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24 de novembro de 2012

Ford Mach 40 customizado vence a SEMA


Custom Ford Mach 40 vencedor do GT Award 2012 como “Best of Show “

Este mês ocorreu  o 10º Gran Turismo Award na SEMA (Speciality Equipment Market Association) Show, em Las Vegas, Nevada.


Kazunori Yamauchi com David Eckert, o dono do Mach 40 vencedor

O que pode ter de especial no Mach 40, se a mesma SEMA já nos trouxe dali ainda em 2009 o Ford Mustang Trans-Cammer ’70, disponível na concessionária do GT5 pela Grand Touring Garage? Bom, como Best of Show, é claro que o Ford Mustang Mach 40 hot rod de 1969 já recebeu também o seu passaporte para a próxima versão do Gran Turismo. Quem sabe seja até divertido tirar um racha com os dois Mustangs modificados, embora o Trans-Cammer seja um modelo de corrida (Trans-Am) homologado para as ruas e este seja um Mustang Mach 1 literalmente envenenado até o osso. E detalhe do troféu para a SEMA, que é um PS3 Slim também personalizado.


Mustang de 1969 é um possante e rebaixado Hot Rod, só não gostei da faixa na lateral


Mustang 1969 Hot Rod, pelo menos cara de bad boy ele já tem

Pode-se dizer que David Eckert e sua equipe construíram este carro por cima do velho Mustang Mach 1, com uma reestilização visual mais moderna e agressiva e mudando o velho motor por um novo, de cárter seco com 5.4 litros, V8 do Ford GT de 2006. Um V8 que tem montado por cima um sobrealimentador Whipple de quatro litros – que é a minha opção favorita de potência adicional, quando disponível, no Gran Turismo –, resultando numa obra de arte que varia de 600 a 850 cavalos de potência, controlados gentilmente no carro por um “botão de ajuste de potência” também personalizado. Como se dará esse ajuste no Gran Turismo 6?! Não se sabe… o que se sabe é que esse carro deve vir com seus 600cv, pelo menos, e deve ser uma opção alternativa interessante para corridas forfun.

Os outros carros concorrentes

Além do Mustang, mais carros estavam cotados entre os melhores, mas como não levaram o Best of Show do Gran Turismo, não vão entrar no jogo. É o melhor…

…SUV: Family Dragster Toyota Sequoia de Antron Brown

Dragsters já deram as caras no Gran Turismo… no GT2 havia 2 deles e eram os carros mais potentes do jogo, pena que não existiam provas de arrancada.

…Automóvel Doméstico (EUA): Ford Mustang GT RTR Spec 3 ’13

Aquele ar de Need for Speed, eu gostei bastante dos dois tons, do tom de vermelho, da roda… não tem carros assim no GT.

Melhor Importação Asiática: Scion FR-S Evasive Motorsports ’13

O Toyota GT-86 (ou Scion FR-S e Subaru BR-Z) nem bem apareceu e já ganhou uma versão com todo arsenal tunístico do mundo. Ficou interessante, exceto pela cor, mas o aspecto geral ficou com cara de classe GT3, que está em baixa na série. Este, provavelmente, seria mais aproveitado que o Mustang vencedor, ou talvez acabasse como o Honda S2000 da AEM (ótimo carro, sem pares para provas online).

Melhor Importação Europeia: Vw Turbo Beetle 2013

O Super Beetle Project do VWVortex.com 2013 veio correndo por fora e no meu ver já não tinha chance alguma. Dos modelos que estavam na final era o que tinha menos probabilidade de ganhar, afinal, temos o Bettle Cup car e este já não é exatamente um modelo dos mais memoráveis na série. No Gran Turismo o Fusca perdeu espaço pro VW Lupo e até mesmo a versão clássica do Carocha se sai melhor em popularidade que o novo modelo.

