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20 de abril de 2012

Desafio Hebert Richardffs #1

Tem tempos que acompanho o Um Blog muito louco de Verão, mas raramente tenho comentado ou mesmo participado. Porém, no último desafio, caiu a matéria que eu gosto. Jogos. E montagens em PhotoShop. Bem o meu estilo, então curti a ideia e vou propor estas duas capas:


A primeira mais simples, só mexendo no nome…


Não satisfeito, fiz por cima a do Sujo 3 que tenho jogado no meu JE3!

Espero conseguir jogar de player #1 se vencer o desafio.

 

16 de setembro de 2011

Oh… LeaderShit!

Uma marca pode ser barata? Pode… e ela também pode ter qualidade. Bom, a Leadershit é uma empresa que se preocupa muito mais com o visual dos produtos que com a qualidade real deles. E se ela trocasse essa postura, colocasse mais qualidade e menos beleza, qual seria o resultado?! Por aqui certamente ela teria menos vendas… é triste, mas é o que se constata quando se olha a média dos consumidores. Quem compra Leadershit, compra também outras famosas, como a “Conserta, Conserta Estraga”.

A única vantagem em ter algo da Leadershit é quando se quer algo barato, que visualmente não te fará se arrepender, ou quando qualquer coisa resolve o problema…

 

12 de setembro de 2011

Aceita doar um centavo?

Mercados em geral tem práticas interessantes (pra eles) a respeito do troco. Uma política cruel, na realidade, pois se faltar aqueles muitos centavos do caixa, a pessoa que o opera terá de arcar com a diferença do próprio bolso (sim, o funcionário paga), do contrário, o que vier a mais da diferença do fechamento, o mercado engole. Eu acho essa prática deplorável e é uma das quais eu alimento certo nojo de donos de mercados, especialmente dos maiores, que contam com várias lojas. Convenhamos, o dono só tem a ganhar nesse sistema. E ganha. Carrões, casas imensas e fotos em páginas sociais que o digam.

E isso não é uma exclusividade da cidade que moro, vale deixar claro, mas por aqui temos 3 grandes supers.

Aqui você é que paga

Donos de uma rede com cobertura maior que a de transporte público municipal, Super Amolo está presente sempre perto de você. Por um tempo criou uma moeda paralela própria, o “um centavo amarelo do Amolo”, aceitos apenas na rede e solução frente a proibição (e aumento do preço) das balinhas de 1 centavo. Hoje, posando de bonito, o Amolo faz grandes doações arrecadadas nos quebradinhos de centavos na boca do caixa. Lhe dá, na maioria das vezes, a opção de doar por sua escolha, fazendo anúncios de jornal com o próprio Tonho Curto passando a quantia para entidades e assim mostrar a sua obra de boa vontade. Afinal, doar o dinheiro dos outros e posar de querido pra comunidade é algo muito fácil de se fazer. Temos o governo fazendo o mesmo papel. É fato, fazer com o dinheiro dos outros é sempre muito fácil.

Faz parte da sua conta

O Quebrar supermercados é uma rede menor, mas que está expandindo e que quer quebrar o seu bolso. No começo detinham boas promoções, com preços e produtos de valores competitivos, mas a medida que crescem, se tornam menos e menos interessantes. O destino está no nome, sem dúvida, fadada a Quebrar ou destinado a ser uma grande rede igual as outras. É bem provável que consiga crescer. Uns amigos meus também o chamam de “Trepar” Supermercados, pois segundo eles o mercado trepa nas suas costas na hora de pagar a conta…

Todo dia é dia D pagar

Uma marca de rede mundial de mercados com valores de cidades isoladas, promoções que nem sempre fazem sentido e, talvez o mais grave dos problemas, poucos funcionários. Ou pior, pessoal despreparado em muitos momentos. Nenhum mercado tem tanta gente que não trabalhava em mercado como o Irracional. Não faz o menor sentido, é uma loja enorme de uma rede maior ainda que não ganha em quase nada frente outros mercados no preço dos produtos. O local que o Irracional tem maior destaque é no setor de eletrônicos e revistas/livros Pockets, o que não é muito lógico para um mercado. Houve um tempo que ele teve ótimos preços no refrigerante e na pizza. Passado. Em agonia, a segunda tentativa do WalMala de inserir uma loja no cenário bentogonçalvense é Irracional.

