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22 de fevereiro de 2015

Drops 22.02 | PS4 PIP

Vídeos diários de Gran Turismo 6 e a partir desta próxima semana vídeos de gameplay online do PS4 com o recurso Picture-In-Picture, onde apareço em tempo real na gravação do The Crew.

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13 de janeiro de 2015

Por que a Ford matou o GT

Novo Ford GT

A sensação do momento, o “all new” Ford GT. Ele nem surgiu direito e em 24 horas já está figurando até na capa do próximo Forza, como se pode ver abaixo. Forza que está rumo ao terceiro título do Xbox One desde seu lançamento, realidade oposta ao que temos com GT e o PS4, mas isso é assunto pra outro dia.

Capa Forza 6 com Ford GT '16

E eu confesso que tentei olhar pra este carro e sentir alguma coisa, mas eu realmente não consigo simpatizar com ele. E tenho meus motivos como fã de história automotiva pra isso. Primeiro, vamos ao princípio da coisa, o Ford GT é uma releitura do lendário Ford GT40 mk I, o carro de corridas da década de 1960 que deu uma surra na Ferrari por 4 edições de Le Mans (1966~1969), entre outras provas pelo mundo. O carro, por si, era uma resposta direta da Ford (junto a Lola, que é quem está atrás desse projeto) contra a Ferrari, então este carro tem um legado muito forte, ele não veio a passeio. A história remonta que a Ferrari vinha invencível em Le Mans de 1960 a 1965 (6x a vencedora) e em razão de atritos e interesses comerciais a Ford entrou de cabeça para derrubar essa soberania. Assim nasceu o Ford GT40. Forjado nas chamas do calor da batalha.

Ford GT - cima

Até aqui, é o básico, nada especial e certamente se você está lendo estas linhas é porque é apaixonado por este mundo de carros, ou seja, é uma história velha já, sem novidades. O que importa é que o GT40 original deu as caras antes, e ele era, bem, era algo longe de ser um sucesso nas pistas. O projeto era tão minguado que em 1964 passou para as mãos de Carroll Shelby. O lendário Carroll Shelby. Sabe o Cobra? E aqueles Mustang envenenados?! Então, o próprio. E este modelo comemorativo que virou o Ford GT de 2005 teve como consultor nada menos que ele próprio (que nos deixou em 2012 e estaria de aniversário dia 11/01).

Ford GT 2016 - interior

Afinal o Ford GT moderno é mesmo uma homenagem aquele clássico Mk I, pelo centenário da marca. É ousado, porque refazer um carro de corrida para as ruas com tecnologia atual exige muito cuidado e a Ford foi extremamente feliz neste caso, até por ter a mão de quem fez o GT40 decolar de verdade. A produção deste passou dos 4 mil exemplares, menor que a meta, mas ele se tornou conhecido e reacendeu a história dos anos 1960. E é aqui que começa a minha birra com o modelo de 2016.

Ford GT 2016

Ela começa com o motor Ecoboost V6 turbo de 3.5L. Uma das histórias que se conta é que a primeira coisa que Carroll Shelby fez ao receber os carros da FAV (Ford Advanced Vehicles) para os tornar competitivos e confiáveis foi colocar o maior motor disponível (tanto que o Mk II vencedor de Le Mans tinha um de 7 litros!), na menor e mais leve carroceria possível. A fórmula é a mesma do Cobra. E a razão era simples, um motor maior trabalha numa faixa mais baixa, gerando menor desgaste e maior confiabilidade para a prova de 24h.

Novo Ford GT - logo

Só pra fins de comparação, as Ferraris que o GT brigava em Le Mans tinham motores V12… de 3 ou 4L. E a razão dele, o GT40, ter parado foi justamente a mudança de regras que não permitiam motores sem limite em 1970 – matando junto o Mk IV. Então, deste ponto de vista, o novo GT com Ecoboost é algo que vai contra todo o preceito que deu origem ao modelo.