Os carros do GT que vieram da SEMA:

Além do Mustang Trans-Cammer, de 2009, outros bólidos deram as caras no Gran Turismo 5 (e alguns no GT4), são eles:

  • Buick Special ’62 (SEMA Gran Turismo Awards 2003)
    Um dos mais possantes carros do jogo, amado por vários fatores, ótima escolha no GT4 e interessante no GT5. O Buick Special faz jus ao nome, é um modelo especial de verdade.
  • HPA Motorsports Stage II R32 (SEMA Gran Turismo Awards 2004)
    O Golf acabou menos valorizado. Muito potente, mas quase ninguém o usa.
  • AEM S2000 (SEMA Gran Turismo Awards 2005)
    O Honda da AEM é no estilo do Scion acima. Excelente carro, não muito famoso, está na concessionária da AEM no jogo e vale a pegada.
  • Art Morrison Corvette ’60 (SEMA Gran Turismo Awards 2006)
    O Vette é até dado numa das sazonais, mas não conseguiu convencer. É um bom carro, entretanto.
  • HPA Motorsports FT565 twin turbo Audi TT (SEMA Gran Turismo Awards 2007)
    O Audi TT tem o mesmo tom laranja do Focus ST e por vezes eu me confundi no GT5. Não o usei tanto a ponto de me recordar e não é um carro ao qual tenho carinho.
  • High End Performance G37 (SEMA Gran Turismo Awards 2008)
    O Skyline já apareceu aqui no blog, nos Easter eggs do Gran Turismo 5, com um PS3 fat e uma TV no banco de trás… é o carro dos leds na frente que pós-compra que nunca mais funcionam.
Não coloquei imagens destes porque é muito provável que você já os tenha levado para a pista.

Na fila, direto da SEMA

Nos últimos dois anos os vencedores também eram Hot Rod, em 2010 foi a vez de um Camaro 69 (meu ano favorito do Camaro).


Camaro de 1969, um dos mais populares carros da história

Construído em casa por Mark Stielow, o Red Devil (apelido carinhoso, né?!) tem berrantes 760 cavalos e não é um carro de exibição apenas, já venceu algumas provas e seu dono desejava levar ele no ano passado para Nurburgring. Não consegui saber se ele conseguiu levar, o que sei é que ele já está envolvido em outro projeto de hot rod com outro Camaro e mira passar dos 850 cavalos, mas isso é outra história…


Apesar da cara de carro velho reformado, o motor é novíssimo e de competição

O curioso neste projeto do Chevrolet Camaro de 1969 é que ele manteve a belíssima carcaça com desenho original. O motor Thompson Automotive de 427ci LS9, V8 OHV (sim, o mesmo tipo usado na Nascar) recebeu um blower, também tipo LS9. Este conjunto é do Chevrolet Corvette ZR1 e rende até 800 cavalos, com torque na faixa dos 4.500rpm e despejando toda potência de cavalaria aos 6.200 rpm. Tanta potência precisa de freios e estes vieram do Corvette Z06. Um conjunto moderno de freio e motor necessita, claro, de uma suspensão apropriada, e esta desenvolvida pela Detroit Speed & Engineering, com sub-frame e amortecedores de tubo único na dianteira e de 4 links com barra estabilizadora e amortecedores de tubo único na traseira. É um novo carro, com uma aparência antiga e o toque final são os bancos Recaro.


Eu curto demais essa traseira, é um dos muscle definitivos


Interior 100% com cara de competição, mesmo eu que nem gosto de relógios adorei


Merecido o GT Award de 2010, lindo e potente o Camaro

 Este sim, dará um pega bacana com os dois Mustangs. Mas e contra os carros modernos?

O Camaro ZL1 é o topo de linha da Chevrolet, andou junto com o Red Devil, mas era previsível que um motor mais potente do hot rod levaria a melhor (recomendo assistir, exibe bem o carro e o som dele, além do som característico dá para ouvir bem o blower puxando o ar para dentro, tal qual no Gran Turismo.

O vencedor de 2011

E no ano passado o vencedor também foi um Camaro! Mas um bem diferente e que não temos no Gran Turismo ainda, um Camaro RS 1973, bem a cara dos anos ’70:


A frente era popular em 1970, em 1971 surgiu o Dodge Charger Super Bee com estilo parecido

A dona deste Camaro, Mary Pozzi, não deu tantas informações técnicas, mas se sabe que o motor é um LS2 aumentado para 402ci (arredondados 6.6L). Como a nomenclatura LS2 na GM tem várias entradas desde 1973, fica difícil saber qual motor e qual potência ele tem. O que se tem por certo é que ele tem um câmbio manual de 6 marchas, e que o LS2 moderno é o motor de referência na Nascar Truck Series (de caminhonetes) para pistas menores que 2km. Talvez este carro seja uma boa grande surpresa no Gran Turismo 6 para se juntar aos outros hot rods.

