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23 de janeiro de 2013

Corvette Stingray ’14 e update no GT5

PS Store Corvette Stingray DLC download
Disponível também na Store brasileira desde terça-feira, 15.01.2013

Dia 15 de janeiro, apenas um dia depois de anunciado em Detroit, foi disponibilizado o Corvette Stingray Final Prototype 2014 no Gran Turismo 5. O carro é uma versão já praticamente final e é um tanto diferente do Corvette camuflado disponibilizado em dezembro passado no GT, que teve direito a sazonal especial de fim de ano e tudo. Eu baixei ainda na terça, no mesmo dia, mas acabei não conseguindo postar aqui durante a última semana semana por trazer uma postagem mais ampla envolvendo o Corvette, então é bem provável que você já o tenha baixado e rodado antes de ler isto.

PS Store Corvette Stingray DLC download 100kb
Sem saber, baixei com a conta americana primeiro

Se ainda não o fez, saiba que pode baixá-lo diretamente da PS Store brasileira para instalar no Gran Turismo 5. Foi bem rápido desta vez para disponibilizarem para nós também.

Atualização 2.10

No mesmo dia, para incluir o Corvette novo, o Gran Turismo sofreu uma atualização, a primeira do ano.

Update 2.10
55MB de atualização da versão 2.09 para a 2.10

Além do carro extra, foi mexido novamente no som do motor do HSV-010, os Pontos de Performance foram redefinidos, de modo que a velocidade dos carros em corridas com restrição de PP era definida de forma injusta e, ainda, o Force feedback do Thrustmaster TS500RS foi afinado, de modo a permitir uma contra esterçamento mais preciso em provas na terra e em drifts. E, é claro, mudaram o ano do jogo na tela de abertura para 2013 também.

Instalando no jogo

DLC íconeNunca falei aqui no blog sobre como instalar um DLC no Gran Turismo, né?! Era uma das coisas que eu ia fazer com a placa de captura, mas como me planejo apresentar o jogo todo de uma maneira diferente, segue aí um tira dúvida rápido de como fazer. A primeira etapa é achar o GT5 (filtrando por jogos de corrida, por exemplo) na Store. Então se faz a compra (mesmo nos que estão rotulados como “gratuitos”) e o download de lá.

Pós isto, vamos ao jogo, logo na tela inicial há um ícone de instalação de DLCs (lembrando que o dlc de uma conta pode ser instalado em outra):

Tela inicial do GT5
Basta clicar no ícone de instalação de dlcs no menu inicial

Esse processo manual de instalação dentro do jogo tem que ser feito em todas as contas que use que forem usar o DLC! Deste ícone, vai para uma lista que avisa se é instalável, se não o é ou se já foi instalado:

Instalar o DKC no GT5
Acima, na minha conta o DLC ainda não tinha sido instalado

Depois disso, se for um carro ele vai estar pronto para ser retirado na entrega de carros, na tela principal do modo GT, como qualquer outro carro que fosse premiado.

O carro sem camuflagem

Corvette Stingray 2014 Prototype Final
O conjunto não foi dos mais criativos para essa geração, deixou o carro bonito, mas “comum”

Não chega a ser decepcionante ver o novo Corvette, mas estéticamente não tem muita coisa nova em relação aos concorrentes. Ficou a cara do novo Viper, que é a cara da Maserati.

Corvette Stingray 2014 prototype final - traseira
Acho bacana como o Gran Turismo faz um traço branco onde tem cortes, reparou?!

A traseira ficou muito com cara de Camaro, mas mais malvado. E esse spoiler não tinha na versão camuflada (e outros elementos, mas esse comparativo vai ser em outra postagem, em vídeo e com a captura de tela, assim que o equipamento chegar de volta).

A arraia característica do StingrayDetalhe da arraia que dá nome ao Stingray na lateral do Corvette

Ainda assim, o carro se saiu melhor que o render conceitual do C7. De certa forma, esse carro não é 100% o camuflado de dezembro, mas uma evolução sobre aquele modelo.

