Falei anteriormente da caneca que foi sorteada como prêmio para comemorar e incentivar a campanha de arrecadação da Geração Gran Turismo, equipe de Automobilismo Virtual do qual faço parte. Mais uma vez, a arte estava “feita”, usei o conceito que criei para o cabeçalho da equipe no Facebook e tracei por cima em alta definição especialmente pra caneca, alterando algumas imagens por outras de maior qualidade e visando o resultado final sempre, retrabalhando todo o grafismo em HD. O resultado é uma arte cristalina que você confere abaixo:
E é claro que uma destas três exclusivíssimas já não embarcou e ficou comigo
Panorâmica da arte das 3 canecas, rica em detalhes como todas as que faço
O piloto #85 da GGT sendo prestigiado com o seu MX-5 em posição de destaque
Cada imagem escolhida e preparada para complementar o entorno da arte
O detalhe principal da arte é, claro, o avatar do piloto virtual, representa a essência da equipe
E foi assim que duas delas se despediram de Bento e rumaram aos seus donos, no RJ e SP
Eu gosto muito de criar algumas coisas, me soltar. Mas retrabalhar e afinar uma ideia e transformá-la em algo de qualidade para impressão também é um desafio muito interessante. As duas imagens imagens abaixo eu pretendo ampliar em detalhes muito em breve, com fotos nítidas e reais dos produtos. Deixo, por agora, uma amostra prévia sobre os dois foto-produtos que foram criados neste último mês:
Caneca do GTA V
Nem bem anunciaram, retrabalhei uma arte conceitual que vi por aí em uma arte de alta resolução por uma única razão: irei jogar (e muito) o próximo GTA. E eu quero uma caneca de café temática do jogo. Deu tão certo que mesmo a minha esposa, que não gosta muito, gostou da caneca. A série é especial, joguei quase todos e o IV foi o meu primeiro jogo, ainda em 2009, no PS3. Como ignorar a pancada que foi GTA San Andreas (onde, ao que se sabe, irá ser o palco de GTA V)?! San Andreas que é ótima no PS2.
Mais imagens desta e de algumas outras canecas muito em breve
A caneca prêmio da GGT
Para comemorar e incentivar a campanha de arrecadação da Geração Gran Turismo, equipe de AV do qual participo, me foi requisitado uma caneca para ser prêmio. Mais uma vez, a arte estava “feita”, usei a arte que criei para o cabeçalho da equipe no Facebook, e tracei por cima em alta definição para a arte da caneca, alterando algumas imagens por outras de maior qualidade e retrabalhando o grafismo em HD. O resultado será uma arte cristalina que você pode conferir no teaser abaixo:
Em abril do ano passado eu fiz um pequeno book da Ferrari 599 GTB Fiorano, no Gran Turismo 5. Foi um dos poucos que fiz na tentativa de resgatar alguns dos mais belos e interessantes carros da série que, por qualquer razão, acabaram de lado no andamento do jogo. E de lá pra cá, quase um ano se passou, eu jamais pensei que veria ou mesmo entraria numa destas fora do mundo virtual. Como disse um ano atrás, é um dos carros que está acima da média no GT5, mesmo um tanto subestimada para ser uma Ferrari de topo.
Interior limpo. Note que há difusores de ar laterais, passando pela porta
E ali estava ela, estacionada, recepcionando quem olhasse de fora
Não por culpa dela, acontece que quando se chega neste ponto, o próprio jogo não oferece muito espaço pra Fiorano e já surgem modelos de corrida para tirar o brilho destes super carros homologados para a rua. De fato, a origem do nome representa muito a identidade dela… o 599 vem do motor de 6.0L (5.999cc, embora esse valor varie ligeiramente), o GTB do italiano “Grand Tourer Berlinetta”, onde o Grand Tourer (Gran Turismo) possui o significado de carro esportivo de luxo para dirigir longas distâncias e o Berlinetta pelo seu formato ser o coupé de 2 lugares. Fiorano, naturalmente, é o berço dela… é onde fica a fábrica da Ferrari que montou a 599 GTB.