E tantos hot rods juntos certamente abrem uma opção inteiramente nova para os campeonatos, como os que ocorrem na GGT.

As belas rodas de 18 polegadas com pneus de perfil baixo se encaixaram bem no carro e tem função prática, envolvem os enormes discos de freio. Logo, não espero pouca coisa deste carro.

Reconheço que não curto tanto os elementos da traseira do Camaro RS ’73, acho as lanternas feias demais, com vincos demais, mas acho magnífico o estilo fast-back da traseira, com vidro grande e mais deitado e o parachoque curvado. Por fim, que não aparece no interior do carro, o volante é pequeno, de 15″.

Com tudo isso, só me questiono onde andam os Corvettes para competir com esses 4 carros… um Corvette C3 hot rod seria incrível!

 

13 de novembro de 2012

Campeonato GT4: CANCELADO!


Ele ganha velocidade por ser leve, mais ou menos como o RX7 da GT300!

Dias atrás fui representar a GGT num campeonato promovido pela Turismo Brasil Racing (que apagou seu blog ao descontinuar, infelizmente). Formei a GGT Team para dar umas voltas no Toyota WEDSSPORT CELICA (JGTC) ’03 do Gran Turismo 4, no velho PlayStation 2.


Entrar nas curvas atacando a zebra, com pé embaixo

Primeira (e única) etapa foi em Côte d’Azur (Mônaco), pista que todos sabem que eu não gosto muito de correr…


Fazer as curvas todas acelerando forte, sem TCS

Mas mesmo assim, fui lá e fiz o meu melhor em uma tentativa, na véspera, para cumprir a agenda. O Toyota era um dos carros que eu não tinha levado pra pista ainda e foi uma grata surpresa! Ótimo carro, forte o bastante e dócil para guiar.


Sem o controle de tração dá até para brincar de driftar o traçado na retomada

E assim, jogando limpo, fui cortando o tempo na única etapa que fiz. E, claro, se o levei pra pista no GT4, porque não arrastar o Toyota de 2003 no GT5 e dar uma passeada nessa mesma pista?! Por mais que não goste de Mônaco para correr, é inegável que essa pista é uma das mais bonitas do jogo.

 
Curva de baixa, a agilidade do carro é fácil de ser percebida

No GT5 a física muda bastante, o carro me pareceu mais agitado, mais com cara de carro de corrida do que o que vi no GT4.


Curva no limite do traçado, por dentro, fácil de guiar

Mas ainda assim, controlável, fácil de levar ao limite, técnico o suficiente para garantir uma precisão de entradas mais agressivas nas curvas. O Celica é um carro mais leve, que se encaixaria bem na GT300, e essa combinação de potência limitada e baixo peso deixam o carro muito ágil.


Vai ficar estacionado na garagem por um tempo, mas na primeira oportunidade ele rodará

Num percurso sinuoso essa agilidade significa que o carro te convida a acelerar mais, a forçar mais a entrada das curvas e a afundar o pé no acelerador com toda vontade nas saídas.


E essa seria  pista para a segunda etapa, cancelada

E a etapa seguinte seria em Fuji Speedway ’80s, cheguei a perigar umas voltas, mas não consegui acertar bem o ponto e por isso ainda não tinha postado nada aqui. Agora que não terá a etapa posso dizer abertamente, achei a escolha da pista incompatível com o carro… ele não é possante o bastante para o traçado tão aberto e a minha sensação foi a de estar dando voltas em High Speed Ring. O acelerador fica embaixo praticamente o percurso todo e você esperando por algo do carro que ele não pode oferecer, mesmo com nitro.

 

10 de novembro de 2012

Caneca das 2 heures du mans


As duas canecas juntas para formar a imagem completa do Mazda 787B

Apenas uns dias atrás corri as 2 horas de Le Mans com o pessoal da GGT, e dela – e esse maravilhoso 787B – veio o pedido do Garrido para uma caneca. Daquelas de pegar e ir girando devagar, olhando os detalhes…


Caneca Premium do RobsonB das 2 heures du Mans

E detalhes não faltam, a imagem capturada no GT5 por Etienne Albeau é super realista e olhando de relance ela chega a enganar. Em geral admiro belas fotos, não somente as de carro, mas esta do 787B, pelo tempo que gasto capturando imagens no GT5, eu bati o olho e fiquei me questionando COMO eu ainda não havia capturado essa imagem ainda. Óbvio que ela foi manipulada após a captura no jogo, mas tudo agregou valor a ela, desde a paleta de cores até o grão adicionado como ruído que transmitem a ideia de ter sido capturada com um filme antigo…


Obrigatório citar o PS3 e a Mazda!