Stingray?!


Vídeo de lançamento do C7 Stingray

Traçar a história do Stingray é um tanto complicada, pois ele veio da junção de dois projetos diferentes, um mecânico, outro estético. É preciso também entender o momento, o começo do Corvette C1 uma década antes, em 1952, não foi dos melhores, era a época que os americanos queriam o carro ideal, o carrão do sonho americano e, embora fosse um carro bonito, era considerado fraco devido a caixa automática de duas marchas, resultando em encalhe de produção. O modelo só veio a ter sucesso quando foi incluído um motor V8 de bloco pequeno, mais possante, e o câmbio de 4 marchas. Deste ponto em diante a Chevrolet manteve a ideia de usar motores mais potentes no carro como atrativo para vendas do modelo. Ainda assim, faltava algo ao Vette para ele ser o Corvette como o conhecemos, e esse gene só veio no C2, no tal Stingray. Para muitos, o Corvette só nasceu no Stingray, então o nome tem um peso enorme. Bem como o pacote Z06 que custava metade do valor do carro uns anos mais tarde, que era o pacote de alto desempenho.

Corvette C2 Stingray em Indianápolis
Corvette C2, o primeiro “Sting Ray”, baseado no Mako Shark de 1961

Durante mais de 15 anos após 1962  esse nome do título era referência ao Corvette, e surgiu como “Sting Ray” (escrito separado) no Corvette C2 de 1963. O carro, entretanto, é uma salada de inspirações de outros carros conceitos da Chevrolet que começou a surgir ainda em 1957. A versão final foi desenhada em grande parte por Larry Shinoda, que criou o Mako Shark (nome dado ao XP-755 concept, eu avisei, a salada é grande), em 1961, que se baseou no estilo do carro de 1959 do designer-chefe e de estilo Bill Mitchell nomeado Stingray racer XP87. Na época, 1959, a Chevrolet não participava oficialmente de corridas de marca e o modelo conceito de Mitchell chamou bastante atenção a ponto de ser a guia dos modelos futuros para o Corvette. O Mako Shark teve seu nome em virtude da agilidade e das linhas horizontais esguias e outros detalhes que se assemelhavam ao tubarão (e se especula que também em alusão ao ataque que Mitchell sofreu de um tubarão de verdade), era o modelo base que se tornaria então o Corvette C2, aquele que fez história com o vidro bipartido, e que também evoluiu como conceito com o tempo, virando Mako Shark II, que se tornaria o protótipo do então Corvette C3 Stingray (que é o Corvette que eu acho mais bonito). A origem era a mesma, o conceito também, tanto que compartilham parte da infra-estrutura dos anos de evolução do C2, remontando apenas o exterior do carro no primeiro C3. Fora isso, um nome paralelo aos C2 e C3 é o nome do próprio protótipo. Este ainda evoluiu para o Manta Ray, mas com a chegada do C4 nos anos ’80 o Stingray ficou no passado.

Corvette C3 Stingray em Indianápolis
Corvette C3, um dos mais belos carros já feitos, na minha opinião

Mas isso era uma coisa, a evolução estética, então retornando ao C2 e a origem mecânica dele, foi inspirado da união de partes de um conceitual chamado Q-Corvette, que era um modelo de estilo criado por Peter Brock and Chuck Pohlmann sob direção de, oras, quem mais, de Mitchell e do Corvette SS, que era de primeira geração ainda, porém mais leve e menor que o anterior, o que o tornava mais rápido e esperto em retomadas, ainda que mantendo o mesmo motor. Isso seguia a base de um documento feito em 1953 por Zora Arkus-Duntov ao entrar na Chevrolet, então divisão da GM, como engenheiro-chefe do projeto que criaria o Corvette do futuro (e o cara, Mister Corvette, é só o “pai” do Corvette como o conhecemos) intitulado “Pensamentos em matéria de Juventude, Hotrods e a Chevrolet”, que manteve a alta potência e incluiu elementos de série, como o motor V8 e a suspensão independente nas quatro rodas, e depois também freios a disco de competição… A parte dianteira tinha suspensão de triângulos sobrepostos com molas helicoidais e herdada da geração anterior, mas na traseira foi feito com feixes de molas transversais com forquilhas mais baixas. Era o carrão americano de frente alta e traseira baixa nascendo. E seguindo a cartilha, dos vários tipos de motor disponíveis, o mais potente possuia 360cv. O câmbio podia ser manual de quatro marchas ou o Powerglide automático de duas. Com o motor de 250 cv, o carro atingia a velocidade máxima de 235 km/h. Entendendo, nem era o topo de linha e andava mais do que a maioria dos carros que temos hoje.

