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1 de outubro de 2012

Carros que faltaram no Gran Turismo – 004


Prêmio ao fazer a licença Internacional B

Esta edição é especial, diferente das anteriores, pois vai falar apenas de um carro que está ausente no Gran Turismo 5! O curioso Nike One 2022, a ser lançado (?) daqui 10 anos pela Nike.


A escrita codificada na lateral cita o Phil Frank

Este é um carro curioso por diversos fatores, ele foi criado por Phil Frank – o mesmo cara que fez o desenho do Saleen S7, o super carro norte-americano que é standard e está pouco aproveitado no Gran Turismo 5 – e por Takuya Asano – membro do staff de designers da Polyphony. Phil foi contratado pela Nike, que em conjunto com a Polyphony desenvolveu este carro conceitual e foi apresentado pelo Kazunori com um produto-in-game, estreando no Gran Turismo primeiro.

Ele possuiria uma velocidade máxima de 370 km/h com uma transmissão automática de 8 marchas. Com apenas 720kg  seria realmente rápido, mas até aí nada de surpreendente para um carro ficcional de alta performance (lembre-se que ele divide espaço com outros, como o fabuloso X2010, que apareceu primeiro no GT5).

Só isso não seria muita coisa, então o que torna interessante o conceito do Nike One é o acréscimo de tecnologia que a Nike já tinha disponível ou estava desenvolvendo, como a suspensão do banco ser similar a usada no Nike Shox e, a mais incrível delas, a HEP Drive (Human Energy Potential, a energia potencial humana em tradução livre) que é uma forma única de puxar e armazenar energia elétrica a partir da Nike Spark Suit nas baterias do carro, localizadas nos pés do piloto. A Spark Suit basicamente gera eletricidade por meio do movimento do tecido e é algo real, que está para ser finalizada este ano e deve vir a se tornar uma ferramenta para atletas por conta do enrijecimento do tecido.


Detalhe do pneu assimétrico e da luz de freio acoplada no aerofólio que é o freio de ar

No Nike One essa bio-eletricidade é repassada para cada um dos motores, que estão nas rodas (sim, ele é um 4×4 com 4 motores elétricos!). E embora no jogo não tenha uma bateria ou marcador de combustível, o quando ele pode andar dependerá apenas do esforço do atleta no seu interior. Esse conjunto de motores é por si só algo bastante incrível, pois se movimentam por dentro da roda, presos no eixo, gerando a aceleração.


Contando com 4 faróis e informações no vidro do parabrisa

Antevendo o Red Bull e o Citröen by GT, ele exibe vários displays (HUD) no parabrisa. Para controlar ele existe uma série de biosensores não invasivos que ficam nas mãos do piloto e enviam informações para o computador do carro. E, por fim, a posição de guiar é similar a de uma moto, embora seja um carro.

Infelizmente ele já era um carro inútil no GT4, mais ou menos como as F1 da Ferrari são no GT5… não era permitido correr com ele em nenhum lugar, quem sabe no GT5 com o online ele teria mais uso.





2 comentários

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    Bela e diferenciada matéria, parabéns

    Comentário by VITOGRANTURISMO — 22 de junho de 2013 @ 20:29 PM



    […] seja, é um detalhe que foi colocado apenas de forma cosmética, sem incluir nada como era no caso do Nike One 2022. Gostou? Compartilhe, tweet isto clicando […]

    Pingback by Blog RobsonB » O que significa o código do VW Vision — 20 de junho de 2014 @ 10:16 AM



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