E veja estas três fotos, de cima pra baixo, GT Mk I, Ford GT ’06 (do GT5) e o novo GT 2016 de traseira:

ford-gt40-mk1

ford_gt_2006

ford_gt_2016

Note como o teto vai fechando em cunha em direção ao escape no novo GT, que tem uma traseira muito mais baixa nesse sentido. E a coluna por fora, lanterna redonda projetada, respiro da janela do cofre do motor… tudo relembra muito mais a Ferrari que o próprio Ford GT40! Não vou ilustrar cada detalhe, mas dois destes quero deixar abaixo propositalmente por serem da Ferrari para comparação (da F430 e a 599 GTB que fotografei):

Ferrari-F430

Ferrari 599 GTB Fiorano - aileron

E eu nem entrei em outras marcas para mostrar a miscelânea que foi feita para se criar este carro da Ford. O novo GT, pra mim, é um carro que sofre uma crise séria de identidade, é algo bonito, mas foge de tudo que deveria representar e cai num mar de mesmismos que se vê em termos de design automotivo tem uma década, ou seja, sofre de ser algo ao qual estamos visualmente acostumados, mas que está disposto de uma forma nova apenas. Se for reparar, suas lanternas parecem ter sido de alguma Ferrari dessas modernas ou até da Lotus Evora e caiu ali. Não acredita em mim? Veja você mesmo rolando abaixo.

Ferrari F12 Berlinetta traseira lanterna

Ford GT - detalhe 2

2011-Lotus evora S

Se passou batido, nem notou que o Ford GT novo é o do meio acima, não o último (F12, GT e Evora S), só com a cor trocada.

Ford GT - detalhe

E não é só isso… poderia pegar outros pontos com Lotus ou com algum Agera ou Huayra da vida, tirando alguns detalhes como o capo que se mantem como no GT de 2005. Enfim, do meu ponto de vista, mataram o Ford GT com essa… então, o chamem de “super carro”, como quiserem, afinal, o motor dele é mais potente, graças ao turbo, que o anterior.

ALL NEW FORD GT - lateral

ALL NEW FORD GT - traseira de porquinho

ALL NEW FORD GT - oinc oinc

São 600cv e um pouco menos de história com uma pitada de Angry Birds, como já não perderam tempo em tirar sarro…

angry-birds

Hahahah… essa desgraça não pode ser desvista.

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26 de novembro de 2014

Como salvar imagens de estúdio no PC

Este vídeo é de utilidade pública aos jogadores do GT6 com a atualização 1.14! Nele explico como salvar imagens do estúdio de carros compartilhados que são geradas automaticamente para dentro do PC, de forma muito simples e objetiva usando o Mozilla Firefox como navegador. É bem fácil…

E assim fiz o primeiro vídeo tutorial de captura do meu PC (isso só de curiosidade)

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11 de novembro de 2014

As miniaturas do RobsonB

Quem acompanha a série do Diário de um Piloto deve ter percebido ao fundo que há uma crescente coleção em pleno andamento.

Eis que entre as minhas várias metas para 2014 estava a de adquirir uma miniatura por mês de Hotwheels, mas não qualquer carrinho, apenas os que eu notasse que se enquadravam em modelos reais. Não cumpri bem a risca, mas tenho feito algum progresso e em se tratando desses carrinhos. Há ainda muita porcaria nas lojas, há muito modelo deturpado e há aqueles fantasiosos demais que eu passo batido, mas em meio a tanta variedade ainda há para aqueles que filtrarem um nicho de carros em uma minúscula escala que atendem ao objetivo de quem quer ter miniaturas de carros de produção reais sem firulas. E são ricamente detalhados, a cada ano que passa mais.

Isso veio de encontro com uma outra compra que certamente faz o seu gosto, sim, o gosto de quem lê espaço, afinal, amamos carros. Falo do livro 1001 carros para dirigir antes de morrer. Pois bem, de todos os meus carros (não são muitos… ainda) apenas um não estava no livro – o Mazda Furai, que irei pular por agora. Os demais todos estão no livro (com a breve exceção do Corvette C7), então se tornou algo realmente interessante para ver o mesmo carro escolhido nessa fina coleção por todos os lados e como o gosto geral se assemelha entre os que gostam. Comprei muitos desses carros muito antes do livro, então não o tinha por referência, mesmo assim batemos nos mesmos modelos. Vale lembrar também que como enorme fã de Gran Turismo, tento sempre priorizar os modelos que tem no jogo e que já corri – até mantendo em parte o mesmo espírito do livro. E é isso que quero compartilhar e incentivar você a fazer.

