormente (que não publiquei por ser mais especulativo). O ponto central do link era que alguém decodificou alguns arquivos e encontrou imagens de um segundo traçado da gigantesca Rota X. Arrisco que seja até maior que o original em seus 30km. O que se descobriu escondido dentro do GT6 não era a pista, em si, mas o planos de fundo que são usados nos menus dela durante o carregamento. E o que se vê é impressionante. Isso e o mapa dela que eu fui atrás de espiar na oval e fechou certinho. Ela existe, apenas não é acessível. Aliás, a pista toda ao que parece está ali, bem diante de nós.

As imagens de fundo começam pelo que todos conhecemos, está escuro, mas esta é a parte elevada. É possível ver discretamente abaixo a passagem da oval, paralelo, o que me faz pensar que pode ser o trecho de reta ainda:

GT6 Route X - Underground Test Track 1
Este trecho todos conhecemos

É claro que essa pista já existe, ela apareceu antes do GT6 sair num teaser do então novíssimo Acura NSX Concept. Então, esses dados existem desde antes do GT6, mas por alguma razão ainda não foram disponibilizados. Abaixo, um trecho que é impossível ver de fora, um dos túneis. Mais abaixo posiciono no mapa onde eu acredito que esse trecho fique.

GT6 Route X - Underground Test Track 2

O que se vê é uma pista de teste extrema em todos os sentidos, não apenas pela longa reta que ajuda a atingir a velocidade máxima, mas também auxilia em testes extremos de peso aerodinâmico e manobrabilidade em altíssima velocidade. A chance de testar um downforce tão absurdamente grande que se poderia permitir levar carro a literalmente andar de ponta cabeça e dar um looping num túnel fechado ou andar de lado numa parede.

GT6 Route X - Underground Test Track 3

E é claro, em aderência lateral, de modo a se poder testar o deslocamento em uma curva, num teste extremo para a suspensão do carro. O que me faz pensar que ela foi abandonada por quem sabe ser irreal demais, quase um traçado de hotwheels devido ao exagero.

Spillway

E essa imagem acima, da saída do túnel, que tem nada menos que 2 anos (de muito antes do GT6 – que completou 1 ano e 1 mês já). Note que muito dessa pista já estava pronto ainda naquela época, se não toda ela. Qual a novidade agora então? Em novembro passado alguém abriu o GT.VOL (um arquivo de dados do jogo) que, entre outras informações, contem as imagens que ficam de fundo durante o carregamento da pista (logo que passa a segunda bandeira no loading). E ela está lá, junto com as outras. E além das imagens há o traçado do mapa.

GT6 Route X - Underground Test Track 4

Vale relembrar a postagem de janeiro de 2013, aquela do teaser do NSX, porque além da Rota X com túnel, havia ainda a inédita Willow Springs (presente no GT6) e uma saudosista Seattle Circuit (ainda desaparecida), além de outras imagens de cenário que nunca deram as caras na série desde então. O traçado é ainda mais interessante, pois sugere um looping como o de Cape Ring e trechos com curvas diversas. A diferença, claro, é a escala. É insanamente grande, tudo projetado para alta velocidade.

GT6 Route X - Underground Test Track 5

Repare na quebrada reta logo no começo da volta (na reta menor, depois da maior curva de retorno da história), aquele desnível existe de verdade na pista oval se você fosse pegar o caminho para o elevado, como se pode conferir abaixo.

O que se vê da oval

Partindo com a câmera do jogo, tentar fazer o máximo de fotos possíveis desse traçado adicional. A começar pelo ponto onde seria a troca de pista para pegar o retorno elevado.

Route X - Saída de pista

Avançando um pouco se vê o ponto que tem a divisão da pista, de onde se começa a subir, exatamente na marca dos 2400m.

Route X - elevado

Olhando de cima da subida da reta do traçado oval, o gigantesco retorno em relação a sua dimensão no mapa.

Route X - elevado 4

Seguido da extensão, num dos trechos mais óbvios desse segundo traçado.