A isso, uma belíssima tomada do Mazda, fiz com a ideia de uma caneca como um macacão de piloto, com todos os patrocinadores como vemos hoje nas carenagens dos carros, com direito ao nome do piloto e sua bandeira, tudo como manda o figurino, com atenção ao logo das empresas e da equipe GGT, além, claro, do número do piloto GGT. Não consegui capturar imagens da caneca com a nitidez desejada, muito reflexo acabou ofuscando a riqueza de detalhes eo CCD da máquina comum que tenho não pegou todos os nuances discretos que existem nela, mas dá pra ver o quão bonita ela é mesmo assim. Mesmo que não totalmente.


O Mazda 787B número #55 de 1991

O 787B é um carro incrível, a Mazda daria ainda muito trabalho para as equipes caso os 4 rotores não fossem banidos de Le Mans. O formato do 787B é exatamente o aspecto clássico dos carros de La Sarthe, é agradável aos olhos e reconhecido mesmo por quem não gosta de acompanhar corridas. É como o Ford T para os primeiros carros antigos.


Caneca do Garrido, bastante reflexos dificultaram captura das imagens

Na GGT se reduziu as 24 horas em apenas 2, então criei o selo alusivo de 2 heures du Mans, com o Mazda atacando a curva L’Arche da quase sem fim reta Mulsanne, a plena velocidade.


EquipeGGT exibida com orgulho e destaque na caneca

Como grande fã da Mazda, é óbvio que eu acho que esta é uma das canecas mais incríveis que já fiz… gosto de olhar os detalhes, do aerofólio traseiro, o espelho elevado, os fixadores da lente que protege os faróis, as entradas e saliências… até os parafusos do parabrisa… todo o trabalho feito sobre este carro exibe um perfeccionismo do Gran Turismo que eleva o status de Premium para uma quase realidade que pode ser registrada pela câmera DSLR do jogo.


Minha caneca do #55

E é claro que eu tinha que fazer uma pra mim também do vencedor de 1991, afinal, depois de trocar de última hora de Bentley para o 787 e de ter feito as 24 horas com este carro, era uma caneca que eu queria tinha tempos… Para frente, haverá outra prova de resistência, agora sim, de retorno ao carro que originalmente eu correria em LeMans, o Bentley Speed 8! E fazendo dupla mais uma vez com o Garrido! Quem sabe saia outra caneca dessas com o verde britânico, o campeão de 2003.

 

4 de novembro de 2012

Frustração online II

Apenas uma semana após enfrentar problemas em entrar na sala do campeonato de GT300, estava ansioso pelo campeonato de GT500. Mas a maré não estava boa para mim e não foi nesta semana que consegui correr.

Primeiro, a chuva

Era só uma chuva com relâmpagos, então veio o vento e engrossou a chuva. Como acesso via rádio, a chuva acaba incomodando um pouco a qualidade do sinal, mas ainda iria encarar se o tempo não piorasse mais… parou a chuva, estava otimista, pelo menos até cair a luz faltando menos de 40 minutos para o início da prova. Fiquei tenso, foram mais de 15 minutos no apagão (parte final do vídeo acima). Então a luz voltou…

Sem internet

Falei que uso Internet a rádio?! Bom, com a queda de luz o serviço parou, porque o servidor deve ter apagado do outro lado ou em algum ponto e interrompeu meu acesso. Eu tinha luz, parou de chover, mas não me conectava de forma alguma… até que faltando menos de 10 minutos para o tempo oficial da GT500 começar eu consegui entrar…….


3 minutos antes do horário oficial, ainda carregando


Último piloto a entrar na sala, grid lotado


Galera sabe que estou com problemas pra correr

A prova

Como a prova anterior havia sido interrompida em virtude dos problemas na PSN (todos cairam), ela foi reiniciada tentando manter a mesma posição do momento que caimos. Eu tinha a pouco caído para a 11ª posição, mas em poucas voltas consegui subir para a 8ª e tudo indicava que seria uma prova boa para mim, com pontuação e tudo, até mesmo a frente do meu colega de equipe, Will, que terminou a prova em último.