Indianapolis - Corvette C2 Stingray - split window
Vidro traseiro dividido ao meio disponível apenas no primeiro ano do C2

O primeiro ano do Corvette C2 surgiu com o split rear window, o vidro traseiro era dividido ao meio, num impasse entre Zora (que achava ruim para manobrar o carro) e Mitchell que entendia que o detalhe era parte de um conjunto todo de design que formava o carro. Em 1964 na reestilização, sem Mitchell, Zora eliminou a divisão do painel e colocou o vidro inteiriço. O nome, porém, requeria algo que o setor comercial gostasse e representasse a agressividade e esportividade, que soasse bem… e assim o nome que Mitchell deu ao conceito acabou sendo adotado pelo Corvette por ser comercialmente bonito e em referência a traseira curta e afinada do habitáculo que lembrava uma arraia.

Indianapolis - Corvette C2 Stingray - borracha queimada

O nome se manteve ligado ao Corvette no C3 até 1976, por ser um modelo esguio. Com o Surgimento do C4, projetado em 1981, o nome foi desanexado do modelo de vez e só retornou agora, com o C7. Curioso é que se buscar imagens do Mako Shark I e II, notará que eles estavam até mesmo a frente de seu tempo. O Mako Shark II tinha pintura em dois tons metalizada, bico mais pronunciado e tudo mais. Se procurar o Manta Ray então, verá que é a arte ao estilo Chevrolet emanando do conceito.

Levando pra pista o Vette ’14

Chevrolet 2014 Corvette Stingray Final Prototype
Chaves na mão, hora de levar o bólico pra pista

Era inevitável não querer comparar o Corvette novo com o 2013 camuflado. Os dois carros são bem distintos, com comportamentos diferentes. Numa postagem anterior, o Corvette C7 Test Prototype 2013 foi levado para Indianápolis no GT5 e rivalizou com os irmãos C6 ZR1, C6 Z06 e C5 Z06. Assim, nada mais óbvio que levar o novo Corvette Stingray 2014 pra Indianápolis também. Primeiro para identificar o que tem de diferente e segundo para ver se com as alterações ele conseguiria bater o tempo de 1:44.514. Este tempo foi o que consegui fazer com o C7 anterior para bater o tempo de uma volta sem treino e sem assistências, como saiu da fábrica.

Corvette C7 Stingray em Indianápolis
Suspensão dura faz com que o carro saia do chão nas curvas mais fechadas

A começar com as diferenças… o carro revelado é 22cv mais fraco que o que eu tenho camuflado, de 471cv (529 PP) caiu para 449cv (522 PP). Curiosamente, parece ser o mesmo motor, embora rendendo menos e com 3kgf menos de torque. Todas as demais informações são idênticas. Em pista o comportamento é distinto, a suspensão foi claramente endurecida, o comportamento, embora menos potente, ficou mais arredio, mais próximo do que era no C6 ZR1 do que no C7 prototype camuflado. Além disso, os pneus do modelo 2014 esquentavam bem mais rápido que com o modelo camuflado. Essas informações me pareciam bastante óbvias que o carro estava mesmo com uma suspensão mais firme e o forçar nas curvas de alta de Indianápolis resultavam em um aquecimento mais rápido.