Ok, hora de entrar pela primeira vez numa Ferrari, abrindo a porta da 599 GTB
Soleira dela. Por onde se olhe o nome da marca italiana é sempre visto, em todos os cantos
Como só vi em imagens, vídeos e jogos, nunca tive uma noção exata do tamanho deste carro no mundo real. Meu primeiro choque com a realidade foi ao vislumbrar rapidamente um GT-R R35 e me surpreender com o tamanho da barca… as rodas, enormes se comparadas a de outros carros, quando visualizadas em tela dão uma enganosa sensação de que estes carros são ligeiramente menores do que de fato o são. E é esse prisma que quero passar nesta postagem, especialmente aos que ainda não tiveram a oportunidade de ver algum destes carros ao vivo.
Tudo feito para rodar rápido e firme, os bancos seguram bem, mas não são tão confortáveis
Muito dela é automatizado, dos faróis (na esquerda) ao estilo de direção (a direita no volante)
Calçada com rodas de 22″ e pneus de perfil baixo, nas imagens (ou no vídeo) ela parece menor do que de fato é. Isso é um grande engano. No vídeo, quando ela está descendo a rampa, se atente aos carros ao redor, como a belíssima BMW branca, e repare que a 599 GTB consegue ser mais baixa e larga que qualquer carro ao seu redor. Com a baixa altura (1,33m) necessária a estabilidade para cruzar a marca dos 300km/h, ela é mais baixa que um Ká ou Corsa dos antigos (que são ainda menores que os modelos mais recentes) e bastante larga (1,96m), tanto que apenas meio metro a mais na largura frontal dela seriam o comprimento de um Smart Fortwo. Mesmo eu, com 1,84m sou menor deitado na frente da larga 599GTB, que é em torno de 40~50cm mais larga que a média dos carros que temos em nossas ruas. Essa diferença quase não deixou espaço pra ela descer a rampa da loja no vídeo.
Embora eu tenha achado duro, reconheço que com o ajuste certo deve ser um ótimo banco
Fechado dentro dela, é muito bacana, mas sem ajustar o banco me senti mais baixo que devia
Detalhe da base do console, caixa sequencial F1 (acionada por borboletas no volante)
Aposto que este é um ângulo inusitado, os pedais da 599 GTB e os detalhes do acabamento
Pra justificar a imensidão do comprimento dela, escolhi um carro que é chamativo pelo seu tamanho e que certamente é um pouco mais fácil de se ver nas cidades brasileiras. O Hyundai Sonata é um carro um tanto comprido e chamativo, ainda assim, ele é apenas 15,5cm mais longo que a Ferrari 599 GTB e seus 4,665m. E mesmo que ganhe numa direção, o Sonata não é mais largo que ela e consegue ser mais alto. Aos amantes de carros antigos, ela é maior e mais baixa que um Santana antigo! É realmente gradalhona.
Console, com cd-player discreto e o ar-condicionado dual-zone e, ao fundo, encaixe da chave
O que achei da 599 GTB real
Por fim, é claro que irei deixar minhas impressões gerais sobre ela… o ronco é lindo, demais mesmo… é, provavelmente, um dos pontos altos dela e ao vivo é melhor que no vídeo, pois se sente o ambiente sendo preenchido com ele. É música, pra quem gosta. No Gran Turismo é a minha configuração padrão – sem música de fundo, apenas motor. No jogo, porém, o ronco é um pouco diferente, menos grave e há muito ruído de fundo misturado que não estão presentes no carro que vi de verdade. Como jogo com fones, percebo bem aquele “jjjiiiiiiii” das engrenagens, isso não se percebe no carro real… e enfim percebi que a amplitude de som por faixa de rotação do jogo parece muito menor que no mundo real. É engraçado como ao escutar a subida de rotação no final do vídeo, não me lembrou Gran Turismo, mas sim Need for Speed. Ainda assim, o timbre da gravação do jogo lembra em muito o som dela em médias rotações e, o mais incrível, o ruído do motor de arranque é idêntico. Você pode comparar os dois vídeos, o meu e este:
Normalmente removo as placas, mas nesse caso é quase surreal e tive de compartilhar
Entrar nela, porém, sendo um cara que não tem o tamanho de um jóquei, exigiu um pouco mais de vontade, especialmente quando fui entrar no lado do carona e não tive o volante para me firmar e as alças de se agarrar ficam embaixo, ao lado dos bancos, e não no teto como convencionalmente vemos. As portas não são problema, são grandes, mas ela é bem baixa, mesmo. Apesar da estatura, ela compensa deixando espaço para as pernas, com bastante conforto neste sentido. Você pode se esticar dentro dela, então dá pra perceber que viajar nela seria mais confortável que na maioria dos carros.