Dodge Viper ’03

Dodge Viper 03

Dodge Viper 03 - cima

Essa miniatura é muito antiga, reparem que nessa época ainda não se fazia o interior, então posso parafrasear o GT e dizer que essa é uma miniatura standard. O Viper é uma paixão antiga que eu tenho, sempre gostei muito (mesmo torcendo o nariz pro modelo novo). Gosto tanto, que ele só está atrás da Lamborghini Gallardo nos meus favoritos, logo acima do Mazda RX-8. Tenho outra miniatura dele, maior, escala 1:24, que por sinal é conversível e igual ao da foto do livro, mas não vem ao caso porque o conteúdo aqui é o dos Hotwheels mesmo. Mesmo sendo tão antigo, o modelo era muito bem trabalhado externamente. O coloquei primeiro aqui por ser o mais antigo que possuo. E ele é antigo na série também, está na capa do primeiro GT (o ’97 GTS, e também na retrogamer) e este da foto no GT4 em diante como um carro realmente difícil de lidar guiando com tudo off.

Viper evento final Classe B GT6

Viper esteve entre minhas lembranças dos 15 anos de GT. E também usei ele em sazonais. Esta miniatura apareceu no blog já, na macro derradeira. Por fim, foi a bordo de um Viper desses que completei a primeira parte do GT6 (o campeonato de evento final da Classe Internacional B – final curto – imagem acima).

Ford Mustang GT500

Ford Mustang GT500

A traseira não é alta, é que no livro a folha estava mais pra cima neste lado. Esse modelo é daquela coleção comemorativa dos 50 anos do Mustang, se trata do modelo de GT de 1969, o último ano dele, com interior e as janelas laterais abertas. Dá pra notar que as rodas imitam o desenho original e até a parte inferior do carro e parachoques mantém a linha. Faltou só os espelhos. Mesmo assim é uma miniatura muito rica de detalhes, como se pode perceber, por exemplo, na entrada de ar lateral ou na maçaneta da portam, ou do corte do capô.

Possivelmente é o Mustang mais bonito já feito, um dos mais icônicos. Este modelo que deu origem a reestilização de 2005 que vinha até agora como o Mustang atual, com uma das lanternas mais lindas já fabricadas (os 3 riscos verticais). Em definitivo, o carro era tão harmônico que o usaram de base e ainda é um sucesso. Este modelo veio depois do famosíssimo Mustang Shelby GT500 1967, popularmente chamado de Eleanor por conta do filme 60 segundos (que, aliás, seria presença garantia numa lista de filmes com carros).

Dodge Charger Daytona

Dodge Daytona - cima

Dodge Daytona angulo

Dodge Daytona

No livro escolheram o Plymouth  Road-Runner Superbird, mas citam o rival dele que era o Dodge Charger Daytona. Como se pode perceber era impressionantemente similar o desenh0 de ambos. Dá pra perceber em relação aos outros que tenho que esse é o maior hotwheels que possuo, um tanto mais comprido e com a asa o tornando um dos mais altos também. Não curti a roda traseira tão maior, mas mesmo assim o Daytona é conhecidíssimo, então estou feliz de ter pego este.

 

Corvette C7 Stingray

Corvette C7 Stingray - lado

Corvette C7 Stingray - traseira

Corvette C7 Stingray

Todos os Corvette estão no livro, menos o C7, quem sabe porque ele veio depois que o livro foi concluído e não daria tempo de incluir ele na lista final. mesmo assim, com esse histórico, levo fé que este (o melhor já feito e um dos meus favoritos) entraria na lista. Mesmo assim, são aí mais de um ano e meio para hoje que ele deu as caras no GT5 via DLC. Ele está também na capa do GT6. E há um ano eu falava do pré-lançamento do jogo, já com a capa final em que o Vette aparece, com direito a versão do PS3 com o jogo incluso.

Alfa Romeo 8C Competizione

Alfa Romeo 8C - cima

Alfa Romeo 8C

Esse senhor é o pesadelo de todos que jogaram o Tour do Gran Turismo 5 em busca do ouro – negócio tão difícil que mesmo um piloto do naipe do Lucas baixa menos de 2s como recorde, de tão apertado que é o tempo. Dentre as provas normais do GT5, uma das mais complicadas de fazer com perfeição. Destaco que o som dele está entre os melhores da série na minha modesta opinião. Detalhe da cor, dei alguma sorte em conseguir o mesmo tom de vermelho vivo. E ele tem interior, com todos os nuances de curva da lataria, como se pode perceber. Não é meu carro favorito, eu honestamente o evito e fiquei feliz com a vindo do TZ3 no GT6 para engavetar o 8C.