Corvette C7 Stingray em Indianápolis
Saídas de curvas aqueciam os pneus mais rapidamente

A primeira volta completada com o modelo 2014 rendeu o tempo de 1:47.633. Não é um grande tempo, mas de cara bateu o C5 Z06 (1:49.45) e o C6 Z06 (1:48.59). Mais algumas voltas inválidas experimentando a entrada do carro nas curvas, acostumando com ele, e 5 minutos depois o tempo baixou para 1:46.903, apenas 183ms mais lento que o ZR1 (na única volta que fiz com o possante C6).

Primeiros tempos com o C7 2014
De cara, tempo melhor que os Z06, o nome Stingray merece algum destaque

Era óbvio que ter perdido ainda mais performance tornava o próprio C7 camuflado um rival difícil quando o único elemento chave é o mesmo piloto. Passados mais 12 minutos bati a linha de chegada com 1:46.621, sendo 99ms mais rápido que o ZR1, mas ainda bem longe do melhor tempo da volta mágica (dentro das minhas capacidades, com pneus duros e tudo) que fiz com o C7 Test Prototype camuflado… nesse ponto meu tempo se esgotou e eu tive de ir trabalhar, só retornando pra pista a noite…

Segundo melhor tempo

coffeeEnquanto fazia meu trabalho, minha mente estava em background pensando nas curvas de Indianápolis, em como entrar, onde freiar, onde passar reto, onde apenas aliviar o acelerador, como cruzar o “S” em cotovelos… e tentando lembrar de como guiei o C7 Test.

Quando retornei ao Gran Turismo já era noite, e foi ali passado das dez que se deu a volta que eu queria… 1:44.382. O C7 de teste derrubado pelo C7 Stingray.

volta mágica com o Corvette C7 2014 em Indianápolis

Incrível, foi possível levar o Corvette novo para a pista e tirar o tempo do camuflado, mesmo com menos PP, menos potência no motor. No fim, a suspensão mais rígida permitiu entradas mais bruscas nas curvas, melhorando o esterçamento da entrada até o meio delas. Acertaram a mão. Mas, tive de apelar, para isso precisei habilitar o TCS. O controle de tração foi o ponto chave para permitir que eu não fritasse os pneus quentes do C7 nas saídas de curvas, quando meu ímpeto em recuperar velocidade batia de frente com a sensatez de manter o carro na pista, resultando em fumaça e algumas não tão belas rabiadas.

Diferença de tempo

Comparando na pista

O melhor tempo, porém, tem uma diferença tão pequena que no gráfico das melhores voltas se torna difícil identificar um de outro.

Gráfico aberto
Nem eu sei dizer quem é quem no gráfico… como se isso realmente importasse…

Acima, apenas que na grande reta o C7 camuflado, mais potente, levou vantagem, mas no geral se vê um empate bem claro. A retomada do Stingray é notavelmente mais esperta, o que mostra que ele está a par do outro modelo e que, literalmente, pode andar junto, mesmo com menos potência.

Zoom do gráfico
Ritmo muito parecido resulta em tempos muito parecidos

Então… deu pra polir mais um pouco, melhorar o carro, mesmo que mudando a sensação de direção dele.





11 comentários

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    Puxa Robson gostei bastante da Postagem já peguei o entendimento de como Instalar o C7 agora tá fácil com esse belo Tutorial consigo…bom faltam poucos dias pra inaugurar meu Gran Turismo 5 mas desculpa por te encher o saco com as minhas perguntas mas se acha melhor eu Instalar a Instalação que o jogo pede para melhorar os carregamentos das corridas ou se acha de dá pra esperar de boa ? fico agradecido se responder.

    Comentário by Zack Douglas Casimir — 24 de janeiro de 2013 @ 09:51 AM



    Eu jogo praticamente só o GT5, com a instalação em disco ele acelera o carregamento (porque puxa parte do conteúdo do HD e não do disco). No meu caso, os 10GB que ele consome do hd valem a pena, mas se você for um jogador mais casual, pode não querer gastar tanto espaço do HD do PS3 com o GT. Eu, óbvio, recomendo instalar.