Dois detalhes pouco observados. O escape mais trabalhado que no GT5 e a lanterna de neblina
O minúsculo porta-malas, com o equipamento básico e algum espaço para bagagem
Este é o dispositivo mais macio do carro. Engenhoso, levanta e suspende a tampa traseira
Com exceção do porta-malas, que é um tanto compacto para um carro que poderia pegar a estrada, e certamente do seu consumo para alimentar o V12 de 6 litros, o único item que me surpreendeu negativamente foram os bancos de couro. Eles são macios ao toque, não tão esticados como se vê em alguns carros por aí, mas são duríssimos para ficar sentado. Parado, até, se pode dizer que é uma boa para a coluna, mas andando não deve ser dos mais confortáveis, especialmente com nosso asfalto minguado e costurado a la brasileira, cheio de relevos, onde a suspensão dura dela (que nem se mexeu para eu entrar, apesar dos meus 110kg) deve castigar um pouco quem for se aventurar a rodar. E é uma curiosidade comprovada pelo pessoal que conversei e que passeou nela, os bancos castigam.
O corcel negro empinado que tem na lateral da 599 GTB Fiorano
Há também a versão cromada dele, na frente e na traseira. Note que os 2 são idênticos (e eu ali)
E por fim, claro, os letreiros Ferrari na porta, na traseira… até embaixo é capaz de ter!
Curiosidades, por sinal, que não se vê todos os dias, é que além do porta-malas só abrir com a chave dela presente, o porta-luvas também não se abre sem a presença do controle. Descobri, claro, fuçando como sempre, no melhor estilo criança pequena “olhando” – se bem que diante de uma dessas, só sendo muito frio para não se sentir meio criança. Me deparei com algo inusitado ao tentar abrir o porta-luvas e percebê-lo trancado, como me foi informado em seguida pelo vendedor da loja.
Pouco – só 4 mil kms rodados, ainda possui adesivo nas rodas –, mas bem usada, como se constata na única imperfeição vista em sua pintura pelo uso, certamente, com potência integral
Nada miúdos, os freios de carbono fazem justificar o uso de rodas tão grandes
Falar da loja, por fim, fui muito bem atendido e tive acesso quase total ao carro (com direito a abrir tudo). Nota 10 o pessoal da Pastore car collection. O acesso só não foi total porque, óbvio, não pude dirigir ela. Mas tudo bem, isso seria mesmo pedir demais depois de filmar, com direito a aceleradas, fotografar tudo quanto quis, entrar, abrir, ver, tocar… excelente experiência, proporcionada, claro, pelo pessoal da loja, que tinha um leque enorme de informações que complementaram a visita, com uma conversa bastante amigável (embora eu não tivesse os 1.35 milhão de reais no bolso). No fim, por conta do horário apertado, saí quase que as pressas, orgulhoso da ergonomia e conforto do meu carro, que não é tão comprido, nem tão baixo e quase nada potente comparado a Ferrari, mesmo que fracionado por litro, mas que me permite passar a buraqueira do asfalto de Bento com pouco ruído, macio e, o ponto central, despercebido.