Route X - elevado 2

E terminando, até onde se consegue ver, em um paredão escavado de onde se tem uma curva que ao que tudo indica em aquela inclinação enorme também, ao melhor estilo da lendária Red Rock Valley de Gran Turismo 2.

Route X - elevado 3

Deste ponto fiz a volta para conferir onde a pista se aproximava do ponto de retorno pro começo… e está ali, o ponto onde o concreto se aproxima da pista, exatamente antes do ponto do túnel, na altura do quilometro 8500 na reta de retorno.

Route X - contorno do tunel

E após (ou antes, se estiver fazendo a volta normal na Route X oval) do túnel o ponto onde a pista se afasta para o 360°.

Route X - retorno

A curva de looping 360° é uma estrutura gigantesca no mapa, quase como um estádio.

Route X - ring 2

Mas infelizmente é impossível ver qualquer coisa de seu interior, do mesmo modo que todo o trecho de curvas anteriores.

Route X - ring

Interessante, embora exagerado, é o jogo que curvas após o looping, em que se andaria de lado na parede já mirando a outra, que é quase um 360° para a reta de retorno.

Route X - retorno 2

Uma vista mais abrangente permite ver bem isso. E note que o zoom nem estava muito grande, devido as dimensões dessa panorâmica.

Route X - miolo

Acredito que essa seria uma das curvas mais divertidas e, sem dúvidas, muito melhor que o oval sem sal da Route X.

Route X - balão

Pense a insanidade de fazer a curva antes da reta com uma inclinação muito maior, sem falar na força G gerada em alta velocidade, já que é uma curva muito mais fechada.

Route X - balão de retorno

Aqui, com zoom, dá pra ver as 6 pistas e um ângulo impossível com o carro se projetando quase de ponta cabeça.

Route X - balão de retorno zoom

E o desafio seria entrar e sair dessas curvas extremas, já que elas tem pontos de corte. Nos de entrada até não é tanto o problema, já que vindo rápido você estaria jogado no lado oposto desses cortes, mas nas saídas certamente seria um desafio, especialmente nessa curva anterior de 180°

Route X - balão de retorno zoom começo

E é por tudo isso que eu acredito que a Route X Underground Test Track teria sido a pista mais incrível do GT5, melhor que as insossas Route X oval e Special Stage Route 7 (SSR7).

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11 de novembro de 2014

As miniaturas do RobsonB

Quem acompanha a série do Diário de um Piloto deve ter percebido ao fundo que há uma crescente coleção em pleno andamento.

Eis que entre as minhas várias metas para 2014 estava a de adquirir uma miniatura por mês de Hotwheels, mas não qualquer carrinho, apenas os que eu notasse que se enquadravam em modelos reais. Não cumpri bem a risca, mas tenho feito algum progresso e em se tratando desses carrinhos. Há ainda muita porcaria nas lojas, há muito modelo deturpado e há aqueles fantasiosos demais que eu passo batido, mas em meio a tanta variedade ainda há para aqueles que filtrarem um nicho de carros em uma minúscula escala que atendem ao objetivo de quem quer ter miniaturas de carros de produção reais sem firulas. E são ricamente detalhados, a cada ano que passa mais.

Isso veio de encontro com uma outra compra que certamente faz o seu gosto, sim, o gosto de quem lê espaço, afinal, amamos carros. Falo do livro 1001 carros para dirigir antes de morrer. Pois bem, de todos os meus carros (não são muitos… ainda) apenas um não estava no livro – o Mazda Furai, que irei pular por agora. Os demais todos estão no livro (com a breve exceção do Corvette C7), então se tornou algo realmente interessante para ver o mesmo carro escolhido nessa fina coleção por todos os lados e como o gosto geral se assemelha entre os que gostam. Comprei muitos desses carros muito antes do livro, então não o tinha por referência, mesmo assim batemos nos mesmos modelos. Vale lembrar também que como enorme fã de Gran Turismo, tento sempre priorizar os modelos que tem no jogo e que já corri – até mantendo em parte o mesmo espírito do livro. E é isso que quero compartilhar e incentivar você a fazer.