    Comentário by RobsonB — 25 de janeiro de 2013 @ 04:51 AM



    Entendi então acho que vou optar por Instalar já que nem ligo mas colocando os 6.6 que o GT5 Ocupa no jogo já é bastante mais 10GB não vai fazer diferença…obrigado mais uma vez novamente.

    Comentário by Zack Douglas Casimir — 25 de janeiro de 2013 @ 08:37 AM



    Parabéns pelo blog, suas postagens são excelentes. Eu particularmente gosto dos sazonais, só não disputo os drifts, e das corridas on-line. Queria lhe fazer uma pergunta, como fazer pra evitar aqueles acidentes na primeira curva depois da largada, pq eu tento tomar cuidado, e todos se chocam e eu tbm muito das vezes, e tbm qdo estamos no vacuo chegando na curva e o da frente freia antes e nós batemos em sua traseira… fico chateado viu.

    Comentário by thiago — 26 de janeiro de 2013 @ 10:24 AM



    Olá muito bom dia eu estou com uma dúvida ao qual não consigo resolve-la comprei um esse jogo Gran Turismo 5 The Real Driving Simulator e ouvi falar de uma nova atualização mais recente que se chama Spec 2.0 mas estou com dúvida de como Instalar essa atualização por favor quero tirar essa dúvida.

    Agradeço se responder mais brevemente

    Comentário by Thiago Dos Santos — 27 de janeiro de 2013 @ 07:21 AM



    Então, para atualizar o GT5 é como qualquer outro jogo do PS3, basta estar online, conectado na PSN, inserir o disco do jogo e, caso tenha alguma atualização, ele avisa você e faz a instalação sozinho. Se você tiver Plus! ele até mesmo pode ser configurado para fazer isso sem sua intervenção (se ligando sozinho, atualizando e desligando, por exemplo, de madrugada).

    Se o seu GT5 é o normal, de caixinha preta, então ele veio 1.0, neste caso terá um download bem grande pela frente. Se comprou o XL Edition, ele já vem com o 2.0 no disco, então sua atualização será bem menor, para estar na 2.10.

    Independente do caso, o processo é automático e basta estar online. 🙂

    Comentário by RobsonB — 27 de janeiro de 2013 @ 09:09 AM



    Entendi se eu conectar o PS3 na Internet na hora que eu Ligar ele já indentifica que já tens uma nova Atualização dispónivel pra que eu baixe então entendi direitinho muito obrigado Sr. RobsonB

    Comentário by Thiago dos Santos — 28 de janeiro de 2013 @ 11:10 AM



    Robson estou com um problema não sei se consigo resolver e que comprei o Gran Turismo 5 de (2010) só que quero atualizar o jogo na versão nova a 2.10 só que como vi aqui ela tem o tamanho de 55MB só que a minha apareçe em 608MB muito maior que o seu mas acho que porque faz tempo que não atualizei meu jogo ele vai começar da primeira atualização será ?

    Comentário by Maxsuel Thiago — 14 de fevereiro de 2013 @ 16:22 PM



    É isso, do zero ele terá de instalar algumas atualizações, creio que os 608MB sejam, pelo menos, da versão 2.0 do jogo, e dali ele vai até a 2.10 (que tem 55MB pra quem vinha da 2.09, meu caso). Vai ter que ter paciência para atualizar o GT5 do disco 1.0, mas é um processo automático e tranquilo.

    Comentário by RobsonB — 15 de fevereiro de 2013 @ 10:54 AM



    Com essa bela postagem só aumentou minha paixão pelos VETTES!

    Comentário by VITOGRANTURISMO — 13 de junho de 2013 @ 23:36 PM



    […] meus favoritos) entraria na lista. Mesmo assim, são aí mais de um ano e meio para hoje que ele deu as caras no GT5 via DLC. Ele está também na capa do GT6. E há um ano eu falava do pré-lançamento do jogo, já […]

    Pingback by Blog RobsonB » As miniaturas do RobsonB — 11 de novembro de 2014 @ 10:45 AM



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