Porque eu sei que se você está lendo isso, você gosta de motores, aí está ele
Número do chassis e nome dela no bico, a frente do bloco do motor
E foi exatamente com esta imagem, a última foto, que me despedi da Ferrari 599 GTB Fiorano
A seguir, claro, postagem com outros carrões que estavam lá (e que até fotografei, como a réplica do AC Cobra, mas não posto hoje para não tornar este post maior do que já está) e sobre um pouco mais da Pininfarina, o estúdio que desenhou não apenas a 599 GTB, mas muitos outros carros dos sonhos que existem, e que inclui na lista várias Ferraris, dentre elas a F40 e a Enzo.
Tenho enfrentado problemas em atualizar este espaço. Hoje, agora a noite, fui olhar a que pé estava e tem muita coisa pendurada aqui… muitas postagens inacabadas. A começar, meu tempo na frente do Gran Turismo (do PS3, de forma geral) se reduziu bastante ao longo do último semestre. Em dias de semana é complicado fazer o que quero. O kit da AVerMedia, que veio para agregar mais e melhor conteúdo, se provou demorado para editar e mover pro PC. Ao menos, aos que forem se arriscar em comprar uma destas, que seja toda externa, tenha em mente que sem uma doca para o HD de 2,5″ e usando apenas um PenDrive/HD para mover pro PC, o trabalho é lento e desanimador. Mesmo! A interface dela é lenta e obsoleta, sem intuitividade alguma, tornando obrigatório o uso de uma doca (que eu não tenho ainda).
Sem cabos originais do console, HD rápido e uma doca para o PC, o kit é incompleto!
Fora isso, é a questão de escrever. Tenho tido dias sem criatividade, onde o pouco que me sobra falta… escrever por escrever, sem prazer algum, não cabe ao blog. Então tem sobrado rascunhos de boas ideias, mas não textos como estão acostumados a ler aqui. Elas virão, adiante, claro. No mundo online, social, os tantos bloqueios de acesso que foram restringindo a conectividade no trabalho me deixaram de fora de tudo que acontece. Estou sem notícias e sem novidades, então é difícil acompanhar e dar ritmo também quando estou em casa e preciso me inteirar do que o mundo viu durante o dia todo.
E ainda assim, coisas estranhas acontecem. Num belo dia deste mês (07-03) fui surpreendido com um número sem igual de acessos.
Tenho consciência que mesmo capenga de novidades, há muita coisa bacana aqui para se ler e descobrir. Então, não se acanhe, navegue pelo blog.
E, no princípio, o GT-R acima era para ser o meu carro no terceiro campeonato classe GT500
Está sendo bastante conturbada a terceira temporada para mim, mas ainda sou um bom desportista. Comecei perdendo, por alguns fatores alheios do acaso que, em conjunto, me desfavoreceram, a terceira chamada (?) feita para confirmação de inscrição e estava praticamente de fora do campeonato, para minha infelicidade. A segunda temporada havia sido bem ruim em virtude dos constantes temporais que atingiram Bento bem nos dias de corridas e que me derrubavam – até ganhei o prêmio de fim de ano de piloto que mais foi desconectado de provas –, quando tudo parecia perdido, eis que surge uma brecha. Eu poderia correr, para completar o grid, com o carro de outro piloto!
Minha trajetória da T3
Fiz a primeira corrida como convidado usando um improvável Impul Calsonic GT-R, por diversão, teria abocanhado duas posições, largando em último, mas os dois que ultrapassei saíram da sala poucas voltas após eu os ter passado e assim terminei em último, pontuando alguma coisa e ajudando no retrospecto da Calsonic a estar no segundo lugar da tabela de equipes. O carro estava standard, sem ajustes, e eu, desanimado, nem mesmo havia treinado em Motegi. Foi realmente uma corrida pela diversão de dividir a pista com alguns dos melhores pilotos e amigos da equipe GGT.
Correndo como convidado com o GT-R azul em Twin Ring Motegi
Para a segunda prova houve algumas desistências e eu já entraria como piloto habilitado, mas seria com um Lexus Denso na prova em Nürburgring GP/F. Seria, pois a perdi do calendário. Eu vinha da T2, onde as provas eram semana sim, semana não, alternadas com o campeonato da classe GT300, enquanto que agora na T3 elas são semanais. Descuido meu em reparar o calendário de eventos.