Dodge Viper ’03

Dodge Viper 03

Dodge Viper 03 - cima

Essa miniatura é muito antiga, reparem que nessa época ainda não se fazia o interior, então posso parafrasear o GT e dizer que essa é uma miniatura standard. O Viper é uma paixão antiga que eu tenho, sempre gostei muito (mesmo torcendo o nariz pro modelo novo). Gosto tanto, que ele só está atrás da Lamborghini Gallardo nos meus favoritos, logo acima do Mazda RX-8. Tenho outra miniatura dele, maior, escala 1:24, que por sinal é conversível e igual ao da foto do livro, mas não vem ao caso porque o conteúdo aqui é o dos Hotwheels mesmo. Mesmo sendo tão antigo, o modelo era muito bem trabalhado externamente. O coloquei primeiro aqui por ser o mais antigo que possuo. E ele é antigo na série também, está na capa do primeiro GT (o ’97 GTS, e também na retrogamer) e este da foto no GT4 em diante como um carro realmente difícil de lidar guiando com tudo off.

Viper evento final Classe B GT6

Viper esteve entre minhas lembranças dos 15 anos de GT. E também usei ele em sazonais. Esta miniatura apareceu no blog já, na macro derradeira. Por fim, foi a bordo de um Viper desses que completei a primeira parte do GT6 (o campeonato de evento final da Classe Internacional B – final curto – imagem acima).

Ford Mustang GT500

Ford Mustang GT500

A traseira não é alta, é que no livro a folha estava mais pra cima neste lado. Esse modelo é daquela coleção comemorativa dos 50 anos do Mustang, se trata do modelo de GT de 1969, o último ano dele, com interior e as janelas laterais abertas. Dá pra notar que as rodas imitam o desenho original e até a parte inferior do carro e parachoques mantém a linha. Faltou só os espelhos. Mesmo assim é uma miniatura muito rica de detalhes, como se pode perceber, por exemplo, na entrada de ar lateral ou na maçaneta da portam, ou do corte do capô.

Possivelmente é o Mustang mais bonito já feito, um dos mais icônicos. Este modelo que deu origem a reestilização de 2005 que vinha até agora como o Mustang atual, com uma das lanternas mais lindas já fabricadas (os 3 riscos verticais). Em definitivo, o carro era tão harmônico que o usaram de base e ainda é um sucesso. Este modelo veio depois do famosíssimo Mustang Shelby GT500 1967, popularmente chamado de Eleanor por conta do filme 60 segundos (que, aliás, seria presença garantia numa lista de filmes com carros).

Dodge Charger Daytona

Dodge Daytona - cima

Dodge Daytona angulo

Dodge Daytona

No livro escolheram o Plymouth  Road-Runner Superbird, mas citam o rival dele que era o Dodge Charger Daytona. Como se pode perceber era impressionantemente similar o desenh0 de ambos. Dá pra perceber em relação aos outros que tenho que esse é o maior hotwheels que possuo, um tanto mais comprido e com a asa o tornando um dos mais altos também. Não curti a roda traseira tão maior, mas mesmo assim o Daytona é conhecidíssimo, então estou feliz de ter pego este.

 

Corvette C7 Stingray

Corvette C7 Stingray - lado

Corvette C7 Stingray - traseira

Corvette C7 Stingray

Todos os Corvette estão no livro, menos o C7, quem sabe porque ele veio depois que o livro foi concluído e não daria tempo de incluir ele na lista final. mesmo assim, com esse histórico, levo fé que este (o melhor já feito e um dos meus favoritos) entraria na lista. Mesmo assim, são aí mais de um ano e meio para hoje que ele deu as caras no GT5 via DLC. Ele está também na capa do GT6. E há um ano eu falava do pré-lançamento do jogo, já com a capa final em que o Vette aparece, com direito a versão do PS3 com o jogo incluso.