Houve ainda uma queda que atrasou o início da prova, mas as 23:15 era esta a imagem

Teria sido… mas a noite não era da Takata Dome e em algum ponto da prova a luz deu apenas UMA ÚNICA piscada… foi o bastante para desligar meu PS3… perdi a prova. Simples assim. E então não completei a quinta etapa por puro infortúnio… o tal azar, aquele dos brabos, mesmo… e foi um mês de segundas zicadas… e assim se foi a quinta etapa da GT500, e assim pontuei na primeira etapa, não pontuei na segunda e nas três seguintes não consegui correr por um ou outro motivo.

Amanhã é dia de GT300, Fuji GT, e eu estou um tanto preocupado que após um feriado com tempo perfeito o céu começa a dar seu aviso de que está fechando… espero que não feche pra mim às 22:30, já que em ambas as equipes estou me tornando um peso morto pro time.

 

25 de outubro de 2012

Campeonato contra-relógio de GT4

Bom, surgiu na GGT um campeonato alternativo para o Gran Turismo 4, do PS2, a ser realizado pelo site Turismo Brasil Racing (TBR) na modalidade time trial. É um evento com maior duração e mais parado do que os campeonatos online no Gran Turismo 5 que estou correndo na GGT, mas tem a vantagem de ser offline – não depender do servidor do Gran Turismo – e, por isso, ser flexível em relação ao tempo. Como único piloto da equipe que ainda joga GT4, ao menos aparentemente, fui com a missão de representar o grupo correndo sozinho na equipe GGT Team.


Eu nem tinha comprado ainda o Toyota WEDSSPORT CELICA (JGTC) ’03

Todo o campeonato rola no modo Practice, essa primeira etapa rolou em Côte d’Azur (Mônaco) que está na opção City Courses dentro do GT Mode. Todas as provas ocorrerão com o Toyota WEDSSPORT CELICA (JGTC) ’03, carro que tem ajuste livre e todos as demais equipes usarão. Equipes, aliás, que são formadas por duplas e tem sites próprios para o desenrolar do campeonato (acessáveis no site do organizador, a TBR),  Essa etapa de Mônaco acaba amanhã, 26/10, mas eu já dei por encerrada após as voltas de ontem ainda.


 Practice Mode por Cr. 5.

Sem bater, e tentando retomar um pouco da prática no GT4, fui pra pista com o carro como ele veio, mas o tempo foi alto, na casa de 1:51. Então fui até a Toyota, fiz alguns adendos de peças e depois alguns ajustes de setup. Nos novos itens o carro recebeu um turbo 3 (no GT4 existem 4 turbos, e não 3 como no GT5) e Nitro (que não tem no GT5), mais adequados para as longas retas e, o Nitro, para a retomada e nas subidas. Fiz algumas voltas para me familiarizar e então comecei a fazer volta rápida, pra tentar baixar meu tempo.


Foto capturada pela Fernanda enquanto eu corria… jogando no console e com TV de tubo

Conforme fui me acostumando com o traçado sem usar o Nitro, fui percebendo algumas coisas interessantes, dos pontos de frenagem em especial. Lembrei do RohMoraes e experimentei colocar lastro no carro, mais na traseira e senti que ele melhorou um tanto para as curvas soltas. Baixei a relação final de marchas e ele estava quase cortando com o Nitro no final das retas. Na decida depois do túnel não tinha mais pra onde ganhar velocidade. Aumentei a potência do Nitro (reduzindo sua duração) para 75% e então o carro mudou… ele ficou mais agressivo, mais parecido com o NSX do campeonato de GT500, os pneus R5 (extra macios) estavam no limite para tanta força, era o ajuste ideal para aceleração, mas o carro não estava gostoso de curvar ainda. E Mônaco tem trechos chatos de curvas mais trancadas.


Agora começou a baixar o tempo… 1’31.491!

Desliguei as assistências e foi quando fui para o ajuste da suspensão… como o comportamento era arredio e se tornaria ainda pior, optei por imitar o meu ajuste do NSX, até mesmo no diferencial, e surtiu resultados, o tempo inicial que era de 1:51, com algumas voltas de reconhecimento havia caído para 1:45.318, despencou para a casa de 1:31 e eu senti que era uma questão de acertar os freios, já que usando o Nitro e fazendo apenas uma volta por vezes eles estavam se arrastando, reduzi a pressão nos discos, deixando mais intenso na dianteira e o tempo caiu…


1:28.925, estava ficando bom o carro…

Quebrei a barreira de 1:30, mas sem as assistências e curvando melhor o Celica saia das curvas com mais velocidade e acelerando muito mais forte, tive de ir até a caixa e aumentar um ponto a relação final, para evitar o corte da última marcha antes do final das retas.