Meu primeiro carro oficial na temporada nem foi pra pista oficialmente
E, embora fosse correr com o Lexus quase como corri com o Calsonic, cru e sem grandes ajustes, eu gosto muito deste traçado GP de Nur, por ser um circuito rápido, muito gostoso de guiar… soube até que rolou alguns ótimos pegas por ali, prova de que é um circuito quase obrigatório em campeonatos.
E hoje é segunda, é dia de prova. Nem corri oficialmente com o Lexus e novas desistências e inclusões ocorreram, mais uma dança de cadeiras, enfim, e agora vou para o carro que eu queria desde o começo da pré-temporada (do qual nem participei, resultando na minha média de participação bem baixa na GGT em 2013). Meu GT-R está um passo mexido para Motegi, não o larguei em Tsukuba ainda, mas segundo a YellowHat o carro já está lá e o chefe de prova está nervoso com mais essa mudança. É meu terceiro carro, na terceira equipe, em apenas três provas!
O que tem de novo na T3
Minha meta é correr a prova usando pneus corrida MÉDIO. A escolha por médios é porque não guardo grandes esperança de fazer uma excelente corrida aqui. Acho o traçado curto meio chato, serão 60 voltas e na T3 os jogos de pneus macio estão limitados para toda a temporada, me restando agora apenas 8 conjuntos macios. Deixarei os stints que usaria aqui para uma prova melhor (Le Mans, por exemplo, a última corrida do campeonato).
Terceira prova do calendário o leva para Tsukuba, até o momento da postagem havia 1 vaga
Além dessa nova limitação para a T3, os carros perderam a adição de upgrades de motor e turbo. Sem turbo 2/3 e motor nível 3, os carros só tem a possibilidade de troca de óleo e o que vier de cavalaria até os 500cv se dará pelo amaciamento do motor em pista, rodando. Neste ponto, sinto que estou em desvantagem, pois meu carro não está amaciado como deveria… usarei Tsukuba como local para fazer esse serviço para a próxima etapa e seguir para Daytona como retomada de curso no campeonato..
Data
Circuito
Voltas
18/02/2013
1ª Etapa | Motegi Road Course/F
35
25/02/2013
2ª Etapa | Nurburgring GP/F
35
04/03/2013
3ª Etapa | Tsukuba
60
11/03/2013
4ª etapa | Daytona Road Course
35
18/03/2013
5ª Etapa | Suzuka*
35
25/03/2013
6ª Etapa | Laguna Seca
45
01/04/2013
7ª Etapa | Monza*
40
08/04/2013
8ª Etapa | Spa*
28
15/04/2013
9ª Etapa | Fuji Road Course/F
45
22/04/2013
10ª Etapa | La Sarthe**
20
Tsukuba detém o maior número de voltas em um circuito no campeonato, com os pilotos baixando voltas de 50s pra menos, então a certeza é de que será uma prova de contato, onde constantemente se estará na frente ou atrás de alguém, disputando posição ou tentando passar retardatários. É um estilo muito diferente de La Sarthe (casa de Le Mans) ou de Spa (GP da Bélgica). Olhando o calendário, aliás, percebo que passada a etapa de hoje, todas as seguintes serão muito boas, incluindo 4 provas com variação climática * (novidade na GT500) e até mesmo com variação ciclo dia/noite **. E ainda há uma vaga disponível, então é só passar na Equipe GGT e se inscrever para entrar no campeonato.