Toyota 2000GT ’67

Toyota 2000GT 67 - cima

Toyota 2000GT 67 - frente

Toyota 2000GT 67 - santo antonio

Toyota 2000GT 67

Primeiro esportivo japonês, carro feito para quebrar recordes de velocidade, o 2000GT é um dos carros mais injustiçados da série Gran Turismo, mesmo sendo japonês. A miniatura conta até com o Santo Antonio tubular na parte interna, além dos espelhos e o detalhe nas rodas e faróis dianteiros. É uma das miniaturas mais caprichadas que eu tenho, e ao mesmo tempo tem o valor de uma comum, mesmo com todo esse capricho. A história do 2000GT também é muito bonita, recomendo aos leitores do blog buscarem um pouco sobre este carro, porque ele é uma das raízes pelo qual conhecemos os carros japoneses de corrida. Sem ele, quem sabe não haveria Godzilla e, na Toyota, o Supra, ou pelo menos não como os conhecemos.

Ferrari Dino 246 GT

Ferrari Dino 246 - cima

Ferrari Dino 246

A Ferrari que no começo não era vista como uma. Este é o únic0 modelo premium que tenho (sem sacanagem ou trocadilho com o jogo desta vez). Além do fato dela vir com teto targa,  ela recebeu um tratamento extra em relação aos demais modelos “comuns” da hotwheels. Este conta com rodas especiais, pneus de borracha com ranhura, limpador de plástico, pintura adicional no parachoque e nos faróis. É uma peça muito pequena, que exige um olhar mais cuidadoso, porque mesmo assim a pintura está ali, com o nome e todos os demais detalhes.

O que a torna especial e porque insisti em comprar ela, mesmo custando um pouco mais? Ela foi rejeitada no começo, por ser a primeira Ferrari com motor central e usar um motor pequeno, V6. Inicialmente ela deveria ser 1.5L, mas no fim aumentou a cilindrada e rendia 180cv. E ela foi destaque no anúncio do GT6, com reflexos e tudo mais a mostra, um belo modelo por conta dos paralamas mais salientes.

Ferrari Enzo

Ferrari Enzo - cima

Ferrari Enzo

Este não é um hotwheels, como se pode perceber. É o único modelo que tenho em metal. E eu adoro o aspecto envelhecido, meio fumê, que cada detalhe recebeu, em contraste com o polimento do metal nas áreas lisas. E eu nem mesmo sou o maior fã da Enzo ou de Ferrari… historicamente feita em homenagem ao dono da empresa, me parece um design atemporal, limpo e muito orgânico. Deu as caras no GT do PSP.

Ford GT

Ford GT - cima

Ford GT

Este modelo é um tanto maior, um dos mais vistos nos vídeos ao lado da P400 (abaixo). O Ford GT é muito mais detalhado justamente por ser maior. Atenção as rodas e entradas de ar, além da pintura. Aliás, em se tratando de listras, minha combinação favorita é essa, branco com azul. (de preferência invertido, o azul com listras brancas).

Ford GT teve vários momentos de destaque, sendo o maior deles a abertura no GT4. Ele também tem versões especiais do próprio GT, como o Spec II, que por sinal é um ótimo carro, que vale muito a pena ter na garagem. Fora que é a releitura do clássico GT40.

Lamborghini Miura P400

Lamborghini Miura - cima

Lamborghini Miura

 Se existe um carro antigo que não fosse um protótipo de corrida que era apelão no GT5, este era a Miura P400. Ela andava na frente da Murcielago no jogo, um verdadeiro absurdo, mesmo sendo um super carro, com motor grande e muito leve. Aliás, em muito se atribui a P400 o título de primeiro super carro, com seu motor transversal de 350cv iniciais, incomum para a época.