Alfa Romeo 8C Competizione

Alfa Romeo 8C - cima

Alfa Romeo 8C

Esse senhor é o pesadelo de todos que jogaram o Tour do Gran Turismo 5 em busca do ouro – negócio tão difícil que mesmo um piloto do naipe do Lucas baixa menos de 2s como recorde, de tão apertado que é o tempo. Dentre as provas normais do GT5, uma das mais complicadas de fazer com perfeição. Destaco que o som dele está entre os melhores da série na minha modesta opinião. Detalhe da cor, dei alguma sorte em conseguir o mesmo tom de vermelho vivo. E ele tem interior, com todos os nuances de curva da lataria, como se pode perceber. Não é meu carro favorito, eu honestamente o evito e fiquei feliz com a vindo do TZ3 no GT6 para engavetar o 8C.

Toyota 2000GT ’67

Toyota 2000GT 67 - cima

Toyota 2000GT 67 - frente

Toyota 2000GT 67 - santo antonio

Toyota 2000GT 67

Primeiro esportivo japonês, carro feito para quebrar recordes de velocidade, o 2000GT é um dos carros mais injustiçados da série Gran Turismo, mesmo sendo japonês. A miniatura conta até com o Santo Antonio tubular na parte interna, além dos espelhos e o detalhe nas rodas e faróis dianteiros. É uma das miniaturas mais caprichadas que eu tenho, e ao mesmo tempo tem o valor de uma comum, mesmo com todo esse capricho. A história do 2000GT também é muito bonita, recomendo aos leitores do blog buscarem um pouco sobre este carro, porque ele é uma das raízes pelo qual conhecemos os carros japoneses de corrida. Sem ele, quem sabe não haveria Godzilla e, na Toyota, o Supra, ou pelo menos não como os conhecemos.

Ferrari Dino 246 GT

Ferrari Dino 246 - cima

Ferrari Dino 246

A Ferrari que no começo não era vista como uma. Este é o únic0 modelo premium que tenho (sem sacanagem ou trocadilho com o jogo desta vez). Além do fato dela vir com teto targa,  ela recebeu um tratamento extra em relação aos demais modelos “comuns” da hotwheels. Este conta com rodas especiais, pneus de borracha com ranhura, limpador de plástico, pintura adicional no parachoque e nos faróis. É uma peça muito pequena, que exige um olhar mais cuidadoso, porque mesmo assim a pintura está ali, com o nome e todos os demais detalhes.

O que a torna especial e porque insisti em comprar ela, mesmo custando um pouco mais? Ela foi rejeitada no começo, por ser a primeira Ferrari com motor central e usar um motor pequeno, V6. Inicialmente ela deveria ser 1.5L, mas no fim aumentou a cilindrada e rendia 180cv. E ela foi destaque no anúncio do GT6, com reflexos e tudo mais a mostra, um belo modelo por conta dos paralamas mais salientes.

Ferrari Enzo

Ferrari Enzo - cima

Ferrari Enzo

Este não é um hotwheels, como se pode perceber. É o único modelo que tenho em metal. E eu adoro o aspecto envelhecido, meio fumê, que cada detalhe recebeu, em contraste com o polimento do metal nas áreas lisas. E eu nem mesmo sou o maior fã da Enzo ou de Ferrari… historicamente feita em homenagem ao dono da empresa, me parece um design atemporal, limpo e muito orgânico. Deu as caras no GT do PSP.

Ford GT

Ford GT - cima

Ford GT

Este modelo é um tanto maior, um dos mais vistos nos vídeos ao lado da P400 (abaixo). O Ford GT é muito mais detalhado justamente por ser maior. Atenção as rodas e entradas de ar, além da pintura. Aliás, em se tratando de listras, minha combinação favorita é essa, branco com azul. (de preferência invertido, o azul com listras brancas).