Baixando o tempo no A-Spec…

Meu recorde para a prova

Foi com esse ajuste que o tempo baixou um pouco mais, numa volta mais rápida passei com 1:25.426.

 

Isso, claro, logo antes de parar tudo e ir jantar. Tentei ainda dar algumas voltas seguidas, mas sempre nessa média (e sempre girando pra cima, .700 ~ .800), vi que até era possível derrubar para 1:24.alto, mas não havia mais tempo para treinar. Para cair pra 1:24 era só acertar um pouco mais a entrada das curvas, soltar mais Nitro, reajustar os freios, ver em quais curvas usar o Nitro ou não… com sorte, derrubar 1,5s e fechar com 1:23, sem apelações (nenhum toque na parede e bastante borracha queimada no chão).


Corri só com o Toyota WEDSSPORT CELICA (JGTC) ’03

Na última volta eu estava vindo rápido, mas quando entrei na última curva na frente do ghost acabou o Nitro e ele me passou por pouco, fiquei um pouco chateado porque percebi que isso começaria a tomar mais tempo e teria de administrar melhor. Acima a progressão do tempo, sempre ignorando os tempos maiores que eu fazia pós-recorde…

E o Celica, que não estava correndo com os 295hp, e sim com 425hp! Ótimo carro, uma surpresa, já que eu nem havia pego ele ainda. Irei procurar no Gran Turismo 5.

Próxima etapa é em Fuji Speedway 80’s. Longa reta, certamente terei de abrir mais a caixa. 😉 Agora é ver como me saí em relação as outras equipes.

 

24 de outubro de 2012

GGT by RobsonB

Um tempo atrás, pra colaborar com a galera da equipe GGT, comecei a fazer o avatar dos pilotos da equipe pro fórum. Não são muitos e não me ocupa tanto tempo, mas padroniza e é bacana de interagir com os outros pilotos.

Para tanto, fiz uma versão 2.0 do logo  com os efeitos que me caracterizam, os que eu admiro tanto no Gran Turismo e demais jogos… com bastante reflexos, um degradê marcante… fiz também um corte especial no primeiro G do símbolo chave da equipe Geração Gran Turismo e o resultado foi este:

E o MX5 do Will Santos foi o primeiro carro personalizado com esse logo. A imagem casou tão bem que parece que os efeitos são do próprio carro na pista… excelente resultado

O jogo em questão é o iRacing, que tem despertado meu interesse, e é pena que o GT5 não permite ter pelo menos alguns modelos com personalizações tão interessantes quanto estas! 🙁

 

22 de outubro de 2012

Frustração online


Accacioo do time Asparadrink era o que estava melhor colocado quando consegui entrar

Eu sou paciente com essa questão de conectividade, honestamente nunca achei ter uma conexão boa de verdade na vida, sendo que a atual (via rádio) é a melhor que já tive e a única que me permitiu jogar online com certa satisfação, exceto quando a PSN ou o servidor do GT5 zicam. Hoje, 22/10, é dia de corrida com o pessoal da GGT, campeonato de GT300! E eu não estou correndo meramente porque a rede me atrasou tanto a ponto de perder o horário da prova. 🙁


Foto capturada as 20:59, derrubado…

Muito complicado pra entrar… primeiro a PSN dizia estar em manutenção… depois entrei no jogo, daí travou numa tela preta… reiniciei o jogo e travou o console… passou o procedimento de inicialização, entrei na conta GGT, fui reto entrar na sala e dizia que não era possível me ligar a sala naquele momento, que tentasse novamente mais tarde…


Depois da perda de tempo com a PSN e com a travada, isso…

Tenho certeza que foi nesse ponto que a corrida começou… eu forcei e tentei entrar de novo, mas depois de mais uma vez demorar bastante deu erro 768…


Pausa dramática…


Maldito erro 768 do Gran Turismo 5!


Mensagem que surge e some em 1s…

Daí quando consegui entrar a corrida estava na terceira volta já. Um saco, perdi o início da prova e assimse foi mais uma etapa do campeonato. Eu realmente não estou com muita sorte nesse último mês…


GT5-Jedi e eu, ambos da Asparadrink, fora da corrida pelo atraso… desfalque para a equipe!