Desta vez o Kotaku que me surpreendeu. Quando falamos de carros exclusivos de Gran Turismo 5, imediatamente surgem em mente o Red Bull e o Citröen by GT. O primeiro, pelas mãos da RBR F1 em conjunto com a PolyPhony Digital, criou o carro limite do jogo. O mais apelão da série. O segundo ganhou as ruas discretamente, saiu bem antes que o jogo – era baixável para o GT5:Prologue – e no fim foi um dos modelos mais completos e menos explorados do jogo, contando com uma versão road com motor a combustão, um prototype com motor elétrico e câmbio CVT e um dos que eu mais gosto no jogo, que é a versão race car. Pois correndo por fora, vindo também da França e criado por uma pequena equipe de quatro pessoas do zero em ambiente virtual, o conceito do e-Motion relembra os carros únicos que havia no GT4 – caso do Nike One 2022.
Painel minimalista, mas com informações bem claras
Fora o fato dos caras ambientarem seu modelo com a temática do Gran Turismo, ele não está disponível no jogo e nem tem previsão de ser incluído. Imagino que esteja se questionando “oras, se esse carro não vai estar no jogo, por que raios está falando dele afinal?!”… explico, o modelo dos caras seria fácil um dos carros mais bacanas entre os não tão apelões se acaso fosse incluído por DLC. Ele me lembra o Caterham 7 (standard, recomendadíssimo) pela leveza e aparente manobrabilidade. Até este ponto, não seria especial, mas então é que incluíram um porém muito interessante. O e-Motion é inovativo por ter a capacidade de transferir seu peso para mudar as características de condução. Em outras palavras, ele transfere seu ponto de distribuição para melhorar a resposta do carro em diferentes situações, seja afundando o pé, fazendo curvas ou freando. E essa capacidade representaria muito mais agilidade que o normal.
Esta ficou muito boa
E ele seria par, dependendo da potência, para competir de igual com outros fórmulas, mesmo movido por um motor elétrico. E diferentemente de outro elétrico citado aqui, o Citröen by GT, as suas baterias são leves – o que seria um problema no mundo real, caso elas sejam menores em capacidade. Existe uma razão clara de se usar uma bateria leve, do mesmo modo que o Caterham, é para sair engolindo o asfalto. O conceito dos seus criadores era ambicioso, unir a agilidade de um kart com a velocidade de um F1.
Esta parece que saiu do jogo, tamanha qualidade geral
A equipe francesa que criou o incrível e-Motion com nomes de marcas famosas
Eles e sua criação virtual, em escala
Isso, é claro, se ele estivesse disponível no Gran Turismo 5. Há alguns vídeos e imagens no site deles, o Gran Turismo E-motion Concept.
Esta semana que se passou, por indicação de alguns pilotos do grupo do GT5, me tornei admin do grupo Gran Turismo 5 no Facebook. Com muita alegria e ciente da responsabilidade, assumi o posto e comecei a trabalhar nele. Então, se joga Gran Turismo e usa Facebook, não pense 2x e venha se tornar membro deste grupo. Tudo que é relacionado a série que eu ler por aí, postarei lá grupo. E os membros todos também postam livremente material relativo a série, então é um espaço muito rico de informações para os amantes do Gran Turismo 5 compartilhar entre si.
Fan Page do Blog
Tem um tempo que eu queria dar uma mexida aqui no blog também e tem ainda mais algumas coisas que se fazem muito necessárias – o único problema é sempre o mesmo, tempo. Esse update foi pensado, óbvio, em quem acessa o blog com certa regularidade e usa o Facebook como rede social padrão. E eu acompanho pelos stats que bastante gente vem quase que diariamente acompanhar o que escrevo sobre Gran Turismo, então não custa reforçar um pouco o valor deste trabalho.
O blog enfim recebeu sua fan page. Numa mexida anterior, os likes que alguns de vocês deram ficaram vinculados ao URL do blog e se perderam, pois agora o botão curtir está ligado diretamente a fan-page, assim quem curtir lá ou aqui, curte apenas uma vez, em um local, independente de qual botão usar, e já está valendo o like.