Teve seu momento de maior prestígio no pré-lançamento do GT5, com imagens de alta resolução mostrando a riqueza de detalhes do modelo, especialmente dos faróis, isto graças ao troféu Gran Turismo de 2008 no Pebble Beach Concours d’Elegance. E é um modelo feito pela Bertone, que infelizmente fechou as portas neste ano. Ela foi o último modelo antes da Lamboghini tomar sua forma final, no meu ponto de vista, com a Countach — que foi a sucessora da P400.

A Miura ainda foi escolhida num top-10 num programa da Discovery como o carro mais bonito de todos os tempos, graças as formas femininas, especialmente pelo detalhe dos faróis.

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1 de novembro de 2014

Meu primeiro contato com GT

Eu havia contado na Retrogamer, em 2010, como foi que conheci o primeiro Gran Turismo, como se deu a entrada dele na minha vida. O ano era 1997, eu nunca tinha escutado nada sobre ele, em boa parte por morar no interior do estado, sem acesso a revistas especializadas e numa era muito antes da Internet. No meu cotidiano a presença era de jogos como Top Gear 3000 (SNES) e, quando ia na cidade vizinha, alugar umas horas de Rage Racer, que foi título que me motivou a comprar o primeiro PlayStation (isso ainda em 1996, mas só o consegui em abril de 1997).

primeiro gran turismo

Nessa época proliferava os cds piratas e o PS1 decolava de sua luta contra o Nintendo 64. Recordo que os preços dos jogos variavam de 5 a 12 reais, dependendo do título e dos cds que vinham inclusos, isso nos camelôs de Porto Alegre (RS), onde eu ia uma ou duas vezes ao ano. Numa delas, munido de 50 reais para a compra dos jogos que eu iria detonar nos meses seguintes surgiu, meio tímido, o GT. Era a primeira compra que eu faria desde abril, porque o o meu PS1 veio com 10 j0gos junto, com títulos como Impact Racing (um jogo frenético de corrida e tiros que tinha um Dodge Viper vermelho na capa com dois canhões giratórios de 6 canos no lugar de cada farol de neblina), Andretti Racing (com Indy e Nascar) e, óbvio, o Rage Racer. Entre os 10 estava também Castlevania: Symphony of the Night.

PlayStation, GT e cabeleira
Eu, em 1997… PS1, GT e muito cabelo…

Gran Turismo eu havia visto num vídeo do demo disc que vinha em todos os PlayStation da época. Este vídeo foi o primeiro vislumbre e a razão de eu ter visto e lembrado de Gran Turismo nessa primeira compra pós-aquisição do console. Mas isso ficou guardado por muito tempo, até que agora, fazendo umas capturas para outras coisas do canal no Youtube, eis que acabo por me deparar com este conteúdo. E é exatamente este primeiro vídeo acima que foi o meu primeiro contato com o que se tornaria uma das minhas paixões, dedicado pelo automobilismo, a corrida na classe Turismo, os carros de passeio… o mundo de Gran Turismo.

Disco original do PS1

Veja que o vídeo que veio no Demo Disc 5 (o que veio no meu console), é arcadista demais, muito mais do que o jogo final, com carros andando com duas rodas na parede… fica a lembrança deste momento, talvez se não fosse aquele disco preto que veio no PlayStation me apresentar esse jogo,eu teria passado batido pelo Gran Turismo e o tivesse trocado por outro jogo e este blog aqui estivesse falando de outra coisa agora (como Castlevania, por exemplo).

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29 de outubro de 2014

Drops 29/10 – Restart

Depois de ter o problema com a GVT resolvido (troquei de ISP), depois das eleições e com o retorno do calor que está tomando a vida de quem pensa colocar os pés pra fora de casa, um drops de retorno.

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29 de setembro de 2014

24 de setembro de 2014

Drops 23/09 – Desafio dos 10 jogos

Desafiado por Everton da Silva (e posteriormente por Antonio Bento Neto) a criar uma lista dos meus 10 jogos mais memoráveis e atemporais, eis que topei a chamada. Bom, na real, dos outros 9, já que o primeiro é bastante óbvio do meu ponto de vista, essa lista tem algumas obviedades naturais, mas tem também algumas escolhas bem “minhas”.

Quis fugir do óbvio em parte da lista, com jogos como Diablo ou Twisted Metal (ou Vigilante 8), de clássicos como Bomberman, Donkey Kong Country, Carmageddon ou Road Rash.

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15 de setembro de 2014

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