Desta vez, fiquei na vontade de ir pra pista… agora é semana que vem, a GT500 com o Honda NSX, prova que o carro tem condições de arrancar uma boa colocação se eu mantiver meu sangue frio.

 

16 de outubro de 2012

Ainda as 2h de Le Mans

Baixei do celular mais duas imagens da prévia da corrida – eu estava só com o celular. A sala estava quase que totalmente cheia, uma pena que o servidor do GT5 ande tão ruim nestes dias.

E isso era só o começo… durou ao todo mais de 3 horas……..

 

15 de outubro de 2012

As 2h de Le Mans


Na GGT, apesar dos atrasos, das falhas e do despreparo, chegou o dia das 2 horas de Le Mans!

O evento ficou um pouco tumultuado em razão dos servidores do GT5 estarem problemáticos desde 06/10 (oficialmente, por sinal, com direito a interrupção do serviço), do organizador usar o headset e às vezes o áudio picotar, impossibilitando o entendimento da instrução e forçando-o a repetir, e mesmo assim, com 1 hora de atraso a corrida saiu. Eu acredito que a atualização 2.08 afetou a rede do GT5, pois dos 7 que completaram a prova, 3 não apareceram pra mim e outros cairam logo no começo da prova, pra insatisfação geral com o modo online do Gran Turismo 5. Era para ser uma corrida com sala quase cheia e no fim menos da metade completou!

Independente disso tudo, foi uma corrida muito dura e ruim pra mim. De cara, eu já vinha cansado do jornal, a sexta tinha sido um dia tumultuado, cheguei tarde, não tinha levado o carro pra pista (o que é regra neste mês e nem vale mais ficar repetindo aqui) e até arrisquei testar um setup que meu companheiro de equipe, Fernando Garrido, havia recebido, mas optei por manter o que eu mesmo criei para correr as 24h de Le Mans no ano passado, pela confiabilidade e eu saber o que esperar do Mazda na prova… aquele atraso no início da corrida, as falhas de rede – caí 1x e tive de sair e voltar 2x – somou ao meu grande cansaço e depois de 1h de corrida a sensação era de ter feito 15 horas sem parar…


Curvas assim me causavam penalizações que iam de 5 a 20s, me deixando ainda mais lento

Cheguei a fazer voltas boas, na casa de 3:40 com uma ou outra riscando os 3:39 (muito acima do tempo médio do Paulo, que venceu a prova com folga), mas logo o cansaço deu mostra e eu comecei a errar em todas as voltas… os tempos que estavam aceitáveis para brigar por uma quinta colocação, mais ou menos, se tornaram altos demais… de cara, só passar os pneus pela zebra e ser penalizado 5s fez os 3:40 virar 5 minutos por volta… então comecei a perder o ponto de frenagem e, aí sim, receber os merecidos 20s de penalização por cortar curvas… felizmente não bati tanto o carro, mas nas primeiras voltas foi apertado segurando o bruto 787B no traçado.


Cansado, perdia o ponto de frenagem e o resultado era desastroso…

Sem respeitar a pista meu tempo começou a perigar os 6 minutos, eu estava pronto para desistir… cheguei a 1h30 de prova e parei o carro depois de errar na chicane L’Arche, o primeiro “S” da reta Mulsanne. Então, num estado surreal, eu acho que adormeci com o controle do carro… quando estava próximo ao final, fui na contra-mão (quando não vinham os outros carros) e fui retornando apenas para deixar o 787B estacionado na saída do pit. Felizmente o pessoal da GGT já me conhece e sabe que eu não estava querendo estragar a prova de ninguém.


Fechando em último lugar, apenas para não desistir da prova…

E assim a corrida terminou em último lugar, sem completas as 30 voltas. Um fail, mas ainda tirei forças para não apertar o power do videogame e ir dormir sem antes dar o resultado da prova. E podia ser pior, corri com o controle Dual Shock 3, se fosse no G27 o cansaço seria pior.

O Bentley Speed 8

Ahh sim, ia me esquecendo, não publiquei aqui, mas na confusão de sorteios acabei pegando o 787B. Era para ter corrido a prova justamente com um Speed 8. Mas não me arrependo da troca, gosto demais da Mazda e do 787B. 🙂

 

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