Ford GT teve vários momentos de destaque, sendo o maior deles a abertura no GT4. Ele também tem versões especiais do próprio GT, como o Spec II, que por sinal é um ótimo carro, que vale muito a pena ter na garagem. Fora que é a releitura do clássico GT40.

Lamborghini Miura P400

Lamborghini Miura - cima

Lamborghini Miura

 Se existe um carro antigo que não fosse um protótipo de corrida que era apelão no GT5, este era a Miura P400. Ela andava na frente da Murcielago no jogo, um verdadeiro absurdo, mesmo sendo um super carro, com motor grande e muito leve. Aliás, em muito se atribui a P400 o título de primeiro super carro, com seu motor transversal de 350cv iniciais, incomum para a época.

Teve seu momento de maior prestígio no pré-lançamento do GT5, com imagens de alta resolução mostrando a riqueza de detalhes do modelo, especialmente dos faróis, isto graças ao troféu Gran Turismo de 2008 no Pebble Beach Concours d’Elegance. E é um modelo feito pela Bertone, que infelizmente fechou as portas neste ano. Ela foi o último modelo antes da Lamboghini tomar sua forma final, no meu ponto de vista, com a Countach — que foi a sucessora da P400.

A Miura ainda foi escolhida num top-10 num programa da Discovery como o carro mais bonito de todos os tempos, graças as formas femininas, especialmente pelo detalhe dos faróis.

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9 de setembro de 2014

Recordes de Lucas_Raptors

Sabe quando tu tem uma coisa por fazer, você quer fazer, mas o tempo sempre te aperta e acaba te fazendo empurrar pra outro momento?! Bom, foi o que aconteceu com essa série de recordes feitas pelo Lucas, que capturei e acabei perdendo em meio aos tantos arquivos de captura que tenho aqui e estou colocando em ordem neste agosto passado. Eis que organizando reencontrei esse material de qualidade e pensei comigo mesmo “nunca é tarde para publicar bons vídeos de GT5″.

Licença A-8

Uma licença que soa simples e você repete algumas dezenas de vezes até pegar a manhã. Mas ele faz parecer fácil com o tempo de 13.783s.

Alaska 302A com Subaru

Esta é a melhor volta na sazonal contra-relógio da pista do Alaska de Gran Turismo 5. Não valia usar carros de corrida e tinham de ter 500PP ou menos. Mesmo assim foi uma volta muito rápida, com o baixo tempo de 1m21.497s.

Deep Forest no Corvette C6 Z06

Numa sazonal contra-relógio realizada em Deep Forest Raceway para carros que não fossem modelos de corrida com limite de 580PP ou menos, ele usou um Corvette com pneus desportivos duros. O tempo? 1m17.243s!

Godzilla em Eifel 208A

Na prova sazonal contra-relógio da pista Eifel 208A com o Nissan GT-R Black Edition afinado (GT Academy) com 580PP e pneus desportivos macio ele bateu 1m47.422s.

GT-R ’09 em Madrid

Já na prova sazonal contra-relógio na pista Madrid Circuit do Gran Turismo 5 correndo com Nissan GT-R Spec-V ’09 limitado a 550PP e pneus conforto macio ou inferiores. A volta suave, de condução limpa, resultou no tempo de 1m26.758s.

No Tour do 8C Competizione

Esta é uma das provas mais difíceis do GT5, pelo menos se o objetivo era tirar o ouro na prova do Tour que tem como carro um Alfa Romeo 8C Competizione na pista de Eiger. Neste vídeo o replay do recorde do Lucas da equipe Raptors com o tempo de 1m15.349s, até parece fácil, mas quebrar o tempo com este carro, nessa pista, com essa configuração exige algum treino até se acostumar com o 8C. Eu peguei um pouco de desgosto por este carro justamente por conta desse desafio.