O espaço dentro do Facebook é vinculado aos de comunidade do Gran Turismo 5, bem a cara que tenho tentado dar aqui ao blog. Se notarem, lá não tem o número 5 na página, isso porque alguma hora vai vir o GT6, e eu irei migrar para a nova versão. E também porque, embora GT5 seja o carro chefe do blog e continuará sendo por um bom tempo, quero começar a explorar mais o automobilismo virtual e do mesmo modo como comecei a falar por cima sobre o uso do G27, irei tentar falar mais de outros simuladores e do acompanhamento de provas reais.
E é nesse ponto que a página entra. O blog, aqui, é de conteúdo exclusivamente autoral (100% escrito por mim), enquanto que a página do blog no Facebook é aberta a quem lê para fazer referências e tudo que eu leio e acho interessante relacionado ao automobilismo em geral, além das postagens aqui do blog, vão parar lá. Então, a fan-page é muito mais dinâmica e tem muito mais atualizações que o blog. Tem corridas reais rolando, tem novidades de todo tipo e, claro, é muito mais provável que apareça lá primeiro.
Não dá pra esquecer que na lata da 599GTB que ilustra a capa do blog por lá, há duas referências à Equipe GGT, o número do carro (o #83 é o meu número como piloto na equipe) e o nome dela estampado na parte traseira. E isso porque todos os eventos que eu participar com a equipe também darão as caras aqui no blog e, por extensão, lá na página do Facebook.
Então, como tudo que aparecer aqui será linkado também lá, os amigos que usam o Facebook terão um feed constante do que for publicado aqui bem mais acessível que o não tão popular RSS…
Curtiu o blog?! Clique em curtir!!
Mencionei que os “likes” que derem lá na fan page permitem que se acompanhe muito mais conteúdo que aqui do blog, mas isso também vai exibir seu avatar aqui no blog e este é meu combustível para escrever mais! Se alguma postagem agradar, ou o blog de forma geral ser um espaço que considere bacana, curta! O curtir é um termômetro para quem ainda não conhece o espaço e mostra que há qualidade por aqui. É só ir na barra aqui do lado e curtir.
Novos comentários
O WordPress é uma plataforma bacana para o blog, mas a medida que passei a andar mais tempo fora de casa trabalhando, percebi que os comentários eram um tanto dificultados de se fazer, isso por que as pessoas precisam preencher dados. Hoje ninguém tem paciência para escrever nome, email e tudo mais, então se você usa WordPress, Twitter ou o próprio Facebook, para comentar bastará logar com sua conta e se concentrar em fazer seu comentário. O Intense Debate também permitiu criar uma cascata nos comentários, permitindo que respostas apareçam logo abaixo de um comentário. Ainda preciso aprovar o que for comentado, para evitar spam, mas ficou muito mais prático.
Nem sempre posso estar com o volante em mãos para jogar, há aqueles momentos em que se está numa fila de banco ou Correios, na espera da lotérica com contas ou mesmo na hora de dormir e aqueles minutos “bobos” permitem uma escapada com o telefone para algum jogo mais casual.
E o Android se mostra ótimo nesse sentido, pois o Google Play Store tem bons jogos gratuitos para rodar em offline sem exigir combinações complicadas ou assiduidade muito grande.
Comprei em 03/01 o kit de captura. Era para ser uma surpresa para quem visita o blog, pra movimentar o canal no YouTube e ter capturas de tela fieis ao jogo, subir de nível. Pena que a surpresa tinha uma surpresa… ela não funciona, porque tudo depende do controle remoto e ele não funciona.
O vídeo, gravado hoje ao meio dia, é para relatar o fato. Irei gravar em vídeo o desenrolar da história. O Kabum! foi super rápido, se eu tivesse comprado na terça e não na quarta teria pego ela ainda na semana passada, veio bem embalado e tudo, mas infelizmente veio com defeito de fabricação numa peça crucial do kit. Agora é ver como vai rolar o RMA, meu primeiro. E estejam alertas, pois em alguns dias espero estar postando vídeos e imagens cristalinas, extraídas diretamente do jogo!
Passou-se a primeira tarde sem que o suporte tanto do site, quanto do fabricante me respondessem. Amanhã de meio dia gravarei outro vídeo sobre isso.