Todos os nomes foram alterados pra preservar a identidade das empresas. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, eu juro…

 

5 de setembro de 2011

Uma fábula moderna

Hoje irei fugir do padrão do blog. O assunto é sério, um pouco delicado e irei retratar em forma de conto.

m um reino encantado havia duas empresas de transporte que sempre brigavam. Para por fim a eterna briga, o rei decidiu dividir o reino em duas partes, para que cada uma delas atendesse uma metade e não conflitassem mais. A decisão favoreceu apenas as empresas e a plebe ficou a margem da situação, arcando com o pagamento de duas passagens quando precisasse atravessar os vilarejos dentro do reino sem seus próprios meios de locomoção.

 

De um lado…

No sul, usando o azul e amarelo no seu brasão, a cavalaria do Seu Antônio sempre mantinha os belos corcéis alinhados, com a maioria das carruagens mais confortáveis e modernas, mas com uma cobertura que reservava 80% da frota a cobrir um único vilarejo do reino. De fato, era uma lógica não muito realista, acontecia muito de quando uma carruagem passar com um determinado destino, outra com o mesmo destino chegar em seguida e, às vezes, até uma terceira fazendo a mesma rota. Ninguém entende o motivo disso, mas Seu Antônio continua assim com o passar dos séculos… o serviço fica ineficiente e, apesar das boas condições das carruagens, elas eram menos numerosas que as que estavam na outra metade, as do…

No norte, usando em seu brasão o vermelho e o marrom, Lento Transportes via a vida passar devagar, como o próprio nome sugere. Carruagens mais simples e super lotadas nos momentos de pico entre vilarejos populosos do reino, a direção sempre chorando ao rei que a passagem não dava pra arcar com o custo da alimentação dos cavalos, e exigia dos cocheiros também ser o tratador dos cavalos e até se desconfia também que eles mesmos sejam responsáveis pela limpeza da frota.

O rei, mesmo vendo a insatisfação da população, quase nada fez para que a plebe tivesse seu direito de ir e vir assegurado. Esbanjava aos outros reinos a riqueza que dispunha, alegando que sua plebe era de nobre classe. Com as riquezas do reino aumentando, Seu Antônio e Lento Transportes começaram a investir no segmento de carruagens de luxo, para transportes entre reinos, garantindo até mesmo uma certa exclusividade obscura na saída dos desafortunados moradores deste reino para outras terras, para que fossem levados em suas belas carruagens.

Todos os anos o rei implementa algum novo decreto a ser adotado pelos transportadores, o que acompanha mais choro e o aumento da tarifa para uso das carruagens. E quem precisa atravessar a cidade, como ficaria?! Daria suas poucas moedas de prata em troca da curta viagem na carruagem?! Não, o resultado da deficiência do transporte público do reino resultou na venda de cavalos e pequenas carruagens particulares. As charretes 1.0 se tornaram moda. E assim, o rei tem mais trabalho para criar novos decretos para solucionar os problemas do trânsito do reino, que crescem junto com os alarmantes números de transporte particular.

Outrora, o que deveria ser a solução de um problema comum, o transporte público, acabou se tornando um problema ainda maior, de preço elevado e menos funcional. E agora, o que o rei fará? Aumentará as taxas e impostos? Dificultará a compra de cavalos, carruagens e charretes por parte da plebe, mantendo esse direito apenas aos nobres? Unificará o reino e os vilarejos de norte a sul, leste a oeste, obrigando Seu Antônio e Lento Transportes a oferecer acesso a plebe de atravessar os vilarejos sem ter de pagar duas vezes por isso? Difíceis decisões aguardam o rei, que parece estar sempre mais preocupado em polir sua coroa e apreciar os frutos da terra, talvez vislumbrando um futuro de riquezas inimagináveis.

O reino segue, a plebe trabalha arduamente, sob sol e chuva, e já não aceita mais arcar com o custo que os nobres da Seu Antônio e Lento Transportes impõem, com valores acima da média dos reinos vizinhos. A mim, o destino segue claro, muitas batalhas por vir, resignado em ser como um rebelde, de semblante isolado, vivendo minhas próprias lutas diárias, com o anseio de escapar das garras do transporte público. O mesmo transporte que possui mais defeitos e que nem enumerei aqui… planejando fazer como o rei e os nobres, ter meu meio de locomoção. E os valores praticados, até quando?!

 

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