De qualquer modo, foi uma volta bem executada, com maestria, e mesmo assim não faz sombra com a minha favorita feita por ele. A minha volta foi, sem dúvida emocionante, mas assistir ao último vídeo vai fazer você querer jogar Gran Turismo, com toda certeza, porque é uma volta no…

Inferno Verde com C7 Test Prototype

Em dezembro de 2012 o então novo Corvette C7 estava presente com a versão de teste final no GT5 e recebeu uma sazonal especial só para ele, bem ali, no fim de ano mesmo. O desafio consistia em dar uma volta em Nürburgring abaixo do tempo de 7m50s, com o carro totalmente stock, sem ajustes, de modo que apenas a habilidade e domínio de pista fossem o diferencial para obter o ouro e, além dele, tempos baixos. Na minha volta, que usemos como referência, foi o limite pro ouro, 7m49s, na volta dele se vê um momento magistral, de verdade, em que há o uso total da pista, em sua largura, às vezes tirando duas rodas do asfalto, com pé no metal o maior tempo possível, de ponta a ponta, resultando em uma volta de apenas 7m22s, algo muito abaixo do tempo do ouro. Honestamente, de todos os replays que já vi do Lucas, acho que somente o do Desafio X em Monza, onde ele guia com câmbio manual H o carro e faz ouro supera o que se pode ver neste vídeo:

Confesso que tenho saudades do GT5, porque o joguei muito mais do que ando rodando no 6. E é neste vídeo que percebo que a imersão de luz do GT5 era superior a do GT6, basta reparar o estouro de luz na coluna do carro conforme amanhece.

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Feliz aniversário (18 de agosto) – parte II

Eu disse que sempre ganhava um AE-86, bom, achei o vídeo do aniversário de 2013 aqui… e não foi um Toyota que ganhei!

E eu de quebra consegui a façanha de gravar sem o áudio, porque estava usando o Pulse Elite, mas eis o que acontecia no Gran Turismo 5 ao logar no dia do seu aniversário. Você ganhava um bilhete de carro do mesmo ano que você nasceu! (felizmente uma das boas coisas que foi mantida no GT6).

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2 de setembro de 2014

Então, hack na sazonal?

Como vencer sendo um péssimo piloto? Usando hack, é claro… este vídeo é a prova de que você pode ser um péssimo piloto e vencer tendo um carro **um pouco** acima da média… okay, neste caso, muito acima da média. E quando digo muito, quero dizer muito mesmo. Mesmo com uma direção insegura e uma volta desajeitada o rapaz consegue bater o melhor tempo. Melhor que isso, ele tem um Formula GT que pode vencer o quarto de milha, porque pega 475 km/h em apenas 400m. Uma verdadeira insanidade. E mesmo esse carro alienígena não o tornou um piloto melhor ou mais respeitado… assista e tire sua conclusão.

O preceito, entretanto, não é algo novo e já foi muito pior que isso, porque no GT5 isso, o uso de hack, era ainda mais bizarro do que o visto no vídeo acima, afinal havia pessoas que faziam uma volta em Le Mans em menos de um único segundo! E isso não é um palpite meu, eu gravei isso no ano passado:

Então, é claro que esses caras merecem meu mais profundo desprezo como fã de jogos de corrida, porque não há um pingo de habilidade de direção envolvida nisso. Hacks?! Tô fora.

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29 de agosto de 2014

Uma outra volta de Corvette C7…

O tempo não era o agora, mas sim o dezembro de 2012. O mundo não acabou naquele instante e GT5 era o que havia de mais moderno na série, havia recebido uma atualização rara que incluia o Corvette C7 Test Prototype, algo que seria a mula do C7 em versão de teste quase definitiva. Essa semana postei uma volta de desafio em Nürburgring 24h com Vette C7 Stingray 2014, pois bem, vamos recuar um pouco no tempo, para uma época que eu nem tinha placa de captura nem nada, mas já fazia finais emocionantes, daqueles de ficar na ponta dos dedos do pé na expectativa de “será que vai dar certo?”. Uma volta com o Test Prototype em Nur, direto da sazonal de 2012:

Foi ou não foi emocionante? Tinha apenas alguns meses que eu estava com o G27 quando fiz este vídeo.

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